
O Kena Upanishad (tradicionalmente associado ao Sama Veda e contado entre os upanishads principais) inicia com uma pergunta sobre a agência: “por quem a mente é impelida e por quem a fala fala?” Sua tese é que Brahman não é um objeto perceptível, mas o fundamento consciente que torna possível ouvir, pensar e falar—“o ouvido do ouvido, a mente da mente, a fala da fala”. Assim, a pretensão de “conhecer Brahman” como objeto conceitual é recusada; o conhecimento autêntico é não-objetificante e dissolve o ego. No episódio do Yaksha, os deuses se envaidecem após a vitória e Brahman revela o limite de seus poderes: Agni e Vayu falham, e Indra aprende com Uma Haimavati que a vitória pertencia a Brahman. A narrativa critica o orgulho e a ideia de ser o “fazedor”, afirmando Brahman como fonte de poder e inteligência. O texto também menciona tapas, autocontrole e ação purificadora como apoios, e ensina que o conhecimento de Brahman conduz à imortalidade/libertação (amṛtatva).
Start ReadingInquiry into the true agent behind cognition and action (“By whom is the mind impelled?”)
Brahman as the enabling ground: “ear of the ear,” “mind of the mind,” “speech of speech”
Brahman is not an object of perception or conceptualization; it is the condition of all knowing
Paradox of knowledge: those who claim to know Brahman as an object do not know; true knowing is non-objectifying recognition
Distinction between empirical knowledge (viṣaya-jñāna) and immediate realization (aparokṣa/anubhava)
Allegory of the Yakṣa: humbling of Agni and Vāyu; Indra’s approach; Umā’s instruction—victory belongs to Brahman, not ego
Critique of pride and doership (ahaṅkāra); affirmation of instrumentality of powers and faculties
Soteriology: knowledge of Brahman leads to amṛtatva (immortality/liberation)
Preparatory disciplines: tapas, dama, and purifying karma as supports for realization
Pedagogical method: apophatic teaching, indirect indication (lakṣaṇā), and narrative instruction
This Upanishad is organized into 4 khandas.
A primeira parte do Kena Upanishad busca o poder supremo, Brahman, que opera por trás dos sentidos e da mente. Brahman é aquilo pelo qual falamos e pensamos.
A segunda seção do Kena Upanishad explora o paradoxo de conhecer Brahman: quem pensa tê-lo conhecido plenamente não o conheceu, enquanto quem reconhece que está além do pensamento está mais próximo do verdadeiro conhecimento. A imortalidade é alcançada através da realização direta de Brahman em cada experiência. Os sábios que percebem Brahman em cada ser tornam-se imortais ao deixar este mundo.
Na terceira seção do Kena Upanishad, Brahman concede a vitória aos deuses sobre os demônios, mas os deuses se tornam arrogantes e atribuem o triunfo ao seu próprio poder. Brahman aparece como um Yaksha misterioso. Agni não consegue queimar uma palha, Vayu não consegue movê-la. Indra se aproxima com humildade, o Yaksha desaparece, e a deusa Uma revela que era Brahman. O ensinamento é que todo poder vem de Brahman, e o ego obscurece o verdadeiro conhecimento.
Na quarta seção do Kena Upanishad, a deusa Uma Haimavati revela que a entidade misteriosa que os deuses não conseguiram identificar é Brahman. Através da vitória de Brahman, os deuses são glorificados. Indra aproxima-se mais de Brahman entre todos os deuses. Brahman é simbolizado como um relâmpago na escuridão e o movimento veloz do pensamento. Brahman é o mistério que não pode ser capturado pelos sentidos mas é intuído em momentos fugazes de compreensão.
34 verses with Sanskrit text, transliteration, and translation.
Verse 1.1
केनेषितं पतति प्रेषितं मनः केन प्राणः प्रथमः प्रैति युक्तः। केनेषितां वाचमिमां वदन्ति चक्षुः श्रोत्रं क उ देवो युनक्ति॥१॥
Por quem é a mente dirigida a cair sobre seus objetos? Por quem o primeiro sopro de vida se move para sua função? Por quem é dirigida esta fala que as pessoas pronunciam? Qual deus, na verdade, une o olho e o ouvido?
Brahman as the inner controller (Antaryamin)Verse 1.2
श्रोत्रस्य श्रोत्रं मनसो मनो यद्वाचो ह वाचं स उ प्राणस्य प्राणः। चक्षुषश्चक्षुरतिमुच्य धीराः प्रेत्यास्माल्लोकादमृता भवन्ति॥२॥
É o ouvido do ouvido, a mente da mente, a fala da fala, o sopro de vida do sopro de vida e o olho do olho. Os sábios, tendo transcendido estes, tornam-se imortais ao partir deste mundo.
Brahman as the witness consciousness (Sakshi)Verse 1.3
न तत्र चक्षुर्गच्छति न वाग्गच्छति नो मनो न विद्मो न विजानीमो यथैतदनुशिष्यात्। अन्यदेव तद्विदितादथो अविदितादधि। इति शुश्रुम पूर्वेषां ये नस्तद्व्याचचक्षिरे॥३॥
Lá o olho não vai, nem a fala, nem a mente. Não sabemos, não compreendemos como alguém poderia ensiná-lo. É diferente do conhecido e, de fato, além do desconhecido. Assim ouvimos dos antigos que nos explicaram.
Brahman as beyond sensory perception and conceptual thought (Avangmanogochara)Verse 1.4
यद्वाचा अनभ्युदितं येन वागभ्युद्यते । तदेव ब्रह्म त्वं विद्धि नेदं यदिदमुपासते ॥४॥
Aquilo que não é expresso pela fala, mas pelo qual a fala é expressa, sabe que isso apenas é Brahman, e não isto que as pessoas aqui adoram como objeto.
Brahman as the revealer (prakāśaka) beyond speech; apophatic (neti-neti) approachVerse 1.5
यन्मनसा न मनुते येनाहुर्मनो मतम् । तदेव ब्रह्म त्वं विद्धि नेदं यदिदमुपासते ॥५॥
Aquilo que não se pensa com a mente, mas pelo qual, dizem, a mente é pensada, sabe que isso apenas é Brahman, e não isto que as pessoas aqui adoram como objeto.
Ātman/Brahman as witness-consciousness (sākṣin) beyond mind (manas)Verse 1.6
यच्चक्षुषा न पश्यति येन चक्षूँषि पश्यति । तदेव ब्रह्म त्वं विद्धि नेदं यदिदमुपासते ॥६॥
Aquilo que não se vê com os olhos, mas pelo qual os olhos veem, sabe que isso apenas é Brahman, e não isto que as pessoas aqui adoram como objeto.
Brahman as the light of lights (jyotiṣām jyotiḥ) enabling perception; transcendence of sense-object knowledgeVerse 1.7
यत् श्रोत्रेण न शृणोति येन श्रोत्रमिदं श्रुतम्। तत् एव ब्रह्म त्वं विद्धि नेदं यदिदमुपासते॥७॥
Aquilo que não se ouve com o ouvido, mas pelo qual o ouvido ouve, conhece apenas isso como Brahman, não isto que as pessoas adoram aqui.
Brahman as the transcendental subject behind all sensory perceptionVerse 1.8
यत् प्राणेन न प्राणिति येन प्राणः प्रणीयते। तत् एव ब्रह्म त्वं विद्धि नेदं यदिदमुपासते॥८॥
Aquilo pelo qual não se respira com a respiração, mas pelo qual a respiração é respirada, conhece apenas isso como Brahman, não isto que as pessoas adoram aqui.
Brahman as the life-principle beyond the vital breath (Prana)Verse 2.1
यदि मन्यसे सुवेदेति दभ्रमेवापि नूनं त्वं वेत्थ ब्रह्मणो रूपम् । यदस्य त्वं यदस्य देवेष्वथ नु मीमांस्यमेव ते मन्ये विदितम् ॥१॥
Se pensas: 'Eu o conheço bem', então certamente conheces apenas uma fração da forma de Brahman, apenas aquele aspecto que está em ti e aquele que está entre os deuses. Portanto, penso que o que consideras conhecido ainda deve ser investigado.
Limits of conceptual knowledge; necessity of continued inquiry (vicāra) into Brahman beyond objectifying ‘forms’Verse 2.2
नाहं मन्ये सुवेदेति नो न वेदेति वेद च । यो नस्तद्वेद तद्वेद नो न वेदेति वेद च ॥२॥
Não penso: «Eu o conheço bem», nem (penso): «Eu não o conheço». Aquele entre nós que conhece Isso (Brahman) o conhece, e sabe também que Ele não é conhecido como um objeto, do modo comum.
Brahman as beyond objectifying knowledge (aparokṣa-jñāna; limits of pramāṇa)Verse 2.3
यस्यामतं तस्य मतं मतं यस्य न वेद सः । अविज्ञातं विजानतां विज्ञातमविजानताम् ॥३॥
Para quem Isso não é pensado como objeto, para esse é verdadeiramente conhecido; mas aquele que julga conhecê-Lo, não O conhece. É desconhecido aos que O tomam por objeto de saber, e conhecido aos que não O objetificam.
Aparokṣa realization vs. parokṣa/conceptual knowledge; inobjectifiability of BrahmanVerse 2.4
प्रतिबोधविदितं मतममृतत्वं हि विन्दते । आत्मना विन्दते वीर्यं विद्यया विन्दतेऽमृतम् ॥४॥
O verdadeiro entendimento é aquele que é reconhecido em cada despertar da consciência; por isso, de fato, alcança-se a imortalidade. Pelo Si-mesmo obtém-se vigor; pelo conhecimento obtém-se a imortalidade.
Pratibodha (immediate recognition), jñāna leading to amṛtatva (mokṣa)Verse 2.5
इह चेदवेदीदथ सत्यमस्ति न चेदीहावेदीन्महती विनष्टिः । भूतेषु भूतेषु विचित्य धीराः प्रेत्यास्माल्लोकादमृता भवन्ति ॥५॥
Se alguém O conheceu aqui, então isso é verdadeiro: o fim foi alcançado. Se aqui não O conheceu, há grande perda. Discernindo-O em cada ser, os sábios, ao partir deste mundo, tornam-se imortais.
Moksha through Brahma-vidya; recognition of Brahman/Atman in all beingsVerse 3.1
ब्रह्म ह देवेभ्यो विजिग्ये तस्य ह ब्रह्मणो विजये देवा अमहीयन्त । त ऐक्षन्तास्माकमेवायं विजयः अस्माकमेवायं महिमा इति ॥१॥
Brahman, de fato, conquistou a vitória para os deuses. Nessa vitória de Brahman, os deuses envaideceram-se. Pensaram: “Esta vitória é somente nossa; esta grandeza é somente nossa”.
Brahman as the true source of power; critique of ego (ahaṅkāra) and divine prideVerse 3.2
तद्धैषां विजज्ञौ तेभ्यो ह प्रादुर्बभूव । तन्न व्यजानत किमिदं यक्षमिति ॥२॥
Então, Isso (Brahman) conheceu o pensamento deles e, de fato, manifestou-se diante deles. Mas eles não O reconheceram: “Que Yakṣa é este?”.
Avidyā regarding Brahman; Brahman’s transcendence of conceptual recognition; revelation through manifestationVerse 3.3
तेऽग्निमब्रुवन्—जातवेद एतद्विजानीहि किमिदं यक्षमिति। तथेति॥३॥
Disseram a Agni: «Ó Jātavedas, averigua isto: que Yakṣa é este?» Ele respondeu: «Assim seja».
Brahman (as the mysterious Yakṣa) and the limitation of deva-knowledgeVerse 3.4
तदभ्यद्रवत्। तमभ्यवदत्—कोऽसीति। अग्निर्वा अहमस्मीति अब्रवीत्। जातवेदाः वा अहमस्मीति॥४॥
Ele correu até ele. Então aquilo lhe disse: «Quem és tu?» Agni respondeu: «Eu sou Agni, de fato; eu sou Jātavedas, de fato».
Avidyā/ahaṅkāra (self-assertion of limited power) contrasted with Brahman’s transcendenceVerse 3.5
तस्मिंस्त्वयि किं वीर्यमिति। अपि सर्वमिदं दहेयं यदिदं पृथिव्यामिति॥५॥
Disse-lhe: «Que poder há em ti?» Ele disse: «Eu poderia queimar tudo isto, tudo quanto há sobre a terra».
Brahman as the source/measure of all śakti; limitation of deva-śakti; dependence of karma-indriya powers on the AbsoluteVerse 3.6
तस्मै तृणं निदधाव् एतद् दह इति । तद् उपप्रेयाय सर्वजवेन तन् न शशाक दग्धुम् । स तद् एव निववृते, नैतद् अशकद् विज्ञातुं यद् एतद् यक्षम् इति ॥६॥
Então, a ele (Agni) foi posta uma lâmina de relva, dizendo: «Queima isto». Ele correu com toda a rapidez, mas não conseguiu queimá-la. Recuou daquela mesma tentativa, incapaz de discernir o que era esse Yakṣa.
Brahman as the transcendent ground beyond the powers of the devas; limitation of sense-power and ego (ahaṅkāra)Verse 3.7
अथ वायुम् अब्रुवन्—वायो एतद् विजानीहि किम् एतद् यक्षम् इति । तथा इति ॥७॥
Então disseram a Vāyu: «Ó Vāyu, conhece isto: que Yakṣa é este?» Ele respondeu: «Assim seja».
Dependence of prāṇa (vital force) on Brahman; epistemic inquiry (jijñāsā)Verse 3.8
तद् अभ्यद्रवत् । तम् अभ्यवदत्—कः असि इति । वायुर् वा अहम् अस्मि इत्य् अब्रवीत् । मातरिश्वा वा अहम् अस्मि इति ॥८॥
Ele correu até ele. Então lhe foi dito: «Quem és tu?» Ele respondeu: «Sou Vāyu, de fato; sou Mātariśvan, de fato».
Ahaṅkāra (self-assertion) of cosmic functions; Brahman as the interrogator beyond names and rolesVerse 3.9
तस्मिन् त्वयि किं वीर्यम् इति। अपि इदं सर्वम् आददीयम्, यदिदं पृथिव्याम् इति॥९॥
Disseram-lhe: «Que poder há em ti?» E disseram: «Toma, de fato, tudo isto que está sobre a terra».
Brahman as the hidden source of all power; limitation of deva-egoVerse 3.10
तस्मै तृणं निदधौ—एतदादत्स्व इति। तत् उपप्रेयाय सर्वजवेन; तन्न शशाक आदातुम्। स तदेव निववृते—नैतदशकं विज्ञातुं यदेतद् यक्षम् इति॥१०॥
Então lhe colocou uma lâmina de relva, dizendo: «Toma isto». Ele avançou com toda a rapidez; mas não conseguiu erguê-la. Assim voltou; não pôde discernir o que era aquele Yakṣa.
Dependence of all śakti on Brahman; collapse of egoic agency (kartṛtva)Verse 3.11
अथ इन्द्रम् अब्रुवन्—मघवन्, एतद्विजानीहि किमेतद् यक्षम् इति। तथा इति। तदभ्यद्रवत्। तस्मात् तिरोदधे॥११॥
Então disseram a Indra: «Ó Maghavan, averigua o que é este Yakṣa». Ele disse: «Assim seja». Correu em sua direção; e dele o Yakṣa desapareceu.
Brahman’s elusiveness to objectifying pursuit; necessity of grace/teaching (upadeśa)Verse 3.12
स तस्मिन्नेवाकाशे स्त्रियमाजगाम बहुशोभमानामुमां हैमवतीम्। तां ह उवाच—किमेतद्यक्षमिति॥१२॥
Então (Indra), naquele mesmo espaço, encontrou uma mulher resplandecente de grande esplendor: Umā Haimavatī. E disse-lhe: “Que é este Yakṣa?”
Brahman as the unknown ground of divine power; revelation through divine instruction (upadeśa)Verse 4.1
सा ब्रह्मेति ह उवाच। ब्रह्मणो वा एतद्विजये महीयध्वमिति। ततो ह एव विदाञ्चकार ब्रह्मेति॥१॥
Ela disse: “É Brahman.” “É, de fato, pela vitória de Brahman que vos tornastes grandiosos”, disse ela. Então, Indra reconheceu verdadeiramente: “É Brahman.”
Brahman as the source of all agency and victory; true knowledge (brahmavidyā) as illuminationVerse 4.2
तस्माद्वा एते देवा अतितरामिव अन्यान्देवान् यदग्निर्वायुरिन्द्रः। ते ह्येनन्नेदिष्ठं पस्पृशुः। ते ह्येनत्प्रथमो विदाञ्चकार ब्रह्मेति॥२॥
Por isso, estes deuses—Agni, Vāyu e Indra—sobressaem, por assim dizer, aos outros deuses, pois se aproximaram mais dele (de Brahman). Pois Indra foi o primeiro a conhecer: “É Brahman.”
Proximity to Brahman through inquiry; hierarchy of deities as symbolic of faculties approaching the Absolute; primacy of knowledge over powerVerse 4.3
तस्माद्वा इन्द्रोऽतितरामिवान्यान्देवान् स ह्येनन्नेदिष्ठं पस्पर्श । स ह्येनत्प्रथमो विदाञ्चकार ब्रह्मेति ॥३॥
Por isso Indra, por assim dizer, excedeu os demais deuses; pois foi ele quem tocou Aquilo mais de perto. E foi ele, de fato, o primeiro a conhecê-Lo e a declarar: “É Brahman”.
Brahma-jñāna (recognition of Brahman) and adhikāra (fitness/priority through proximity)Verse 4.4
तस्यैष आदेशो यदेतद्विद्युतो विद्युतदिति न्यमीमिषदिति । अधिदैवतम् ॥४॥
D’Isso, este é o ensinamento-sinal: “como o relâmpago — um clarão”; “piscou (apareceu e desapareceu)”. Isto é dito com referência ao plano das divindades (adhidaivata).
Ādeśa (indirect indication of Brahman); Brahman’s elusiveness and immediacy beyond graspVerse 4.5
अथाध्यात्मं यदेतद्गच्छतीव च मनोऽनेन चैतदुपस्मरत्यभीक्ष्णं सङ्कल्पः ॥५॥
Agora, com referência ao si-mesmo (adhyātma): aquilo pelo qual a mente, por assim dizer, vai em direção aos objetos, e pelo qual ela repetidamente se recorda disto — isso é o intento, o saṅkalpa.
Adhyātma-upadeśa; saṅkalpa (intentionality) as a pointer to the inner instrument; Brahman indicated through the witness of mental movementVerse 4.6
तद्ध तद्वनं नाम तद्वनमित्युपासितव्यं स य एतदेवं वेदाभि ह एनं सर्वाणि भूतानि संवाञ्छन्ति ॥६॥
Isso, de fato, chama-se “Tadvanam”. Deve ser contemplado e venerado como “Tadvanam”. Aquele que assim o conhece — para ele, na verdade, todos os seres aspiram.
Brahman as the supreme object of love/aspiration; upāsanā leading to recognition of BrahmanVerse 4.7
उपनिषदं भो ब्रूहीत्युक्ता त उपनिषद्ब्राह्मीम् वाव त उपनिषदमब्रूम इति ॥७॥
Tendo sido solicitado: “Dize-nos, senhor, a Upaniṣad”, ele respondeu: “A Upaniṣad Brahmī, de fato, nós vos declaramos”.
Upaniṣad as brahma-vidyā (esoteric liberating instruction)Verse 4.8
तस्यै तपो दमः कर्मेति प्रतिष्ठा वेदाः सर्वाङ्गानि सत्यमायतनम् ॥८॥
Para essa (sabedoria brahmī), a austeridade, o autodomínio e a ação são o fundamento; os Vedas são todos os seus membros; a verdade é a sua morada.
Sādhana for brahma-vidyā: tapas–dama–karma; satya as the sustaining groundVerse 4.9
यो वा एतामेवम् वेद, अपहत्य पाप्मानम्, अनन्ते स्वर्गे लोके ज्येये प्रतितिष्ठति, प्रतितिष्ठति ॥९॥
Aquele que assim A conhece — isto é, o Brahman —, tendo afastado o pecado, estabelece-se firmemente no mundo celeste sem fim, no mais alto estado; estabelece-se firmemente.
Moksha (liberating knowledge) / Brahma-vidya and the removal of pāpa (impurity)Answers come straight from the texts, with the shlokas they draw on. Ask in your own words.
A free sign-in with Google or Apple keeps your chat saved across web and the app.