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यह सोपान ‘वैराग्य-जन्य धर्म-निष्ठा’ का द्वार है: राज्य, परिवार, लोकमर्यादा और निजी प्रेम—इन सबके बीच राम का त्याग ‘धर्म की सर्वोच्चता’ को साधक के अंतःकरण में प्रतिष्ठित करता है। अयोध्या-काण्ड में भक्ति भावुकता नहीं, ‘मर्यादा-आधारित समर्पण’ बनती है; यहाँ साधक सीखता है कि ईश्वर-प्रसाद (आज्ञा/अनुशासन) ही मुक्ति-पथ का वास्तविक आलंबन है।
Neste episódio segmentado (Dohā 300, 309), dentro do karuṇā do Ayodhyā Kāṇḍa, surge o amanhecer da śānta-bhakti. A humildade de Bharata, seu senso de culpa e a linguagem de dever entre senhor e servo purificam dāsya; enquanto a resposta de Rāma, através da política, da propriedade pública, do Guru e da assembleia dos anciãos, do cuidado com os súditos e do dharma situacional, estabelece maryādā como um princípio do dharma. Tulsī não permite que a compaixão emocional permaneça como mero pranto; ele a transforma em rendição apoiada pelo discernimento. Ao mostrar Indra (Maghavā) tentando o engano através de deva-māyā, ele também ensina que dentro da boa vontade externa podem se esconder o interesse próprio e a fraude; portanto, a verdadeira bhakti abandona "os quatro frutos da astúcia egoísta" e permanece na obediência ao comando divino. Assim, dentro da sequência em escada do Ayodhyā Kāṇḍa, o buscador é elevado da "ética da renúncia" à "maturidade da devoção".
Chaupai 300.1-4
सोक सनेहँ कि बाल सुभाएँ।आयउँ लाइ रजायसु बाएँ।।
तबहुँ कृपाल हेरि निज ओरा।सबहि भाँति भल मानेउ मोरा।।
देखेउँ पाय सुमंगल मूला।जानेउँ स्वामि सहज अनुकूला।।
बड़ें समाज बिलोकेउँ भागू।बड़ीं चूक साहिब अनुरागू।।
कृपा अनुग्रह अंगु अघाई।कीन्हि कृपानिधि सब अधिकाई।।
राखा मोर दुलार गोसाईं।अपनें सील सुभायँ भलाईं।।
नाथ निपट मैं कीन्हि ढिठाई।स्वामि समाज सकोच बिहाई।।
अबिनय बिनय जथारुचि बानी।छमिहि देउ अति आरति जानी।।
Vencido pela tristeza e afeição, e por minha natureza infantil, vim, colocando minha confiança em meu mestre. Contudo, o Senhor compassivo olhou para mim e considerou todos os meus caminhos como bons. Contemplei seus pés, a raiz de toda auspiciosidade; conheci meu mestre como naturalmente gracioso. Em uma grande assembleia testemunhei minha boa fortuna; contudo cometi uma grande falta, ó mestre, em meu apego. Seu corpo estava cheio de graça e misericórdia; o oceano de compaixão me mostrou toda honra. Meu Senhor me manteve em seu favor, por sua própria natureza, seu bom caráter e sua bondade. Ó Senhor, aji com muita vergonha; transgredi a dignidade de meu mestre e da assembleia. Minha humildade foi sem humildade, minhas palavras segundo meu próprio capricho; perdoai-me, ó Deus, conhecendo minha grande aflição.
Doha 300
सुह्रद सुजान सुसाहिबहि बहुत कहब बड़ि खोरि।आयसु देइअ देव अब सबइ सुधारी मोरि।।300।।
Falarei muito do bom mestre, sábio e bondoso, embora eu seja totalmente indigno. Ó Senhor, concedei-me licença agora para corrigir todas as coisas.
Chaupai 301.1-4
प्रभु पद पदुम पराग दोहाई।सत्य सुकृत सुख सीवँ सुहाई।।
सो करि कहउँ हिए अपने की।रुचि जागत सोवत सपने की।।
सहज सनेहँ स्वामि सेवकाई।स्वारथ छल फल चारि बिहाई।।
अग्या सम न सुसाहिब सेवा।सो प्रसादु जन पावै देवा।।
अस कहि प्रेम बिबस भए भारी।पुलक सरीर बिलोचन बारी।।
प्रभु पद कमल गहे अकुलाई।समउ सनेहु न सो कहि जाई।।
कृपासिंधु सनमानि सुबानी।बैठाए समीप गहि पानी।।
भरत बिनय सुनि देखि सुभाऊ।सिथिल सनेहँ सभा रघुराऊ।।
Tomo como testemunha o pólen dos pés de lótus do Senhor, a verdade, o mérito, a alegria e os Vedas. Assim falo o que está em meu coração, o desejo que desperta no sono e nos sonhos. O amor natural entre mestre e servo deixa de lado o interesse próprio, a fraude e a esperança de recompensa. Não há serviço como aquele prestado a um bom mestre; essa é a graça que o servo recebe de Deus. Falando assim, foi vencido por grande amor; seu corpo estremeceu e seus olhos se encheram de lágrimas. Segurou os pés de lótus do Senhor sem restrição; tal era seu amor que não pode ser descrito. O oceano de misericórdia, honrando-o com palavras graciosas, fez-no sentar perto e tomou sua mão. Ouvindo a oração de Bharata e vendo sua natureza, o Senhor dos Raghus ficou comovido de amor na assembleia.
Chhand 301
रघुराउ सिथिल सनेहँ साधु समाज मुनि मिथिला धनी।मन महुँ सराहत भरत भायप भगति की महिमा घनी।।
भरतहि प्रसंसत बिबुध बरषत सुमन मानस मलिन से।तुलसी बिकल सब लोग सुनि सकुचे निसागम नलिन से।।
raghurāu sithila sanehã sādhu-samāja muni mithilā-dhanī |mana mahũ sarāhata bharata bhāyapa bhagati kī mahimā ghanī ||
bharatahi prasaṃsata bibudha baraṣata sumana mānasa malina se |tulasī bikala saba loga suni sakuce nisā-gama nalina se ||
O terno amor de Sri Rama afrouxou seu vínculo; e a assembleia dos santos, sábios e Janaka, Senhor de Mithila, continuava louvando em seus corações a profunda majestade da devoção fraterna de Bharata. Enquanto todos exaltavam Bharata, os deuses derramavam flores; contudo, os corações, nublados pela tristeza, permaneciam escurecidos. Ouvindo tudo, diz Tulsí, a cidade inteira estremeceu e se recolheu, como lotus ao aproximar-se a lua.
Soratha 301
देखि दुखारी दीन दुहु समाज नर नारि सब।मघवा महा मलीन मुए मारि मंगल चहत।।301।।
dekhi dukhārī dīna duhu samāja nara nāri saba |maghavā mahā malīna mue māri maṅgala cahata ||301||
Vendo homens e mulheres em toda parte, em cada assembleia, miseráveis e oprimidos, Indra, profundamente manchado, ainda buscava um fim 'auspicioso', como quem fere um cadáver.
Chaupai 302.1-4
कपट कुचालि सीवँ सुरराजू।पर अकाज प्रिय आपन काजू।।
काक समान पाकरिपु रीती।छली मलीन कतहुँ न प्रतीती।।
प्रथम कुमत करि कपटु सँकेला।सो उचाटु सब कें सिर मेला।।
सुरमायाँ सब लोग बिमोहे।राम प्रेम अतिसय न बिछोहे।।
भय उचाट बस मन थिर नाहीं।छन बन रुचि छन सदन सोहाहीं।।
दुबिध मनोगति प्रजा दुखारी।सरित सिंधु संगम जनु बारी।।
दुचित कतहुँ परितोषु न लहहीं।एक एक सन मरमु न कहहीं।।
लखि हियँ हँसि कह कृपानिधानू।सरिस स्वान मघवान जुबानू।।
kapaṭa kucāli sīvã surarājū |para akāja priya āpana kājū ||
kāka samāna pākari-pu rītī |chalī malīna katahũ na pratītī ||
prathama kumata kari kapaṭu sãkelā |so ucāṭu saba kẽ sira melā ||
sura-māyā̃ saba loga bimohe |rāma prema atisaya na bichohe ||
bhaya ucāṭa basa mana thira nāhī̃ |chana bana ruci chana sadana sohāhī̃ ||
dubidha manogati prajā dukhārī |sarita siṃdhu saṅgama janu bārī ||
ducita katahũ paritoṣu na lahahī̃ |eka eka sana maramu na kahahī̃ ||
lakhi hiyã hãsi kaha kṛpānidhānū |sarisa svāna maghavāna jubānū ||
Indra, tortuoso com engodo, sob o olhar conhecedor de Shiva, amava o dano alheio e seu próprio proveito. Como um corvo por hábito, o caminho do matador de serpentes era traiçoeiro; manchado e fraudulento, não era confiado em lugar algum. Primeiro reuniu engano com conselho perverso, e lançou inquietação sobre a cabeça de todos. Pela ilusão celestial todos os povos foram confundidos, contudo seu amor por Rama não foi totalmente cortado. Medo e agitação mantinham a mente sem firmeza: ora a floresta parecia agradável, ora o lar. O povo, dividido e sofredor, era como águas no encontro de rio e mar. Em tal confusão não encontravam contentamento em parte alguma; nem podiam confiar seu coração uns aos outros. Vendo isso, o Senhor Compassivo sorriu interiormente e disse: 'A língua de Indra é como a de um cão.'
Doha 302
भरतु जनकु मुनिजन सचिव साधु सचेत बिहाइ।लागि देवमाया सबहि जथाजोगु जनु पाइ।।302।।
bharatu janaku munijana saciva sādhu saceta bihāi |lāgi deva-māyā sabahi jathājogu janu pāi ||302||
Bharata, Janaka, sábios, ministros e santos, deixando cair sua vigilância, foram todos tomados pela ilusão divina, como se cada um a recebesse segundo sua medida.
Chaupai 303.1-4
कृपासिंधु लखि लोग दुखारे।निज सनेहँ सुरपति छल भारे।।
सभा राउ गुर महिसुर मंत्री।भरत भगति सब कै मति जंत्री।।
रामहि चितवत चित्र लिखे से।सकुचत बोलत बचन सिखे से।।
भरत प्रीति नति बिनय बड़ाई।सुनत सुखद बरनत कठिनाई।।
जासु बिलोकि भगति लवलेसू।प्रेम मगन मुनिगन मिथिलेसू।।
महिमा तासु कहै किमि तुलसी।भगति सुभायँ सुमति हियँ हुलसी।।
आपु छोटि महिमा बड़ि जानी।कबिकुल कानि मानि सकुचानी।।
कहि न सकति गुन रुचि अधिकाई।मति गति बाल बचन की नाई।।
kṛpāsiṃdhu lakhi loga dukhāre |nija sanehã surapati chala bhāre ||
sabhā rāu guru mahisura maṃtrī |bharata bhagati saba kai mati jaṃtrī ||
rāmahi citavata citra likhe se |sakucata bolata bacana sikhe se ||
bharata prīti nati binaya baṛāī |sunata sukhada baranata kaṭhināī ||
jāsu biloki bhagati lava-lesū |prema magana muni-gana mithileśū ||
mahimā tāsu kahai kimi tulasī |bhagati subhāyã sumati hiyã hulāsī ||
āpu choṭi mahimā baṛi jānī |kabikula kāni māni sakucānī ||
kahi na sakati guna ruci adhikāī |mati gati bāla bacana kī nāī ||
O Oceano de Misericórdia, vendo o povo em aflição, percebeu quão pesadamente o engano de Indra havia atuado sobre seu próprio afeto. Na corte, rei, preceptor, brâmanes, ministros, a devoção de Bharata tornou-se o instrumento que estabilizou cada mente. Todos mantinham o olhar fixo em Rama como se estivessem pintados em um quadro; falavam com palavras treinadas, mas com modesta hesitação. O amor, a humildade e a súplica reverente de Bharata, doces de ouvir, eram difíceis de descrever. Ao mero vislumbre de um traço de tal devoção, os sábios e Janaka, senhor de Mithila, ficavam imersos em amor. Como pode Tulsi narrar essa grandeza? Por natureza, a devoção faz florescer a sã compreensão no coração. Sabendo-se pequeno e a glória grandiosa, o poeta, por escrúpulo à arte, recua; não consegue expressar aquelas excelências amadas, seu entendimento como a fala de uma criança.
Doha 303
भरत बिमल जसु बिमल बिधु सुमति चकोरकुमारि।उदित बिमल जन हृदय नभ एकटक रही निहारि।।303।।
bharata bimala jasū bimala bidhū sumati cakorakumāri |udita bimala jana hṛdaya nabha ekaṭaka rahī nihāri ||303||
A fama imaculada de Bharata é como a lua sem mancha; e o Reto Entendimento, como uma jovem donzela chakor, fixa seu olhar sem pestanejar sobre ela, ao surgir no céu límpido dos corações dos devotos.
Chaupai 304.1-4
भरत सुभाउ न सुगम निगमहूँ।लघु मति चापलता कबि छमहूँ।।
कहत सुनत सति भाउ भरत को।सीय राम पद होइ न रत को।।
सुमिरत भरतहि प्रेमु राम को।जेहि न सुलभ तेहि सरिस बाम को।।
देखि दयाल दसा सबही की।राम सुजान जानि जन जी की।।
धरम धुरीन धीर नय नागर।सत्य सनेह सील सुख सागर।।
देसु काल लखि समउ समाजू।नीति प्रीति पालक रघुराजू।।
बोले बचन बानि सरबसु से।हित परिनाम सुनत ससि रसु से।।
तात भरत तुम्ह धरम धुरीना।लोक बेद बिद प्रेम प्रबीना।।
bharata subhāu na sugama nigama-hū̃ |laghu mati cāpalatā kabi chamahū̃ ||
kahata sunata sati bhāu bharata ko |sīya rāma pada hoi na rata ko ||
sumirata bharatahi premu rāma ko |jehi na sulabha tehi sarisa bāma ko ||
dekhi dayāla dasā sabahī kī |rāma sujāna jāni jana jī kī ||
dharama dhurīna dhīra naya nāgara |satya saneha sīla sukha sāgara ||
desu kāla lakhi samau samājū |nīti prīti pālaka raghurājū ||
bole bacana bāni sarabasu se |hita parināma sunata sasi rasu se ||
tāta bharata tumha dharama dhurīnā |loka beda bida prema prabīnā ||
A natureza de Bharata não é facilmente compreendida nem mesmo pelos Vedas; como poderia um poeta de pequeno entendimento e mente inconstante fazer-lhe justiça? Falando dele, ouvindo dele, o verdadeiro sentimento pelos pés de Sita e Rama não pode deixar de despertar. Lembrando Bharata, o amor por Rama cresce: tal ser é raro, e ninguém poderia ser seu igual. O compassivo Rama, conhecendo os corações de seu povo, viu a condição de todos. Firme, suportando o peso do dharma, hábil em conduta sábia, um oceano de verdade, afeição, gentileza e alegria, Raghu-raja, discernindo terra, tempo, ocasião e assembleia, pronunciou palavras como se fossem seu tudo: seu resultado era o bem, sua audição fresca como o néctar da lua. 'Querido Bharata, és um verdadeiro pilar do dharma, versado nos costumes do povo e no Veda, e consumado no amor.'
Doha 304
करम बचन मानस बिमल तुम्ह समान तुम्ह तात।गुर समाज लघु बंधु गुन कुसमयँ किमि कहि जात।।304।।
karama bacana mānasa bimala tumha samāna tumha tāta |gura samāja laghu bandhu guna kusamayã kimi kahi jāta ||304||
Em ação, em palavra e em mente és puro, amado, uno com teu verdadeiro ser. Contudo, em tal crise inoportuna, como se pode falar adequadamente do valor do conselho dos anciãos e da virtude de um irmão mais novo?
Chaupai 305.1-4
जानहु तात तरनि कुल रीती।सत्यसंध पितु कीरति प्रीती।।
समउ समाजु लाज गुरुजन की।उदासीन हित अनहित मन की।।
तुम्हहि बिदित सबही कर करमू।आपन मोर परम हित धरमू।।
मोहि सब भाँति भरोस तुम्हारा।तदपि कहउँ अवसर अनुसारा।।
तात तात बिनु बात हमारी।केवल गुरुकुल कृपाँ सँभारी।।
नतरु प्रजा परिजन परिवारू।हमहि सहित सबु होत खुआरू।।
जौं बिनु अवसर अथवँ दिनेसू।जग केहि कहहु न होइ कलेसू।।
तस उतपातु तात बिधि कीन्हा।मुनि मिथिलेस राखि सबु लीन्हा।।
jānahu tāta tarani kula rītī |satya-sandha pitu kīrati prītī ||
samau samāju lāja gurujana kī |udāsīna hita anhita mana kī ||
tumhahi bidita sabahī kara karamū |āpana mora parama hita dharamū ||
mohi saba bhाँti bharosa tumhārā |tadapi kahaũ avasara anusārā ||
tāta tāta binu bāta hamārī |kevala gurukula kṛpā̃ sãbhārī ||
nataru prajā parijana parivārū |hamahi sahita sabu hota khuārū ||
jaũ binu avasara athavā̃ dinesū |jaga kehi kahahu na hoi kalesū ||
tasa utapātu tāta bidhi kīnhā |muni mithilesa rākhi sabu līnhā ||
Sabe, querido Bharata, o código sagrado da dinastia Solar: teu pai era comprometido com a verdade e prezava sua fama imaculada. Considera o tempo e a assembleia; defende a honra dos mais velhos; mantém a mente equilibrada ao avaliar ganho e perda. Conheces as ações de todos; teu bem supremo é o dharma, assim também é o meu. Confio em ti de todas as maneiras, contudo falo conforme o momento exige. Sem ti, querido irmão, nossa posição repousaria apenas na graça da casa do guru; de outra forma, o povo, nossos parentes e cada lar, junto comigo, todos estariam arruinados. Se alguém age sem considerar a ocasião, até mesmo o Sol é abalado, quem neste mundo escapa da turbulência? Tal comoção a Providência trouxe, mas os sábios e o Rei Janaka mantiveram tudo sob controle.
Doha 305
राज काज सब लाज पति धरम धरनि धन धाम।गुर प्रभाउ पालिहि सबहि भल होइहि परिनाम।।305।।
rāja kāja saba lāja pati dharama dharani dhana dhāma |gura prabhāu pālihi sabahi bhala hoi hi parināma ||305||
Os assuntos do reino, toda a honra, o sustento real do dharma, a estabilidade da terra, riqueza e lar, pelo poder sustentador do guru tudo será preservado, e o fim será auspicioso.
Chaupai 306.1-4
सहित समाज तुम्हार हमारा।घर बन गुर प्रसाद रखवारा।।
मातु पिता गुर स्वामि निदेसू।सकल धरम धरनीधर सेसू।।
सो तुम्ह करहु करावहु मोहू।तात तरनिकुल पालक होहू।।
साधक एक सकल सिधि देनी।कीरति सुगति भूतिमय बेनी।।
सो बिचारि सहि संकटु भारी।करहु प्रजा परिवारु सुखारी।।
बाँटी बिपति सबहिं मोहि भाई।तुम्हहि अवधि भरि बड़ि कठिनाई।।
जानि तुम्हहि मृदु कहउँ कठोरा।कुसमयँ तात न अनुचित मोरा।।
होहिं कुठायँ सुबंधु सुहाए।ओड़िअहिं हाथ असनिहु के घाए।।
Com toda nossa parentela, vossa família e a minha, guardaremos a casa, a floresta e a graça do Guru, como um depósito sagrado. Mãe, pai, Guru e mestre me instruíram; toda a retidão repousa sobre o Senhor que sustenta a terra. Isso deveis fazer e fazer-me fazer; ó pai, sede o protetor da raça solar. Vós sois o único verdadeiro adepto que concede todas as perfeições; vossa fama é uma guirlanda de glória, felicidade e prosperidade. Portanto, tendo considerado, suportai esta crise grave; trazei felicidade ao povo e à família. Compartilhei a calamidade com todos meus parentes; mas para vós, até hoje, tem havido grande dificuldade. Sabendo que sois de coração terno, falo palavras duras; em tal tempo de angústia, meu pai, minhas palavras não são impróprias. Bons parentes podem tornar-se duros; podem voltar suas mãos contra seus próprios parentes.
Doha 306
सेवक कर पद नयन से मुख सो साहिबु होइ।तुलसी प्रीति कि रीति सुनि सुकबि सराहहिं सोइ।।306।।
As mãos do servo estão aos pés do mestre, seus olhos voltados para seu rosto; assim ele se torna um verdadeiro servo. Tulsidas diz: ouvindo de tal amor, os bons poetas louvam essa devoção.
Chaupai 307.1-4
सभा सकल सुनि रघुबर बानी।प्रेम पयोधि अमिअ जनु सानी।।
सिथिल समाज सनेह समाधी।देखि दसा चुप सारद साधी।।
भरतहि भयउ परम संतोषू।सनमुख स्वामि बिमुख दुख दोषू।।
मुख प्रसन्न मन मिटा बिषादू।भा जनु गूँगेहि गिरा प्रसादू।।
कीन्ह सप्रेम प्रनामु बहोरी।बोले पानि पंकरुह जोरी।।
नाथ भयउ सुखु साथ गए को।लहेउँ लाहु जग जनमु भए को।।
अब कृपाल जस आयसु होई।करौं सीस धरि सादर सोई।।
सो अवलंब देव मोहि देई।अवधि पारु पावौं जेहि सेई।।
Quando toda a assembleia ouviu as palavras do Senhor dos Raghus, foi como se um oceano de amor se tivesse tornado néctar. A assembleia dissolveu-se em um transe de afeição; vendo sua condição, Sharada permaneceu em silêncio. Bharata sentiu contentamento supremo; enfrentando seu mestre, foi liberto da falta da tristeza. Seu rosto estava radiante, seu coração livre da dor; foi como se a graça da palavra tivesse descido sobre um mudo. Fez reverência com amor; então, unindo suas palmas, falou: 'Ó Senhor, minha felicidade partiu convosco; que proveito obtive de ter nascido neste mundo? Agora, ó misericordioso, que vosso mandado seja dado; eu o carregarei sobre minha cabeça com reverência. Concedei-me esse apoio, ó Senhor, pelo qual eu possa atravessar este oceano da existência.'
Doha 307
देव देव अभिषेक हित गुर अनुसासनु पाइ।आनेउँ सब तीरथ सलिलु तेहि कहँ काह रजाइ।।307।।
Ó Deus dos deuses, para realizar vossa coroação, obtive o mandado do Guru. Trouxe água de todos os lugares sagrados; qual é vosso desejo a respeito disso?
Chaupai 308.1-4
एकु मनोरथु बड़ मन माहीं।सभयँ सकोच जात कहि नाहीं।।
कहहु तात प्रभु आयसु पाई।बोले बानि सनेह सुहाई।।
चित्रकूट सुचि थल तीरथ बन।खग मृग सर सरि निर्झर गिरिगन।।
प्रभु पद अंकित अवनि बिसेषी।आयसु होइ त आवौं देखी।।
अवसि अत्रि आयसु सिर धरहू।तात बिगतभय कानन चरहू।।
मुनि प्रसाद बनु मंगल दाता।पावन परम सुहावन भ्राता।।
रिषिनायकु जहँ आयसु देहीं।राखेहु तीरथ जलु थल तेहीं।।
सुनि प्रभु बचन भरत सुख पावा।मुनि पद कमल मुदित सिरु नावा।।
Há um desejo profundo em meu coração, que não falei na assembleia por modéstia. Dizei-me, ó pai, tendo obtido o mandado do Senhor. Ele falou com palavras doces de afeição. Chitrakoot é uma terra pura, uma peregrinação florestal, com pássaros, veados, lagos, rios, cachoeiras e montanhas. A terra ali está especialmente marcada pelos pés do Senhor; se eu tiver vossa permissão, irei vê-la. Ali habita o sábio Atri; colocai seu mandado sobre vossa cabeça; ó pai, percorrei a floresta sem medo. Pela graça do sábio, a floresta é uma doadora de bênçãos; é purificadora e muito bela, ó irmão. Onde o Senhor dos Sábios concede permissão, ali guardai as águas sagradas e a terra. Ouvindo as palavras do Senhor, Bharata encontrou felicidade; curvou sua cabeça com alegria aos pés de lótus do sábio.
Doha 308
भरत राम संबादु सुनि सकल सुमंगल मूल।सुर स्वारथी सराहि कुल बरषत सुरतरु फूल।।308।।
Ouvindo a conversa entre Bharata e Rama, que é a raiz de todas as bênçãos, os deuses louvaram a ambos; e das árvores celestiais choveram flores.
Chaupai 309.1-4
धन्य भरत जय राम गोसाईं।कहत देव हरषत बरिआई।।
मुनि मिथिलेस सभाँ सब काहू।भरत बचन सुनि भयउ उछाहू।।
भरत राम गुन ग्राम सनेहू।पुलकि प्रसंसत राउ बिदेहू।।
सेवक स्वामि सुभाउ सुहावन।नेमु पेमु अति पावन पावन।।
मति अनुसार सराहन लागे।सचिव सभासद सब अनुरागे।।
सुनि सुनि राम भरत संबादू।दुहु समाज हियँ हरषु बिषादू।।
राम मातु दुखु सुखु सम जानी।कहि गुन राम प्रबोधीं रानी।।
एक कहहिं रघुबीर बड़ाई।एक सराहत भरत भलाई।।
Os deuses clamaram: 'Abençoado é Bharata! Vitória ao Senhor Rama!' e se alegraram grandemente. Na assembleia dos sábios e do Rei de Mithila, todos os que ouviram as palavras de Bharata ficaram cheios de êxtase. Bharata e Rama estavam unidos por um profundo afeto; o Rei de Videha os louvou, seu corpo vibrando de emoção. A disposição de servo e mestre era muito agradável; seu dever e seu amor eram supremamente puros. Segundo sua compreensão, os ministros e a assembleia começaram a louvá-los, todos cheios de amor. Ouvindo repetidamente a conversa entre Rama e Bharata, ambas as assembleias sentiram em seus corações uma alegria e tristeza misturadas. A mãe de Rama considerou sua dor e sua alegria como uma só; a Rainha falou das virtudes de Rama e a instruiu. Alguns exaltavam a grandeza do Senhor dos Raghus; outros louvavam a bondade de Bharata.
Doha 309
अत्रि कहेउ तब भरत सन सैल समीप सुकूप।राखिअ तीरथ तोय तहँ पावन अमिअ अनूप।।309।।
Então Atri disse a Bharata, perto da montanha e do belo poço: 'Guardai a água deste local de peregrinação aqui; é purificadora, como néctar e incomparável.'
परंपरानुसार इस प्रसंग का पाठ ‘सेवक-धर्म’ (आज्ञापालन), ‘प्रजा/परिवार में शान्ति’ और ‘मन के उचाट-द्विविधा’ के शमन का फल देता है; विशेषतः भरत-विनय का श्रवण/कीर्तन दास्य-भक्ति को निर्मल कर ‘अहं-त्याग’ की सिद्धि में सहायक माना जाता है।
सामान्य वैष्णव-परंपरा में दास्य-विनय प्रसंगों पर ‘श्रीराम जय राम जय जय राम’ (नाम-संपुट) या ‘राम रामेति रामेति’ (नाम-स्मरण) जोड़ा जाता है; कुछ रामानंदी पाठ-परंपराओं में ‘सीता-राम’ नाम-संपुट भी प्रचलित है।
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