Mahabharata Adhyaya 272
Vana ParvaAdhyaya 27263 Versesपाण्डवों के पक्ष में निर्णायक; जयद्रथ-पक्ष की पंक्तियाँ टूटती हैं और राजा स्वयं पलायन करता है।

Adhyaya 272

इन्द्रजिद्-लक्ष्मणयुद्धम् (Indrajit and Lakṣmaṇa: Escalation through Concealment)

Upa-parva: Mārkaṇḍeya-Samvāda (Embedded Rāmāyaṇa/Indrajit Episode)

Mārkaṇḍeya reports that after hearing of key battlefield losses (including Kumbhakarṇa and others), Rāvaṇa addresses his son Indrajit, urging him to strike Rāma, Lakṣmaṇa, and Sugrīva, praising Indrajit’s prior martial renown. Indrajit accepts, advances to the battlefield, and openly challenges Lakṣmaṇa. A fierce duel ensues between two expert users of divine missiles; when conventional exchange does not yield advantage, Indrajit intensifies effort, hurling powerful projectiles that Lakṣmaṇa counters. Aṅgada intervenes with a tree-strike; Indrajit retaliates, disabling Aṅgada’s chariot and then employing māyā to disappear. From concealment, Indrajit targets and wounds Rāma and Lakṣmaṇa with boon-granted arrows; both attempt to engage an unseen opponent while the vānaras search the sky with boulders. The chapter culminates with Rāma and Lakṣmaṇa heavily pierced by arrows and falling to the ground, likened to the sun and moon descending—an image emphasizing the crisis point created by concealment and concentrated missile-force.

Chapter Arc: द्रौपदी के अपमान का प्रतिशोध बनकर पाण्डवों का क्रोध रणभूमि में उतरता है; युधिष्ठिर सहित पाँचों भाइयों को आते देख शिबि–सौवीर–सिन्धु की सेनाओं में घोर शब्द और विषाद फैल जाता है। → जयद्रथ के पक्ष की संयुक्त टुकड़ियाँ पाण्डवों को रोकने के लिए घेराबंदी करती हैं—विशेषतः भीम को रथों की विशाल पंक्तियों से कोटिकास्य घेर लेता है; उधर युधिष्ठिर पर त्रिगर्तराज उतरकर आक्रमण करता है, और नकुल के वध हेतु सुरथ उन्मत्त गजराज भेजता है। → पाण्डव-पराक्रम का उफान निर्णायक बनता है—युधिष्ठिर, भीम, अर्जुन, नकुल, सहदेव के समन्वित प्रहार से शिबि, इक्ष्वाकु, त्रिगर्त, सैन्धव आदि के महारथी बाण-गोचर होकर कटते जाते हैं; जयद्रथ की सेना का मनोबल टूटता है और उसका पलायन आरम्भ हो जाता है। → सेना का संहार कर पाण्डव द्रौपदी की रक्षा-प्रतिज्ञा को बल देते हैं; जयद्रथ भयभीत होकर वन की ओर भागता है—उसमें अब केवल भागने का ही ‘पराक्रम’ शेष रह जाता है, और अर्जुन (फाल्गुन) उसका पीछा करते हुए आगे की कार्रवाई का संकेत देता है। → अर्जुन का जयद्रथ के पीछे-पीछे बढ़ना—क्या वह उसे पकड़कर दण्ड देगा, या जयद्रथ किसी शरण/उपाय से बच निकलेगा?

Shlokas

Verse 1

८-० 05० (0) अत हा एकसप्तत्याधिकद्विशततमो< ध्याय: पाण्डवोंद्वारा जयद्रथकी सेनाका संहार

Vaiśampāyana disse: Então o rei de Sindhu, Jayadratha, incitou os reis aliados que vinham com ele, bradando: “Ficai firmes! Golpeai! Correi depressa na perseguição!”, e assim os inflamou para a batalha.

Verse 2

ततो घोरतम: शब्दो रणे समभवत्‌ तदा । भीमार्जुनयमान्‌ दृष्टवा सैन्यानां सयुधिष्ठिरान्‌,उस समय रणभूमिमें युधिष्ठि, भीमसेन, अर्जुन, नकुल और सहदेवको देखकर जयद्रथके सैनिकोंमें बड़ा भयंकर कोलाहल मच गया

Então, naquele momento, ergueu-se no campo de batalha um clamor dos mais terríveis. Ao verem Yudhiṣṭhira junto de Bhīma e Arjuna, os exércitos irromperam num tumulto cheio de pavor.

Verse 3

शिबिसौवीरसिन्धूनां विषादश्चाप्पजायत । तान्‌ दृष्टवा पुरुषव्याप्रान्‌ व्याप्रानिव बलोत्कटान्‌

Vaiśampāyana disse: Quando os reis de Śibi, Sauvīra e Sindhu viram os Pāṇḍavas — homens como leões, formidáveis em força como tigres —, também eles foram tomados por profunda desolação.

Verse 4

हेमचित्रसमुत्सेधां सर्वशैक्यायसीं गदाम्‌ । प्रगृह्मा भ्यद्रवद्‌ भीम: सैन्धवं कालचोदितम्‌

Disse Vaiśampāyana: Empunhando uma maça imensa—com a parte superior adornada por lâminas de ouro e todo o corpo forjado do ferro chamado Śaikya—Bhīma, como se fosse impelido pelo próprio Tempo, arremeteu em linha reta contra Jayadratha de Sindhu.

Verse 5

तदन्तरमथावृत्य कोटिकास्यो5 भ्यहारयत्‌ । महता रथवंशेन परिवार्य वृकोदरम्‌,इतनेमें ही रथोंकी विशाल सेनाके द्वारा भीमसेनको सब ओरसे घेरकर कोटिकास्यने जयद्रथ और भीमसेनके बीचमें भारी व्यवधान डाल दिया

Disse Vaiśampāyana: Nesse ínterim, Koṭikāsya interveio e avançou. Com uma grande massa de carros de guerra, cercou Vṛkodara (Bhīma) por todos os lados, erguendo um formidável obstáculo entre Jayadratha e Bhīmasena.

Verse 6

शक्तितोमरनाराचैर्वीरबाहुप्रचोदितै: । कीर्यमाणो5पि बहुभिर्न सम भीमो5भ्यकम्पत

Disse Vaiśampāyana: Embora muitas armas—lanças (śakti), dardos (tomara) e flechas de ferro (nārāca)—arremessadas com toda a força dos braços dos guerreiros fossem despejadas sobre ele, Bhīma não vacilou nem por um instante.

Verse 7

गजं तु सगजारोहं पदातींश्व चतुर्दश । जघान गदया भीम: सैन्धवध्वजिनीमुखे,उन्होंने जयद्रथकी सेनाके मुहानेपर जाकर अपनी गदाकी चोटसे सवारसहित एक हाथी और चौदह पैदलोंको मार डाला

Disse Vaiśampāyana: Na própria linha de frente do exército de Jayadratha, Bhīma derrubou com sua maça um elefante junto com o seu cavaleiro, e mais catorze soldados de infantaria.

Verse 8

पार्थ: पञ्च शतान्‌ शूरान्‌ पर्वतीयान्‌ महारथान्‌ | परीप्समान: सौवीरं जघान ध्वजिनीमुखे

Disse Vaiśampāyana: Arjuna, decidido a capturar o rei de Sauvīra (Jayadratha), abateu quinhentos valentes grandes guerreiros de carro, nascidos nas montanhas, que se postavam na vanguarda do exército.

Verse 9

राजा स्वयं सुवीराणां प्रवराणां प्रहारिणाम्‌ । निमेषमात्रेण शतं जघान समरे तदा

Disse Vaiśampāyana: Então o próprio rei, no meio da batalha, abateu cem dos mais eminentes guerreiros de Souvīra—os que o golpeavam—no espaço de um único piscar de olhos. A cena realça a formidável destreza do monarca quando o dever e a sobrevivência na guerra exigem ação decisiva.

Verse 10

ददृशे नकुलस्तत्र रथात्‌ प्रस्कन्द्य खड्गधृक्‌ । शिरांसि पादरक्षाणां बीजवत्‌ प्रवपन्‌ मुहुः

Disse Vaiśampāyana: Ali viu-se Nakula saltar de seu carro, espada em punho. Repetidas vezes decepou as cabeças dos guardas de infantaria, espalhando-as pelo chão como sementes—imagem de uma destreza implacável no campo de batalha, que mostra como, solta na guerra, a arte marcial transforma corpos vivos em meros penhores de vitória.

Verse 11

सहदेवस्तु संयाय रथेन गजयोधिन: । पातयामास नाराचैट्रैमेभ्य इव बर्हिण:

Disse Vaiśampāyana: Sahadeva, avançando em sua carruagem, enfrentou os guerreiros montados em elefantes. Com suas flechas nārāca, abatia-os repetidas vezes, e eles caíam como pavões derrubados das árvores pelos tiros de um caçador—imagem que ressalta tanto a ferocidade da batalha quanto a eficiência implacável da arte marcial quando o dharma é disputado pelas armas.

Verse 12

ततस्त्रिगर्त: सधनुरवतीर्य महारथात्‌ । गदया चतुरो वाहान्‌ राज्ञस्तस्य तदावधीत्‌,तदनन्तर धनुष हाथमें लिये त्रिगर्तराजने अपने विशाल रथसे उतरकर राजा युधिष्ठिरके चारों घोड़ोंको गदासे मार डाला

Disse Vaiśampāyana: Então o rei de Trigarta, com o arco na mão, desceu de sua grande carruagem e, com sua maça, abateu ali mesmo os quatro cavalos daquele rei (Yudhiṣṭhira). Na dura ética do campo de batalha, incapacitar a mobilidade do adversário é uma tática decisiva—mas também intensifica a tensão moral da guerra, em que a vitória é buscada pela destruição dos próprios suportes da vida e do dever.

Verse 13

तमभ्याशगतं राजा पदातिं कुन्तिनन्दन: । अर्धचन्द्रेण बाणेन विव्याधोरसि धर्मराट्‌,उसे पैदल ही पास आया देख कुन्तीनन्दन धर्मराज युधिष्ठिरने अर्धचन्द्राकार बाणसे उसकी छातीको छेद डाला

Disse Vaiśaṃpāyana: Vendo que o soldado a pé se aproximara, o rei Yudhiṣṭhira—filho de Kuntī, firme no dharma—traspassou-lhe o peito com uma flecha em forma de crescente. Mesmo no aperto do combate, a narrativa enquadra o ato de Yudhiṣṭhira como realeza disciplinada: força empregada com decisão para enfrentar uma ameaça imediata, não como crueldade, mas como dever de proteção na guerra.

Verse 14

स भिन्नह्दयो वीरो वक्‍त्राच्छोणितमुद्धमन्‌ । पपाताभिमुख: पार्थ छिन्नमूल इव द्रुम:

Disse Vaiśampāyana: O herói, com o coração partido, cuspindo sangue pela boca, tombou para a frente—ó Pārtha—como uma árvore cujas raízes foram cortadas.

Verse 15

तब हृदय विदीर्ण हो जानेके कारण वीर त्रिगर्तराज मुखसे रक्त वमन करता हुआ राजा युधिष्ठिरके सामने ही जड़से कटे हुए वृक्षकी भाँति पृथ्वीपर गिर पड़ा ।।

Então o valente rei dos Trigartas, como se o coração lhe tivesse sido rasgado, vomitando sangue pela boca, desabou diante do rei Yudhiṣṭhira, caindo por terra como uma árvore cortada pela raiz. Em seguida, Indrasena (o segundo), saltando do carro, conduziu Dharmarāja Yudhiṣṭhira—cujos cavalos haviam sido mortos—para o grande carro de Sahadeva.

Verse 16

नकुलं त्वभिसंधाय क्षेमड्करमहामुखौ । उभावुभयतस्तीकणै: शरवर्षैरवर्षताम्‌,दूसरी ओर क्षेमंकर और महामुख नामक दो वीर (राजकुमार) नकुलको लक्ष्य करके दोनों ओरसे तीखे बाणोंकी वर्षा करने लगे

Disse Vaiśampāyana: Mirando Nakula, os dois guerreiros—Kṣemaṅkara e Mahāmukha—fizeram chover de ambos os lados saraivadas de flechas afiadas.

Verse 17

तोमरैरभिवर्षन्ती जीमूताविव वार्षिकौ । एकैकेन विपाठेन जघ्ने माद्रवतीसुत:

Disse Vaiśampāyana: Chovendo dardos, os dois pareciam um par de nuvens da estação das chuvas. Contudo Nakula, filho de Mādrī, derrubou-os—cada um com uma única flecha Vipāṭha.

Verse 18

त्रिगर्तराज: सुरथस्तस्याथ रथधूर्गत: । रथमाक्षेपयामास गजेन गजयानवित्‌,तदनन्तर हाथीका संचालन करनेमें निपुण त्रिगर्तराज सुरथने नकुलके रथके धुरेके पास पहुँचकर अपने हाथीके द्वारा उनके रथको दूर फेंकवा दिया

Disse Vaiśampāyana: Então Suratha, rei dos Trigartas, hábil em conduzir elefantes, levou o seu elefante até a lança do carro e, com a força do animal, arremessou o carro para longe.

Verse 19

नकुलस्त्वपभीस्तस्माद्‌ रथाच्चर्मासिपाणिमान्‌ | उदश्रान्तं स्थानमास्थाय तस्थौ गिरिरिवाचल:

Disse Vaiśampāyana: Nakula, porém, não sentiu o menor medo. Com escudo e espada na mão, saltou do carro, tomou posição num lugar seguro e permaneceu imóvel—firme como uma montanha.

Verse 20

सुरथस्तं गजवरं वधाय नकुलस्य तु । प्रेषयामास सक्रोधमत्युच्छितकरं तत:,तब सुरथने कुपित होकर अत्यन्त ऊँचे सूँड़ उठाये हुए उस गजराजको नकुलका वध करनेके लिये प्रेरित किया

Disse Vaiśampāyana: Então Suratha, tomado pela ira, enviou aquele excelente elefante—com a tromba erguida bem alto—com a ordem de matar Nakula.

Verse 21

नकुलस्तस्य नागस्य समीपपरिवर्तिन: । सविषाणं भुजं मूले खड्गेन निरकृन्तत

Disse Vaiśampāyana: Nakula, girando bem perto daquela fera, decepou com a espada, pela raiz, o membro semelhante a um braço que trazia um chifre.

Verse 22

परंतु नकुलने खड्गद्वारा अपने निकट आये हुए उस हाथीकी सूँड़को दाँतोंसहित जड़से काट डाला ।।

Disse Vaiśampāyana: Mas Nakula, com a espada, cortou pela raiz a tromba do elefante quando este se aproximou, juntamente com as presas. Adornado com guizos tilintantes, o grande elefante soltou um brado estrondoso e, tombando de cabeça no chão, derrubou também o seu condutor ao cair.

Verse 23

स तत्‌ कर्म महत्‌ कृत्वा शूरो माद्रवतीसुत: । भीमसेनरयथं प्राप्य शर्म लेभे महारथ:,यह महान पराक्रम प्रकट करके शूरवीर माद्रीनन्दन महारथी नकुल भीमसेनके रथपर चढ़ गये और वहीं पहुँचकर उन्हें शान्ति मिली

Disse Vaiśampāyana: Tendo realizado aquele grande feito, o heróico filho de Mādrī—Nakula, um maharatha—alcançou o carro de Bhīmasena; e, ao chegar ali, encontrou proteção e alívio.

Verse 24

भीमस्त्वापततो राज्ञ: कोटिकास्यस्य सड़रे । सूतस्य नुदतो वाहान्‌ क्षुरेणापाहरच्छिर:

Disse Vaiśaṃpāyana: No auge da batalha, quando o rei Koṭikāsya avançou em carga, Bhīma—vendo o sūta, o cocheiro, incitando os cavalos—decepou-lhe de pronto a cabeça com uma arma de fio como navalha.

Verse 25

इधर भीमसेनने युद्धमें अपने ऊपर आक्रमण करनेवाले राजा कोटिकास्यके सारथिका, जो उस समय घोड़ोंका संचालन कर रहा था, छुरेसे सिर उड़ा दिया ।।

Disse Vaiśaṃpāyana: Ali, em pleno combate, Bhīmasena, com arma de fio como navalha, decepou a cabeça do sūta—o cocheiro—do rei Koṭikāśya, que naquele momento governava os cavalos. O rei, embora atacado, não percebeu que seu cocheiro fora morto por Bhīma, de braços poderosos. Caído o condutor, os cavalos de Koṭikāśya, sem guia, dispararam e se espalharam pelo campo de batalha em várias direções.

Verse 26

विमुखं हतसूतं त॑ भीम: प्रहरतां वर: । जघान तलयुक्तेन प्रासेनाभ्येत्य पाण्डव:

Disse Vaiśaṃpāyana: Vendo-o voltar-se para longe da luta depois de morto o seu cocheiro, Bhīma—o mais eminente entre os que golpeiam—avançou e o matou com um prāsa, uma lança provida de haste.

Verse 27

द्वादशानां तु सर्वेषां सौवीराणां धनंजय: । चकर्त निशितैर्भल्लैर्धनूंषि च शिरांसि च,अर्जुनने सौवीरदेशके जो बारह राजकुमार थे, उन सबके धनुष और मस्तक अपने भल्ल नामक तीखे बाणोंसे काट गिराये

Disse Vaiśaṃpāyana: Então Dhanañjaya (Arjuna), com suas flechas bhalla afiadas, cortou os arcos—e até as cabeças—de todos os doze príncipes do país de Sauvīra.

Verse 28

शिबीनिक्ष्वाकुमुख्यां श्व त्रिगर्तान्‌ सैन्धवानपि । जघानातिरथ: संख्ये बाणगोचरमागतान्‌,उन अतिरथी वीरने युद्धमें बाणोंके लक्ष्य बने हुए शिबि, इक्ष्वाकु, त्रिगर्त और सिन्धुदेशके क्षत्रियोंको भी मार डाला

Disse Vaiśaṃpāyana: No auge do combate, aquele grande guerreiro de carro (Atiratha) abateu até os mais ilustres entre os Śibis e os Ikṣvākus, bem como os Trigartas e os homens do Sindhu, quando entraram no alcance de suas flechas—tornando-se alvos diante dele.

Verse 29

सादिता: प्रत्यदृश्यन्त बहव: सव्यसाचिना । सपताकाश्न मातज्ा: सध्वजाश्व॒ महारथा:,सव्यसाची अर्जुनके द्वारा मारे या नष्ट किये गये पताकासहित बहुतेरे हाथी और ध्वजायुक्त अनेक विशाल रथ दृष्टिगोचर हो रहे थे

Vaiśampāyana said: Many warriors lay slain, brought down by Arjuna the ambidextrous archer. Elephants with their banners still raised and great chariots—horses and standards intact—were seen strewn about, bearing witness to the overwhelming force of his arms. The scene underscores the grim moral weight of battle: prowess achieves victory, yet it also leaves a visible trail of destruction that demands sober reflection on the costs of violence and the responsibilities of those who wield power.

Verse 30

प्रच्छाद्य पृथिवीं तस्थु: सर्वमायोधन प्रति । शरीराण्यशिरस्कानि विदेहानि शिरांसि च

Vaiśampāyana said: Covering the earth, they stood facing the entire battlefield. There were bodies without heads, and severed heads lying apart from their bodies—an appalling scene that underscores the ruinous cost of violence and the moral gravity of slaughter.

Verse 31

उस समय बिना सिरके धड़ और बिना धड़के सिर समस्त रणभूमिको आच्छादित करके बिखरे पड़े थे ।।

Vaiśampāyana said: There, dogs, vultures, kaṅkas (white kites), kākolas (mountain crows), bhāsas (kites), jackals, and crows fed without satiety on the flesh and blood of the slain heroes. The battlefield, strewn with severed heads and headless trunks, became a grim witness to the ethical cost of violence—where valor ends in carrion and the fruits of adharma are consumed by beasts and birds.

Verse 32

हतेषु तेषु वीरेषु सिन्धुराजो जयद्रथ: । विमुच्य कृष्णां संत्रस्त: पलायनपरो5भवत्‌,उन वीरोंके मारे जानेपर सिन्धुराज जयद्रथ भयसे थर्रा उठा और द्रौपदीको वहीं छोड़कर उसने भाग जानेका विचार किया

When those warriors had been slain, Jayadratha, the king of Sindhu, was shaken with fear. Releasing Kṛṣṇā (Draupadī) and abandoning his wrongful seizure, he turned his mind wholly toward flight—choosing self-preservation over facing the consequences of his adharma.

Verse 33

स तस्मिन्‌ संकुले सैन्ये द्रौपदीमवतार्य ताम्‌ प्राणप्रेप्सुरुपाधावद्‌ वनं येन नराधम:,उस तितर-बितर हुई सेनाके बीच उस द्रौपदीको रथसे उतारकर नराधम जयद्रथ अपने प्राण बचानेके लिये वनकी ओर भागा

In that confused and scattered army, the vile Jayadratha set Draupadī down from his chariot and, desperate to save his own life, fled toward the forest. The verse underscores the moral contrast between abducting a helpless woman and then abandoning her when danger arises—cowardice joined to adharma.

Verse 34

द्रौपदी धर्मराजस्तु दृष्टवा धौम्यपुरस्कृताम्‌ माद्रीपुत्रेण वीरेण रथमारोपयत्‌ तदा

Disse Vaiśampāyana: Quando Dharmarāja Yudhiṣṭhira viu Draupadī aproximar-se, com o sábio Dhaumya à frente, de pronto fez com que o heróico filho de Mādrī, Sahadeva, a ajudasse a subir ao carro.

Verse 35

ततस्तद्‌ विद्रुतं सैन्यमपयाते जयद्रथे । आदिदश्यादिश्य नाराचैराजघान वृकोदर:,जयद्रथके भाग जानेपर सारी सेना इधर-उधर भाग चली, परंतु भीमसेन अपने नाराचोंद्वारा नाम बता-बताकर उन सैनिकोंका वध करने लगे

Disse Vaiśampāyana: Quando Jayadratha se retirou, aquele exército em debandada dispersou-se em fuga. Então Vṛkodara (Bhīma), chamando-os pelo nome e escolhendo os alvos, abateu-os com flechas nārāca.

Verse 36

सव्यसाची तु तं दृष्टवा पलायन्तं जयद्रथम्‌ । वारयामास निष्नन्तं भीम॑ सैन्धवसैनिकान्‌,जयद्रथको भागते देख अर्जुनने उसके सैनिकोंके संहारमें लगे हुए भीमसेनको रोका

Disse Vaiśaṃpāyana: Vendo Jayadratha fugir, Arjuna, o arqueiro ambidestro, conteve Bhīma, que estava abatendo os soldados do rei do Sindhu.

Verse 37

अजुन उवाच यस्यापचारात्‌ प्राप्तोडयमस्मान्‌ क्लेशो दुरासद: । तमस्मिन्‌ समरोद्देशे न पश्यामि जयद्रथम्‌

Arjuna disse: “Por causa da falta daquele nos sobreveio esta aflição insuportável; e, no entanto, não vejo Jayadratha aqui, neste campo de batalha.”

Verse 38

तमेवान्विष भद्र| ते कि ते योधैर्निपातितै: । अनामिषमिदं कर्म कथं वा मन्यते भवान्‌

Arjuna disse: “Procura apenas a ele — Jayadratha — ó nobre irmão. Que ganho há em derrubar estes guerreiros? Este ato parece sem fruto; como o julgas tu mesmo, irmão?”

Verse 39

वैशग्पायन उवाच इत्युक्तो भीमसेनस्तु गुडाकेशेन धीमता । युधिष्ठटिरमभिप्रेक्ष्य वाग्मी वचनमत्रवीत्‌

Vaiśampāyana disse: Assim interpelado pelo sábio Guḍākeśa (Arjuna), Bhīmasena—hábil no falar—voltou o olhar para Yudhiṣṭhira e falou.

Verse 40

हतप्रवीरा रिपवो भूयिष्ठं विद्रुता दिश: । गृहीत्वा द्रौपदी राजन्‌ निवर्ततु भवानितः

Vaiśampāyana disse: “Ó rei, os principais heróis do inimigo foram abatidos, e a maior parte de suas tropas fugiu em todas as direções. Portanto, leva Draupadī contigo e retorna daqui ao eremitério.”

Verse 41

यमाभ्यां सह राजेन्द्र धौम्येन च महात्मना । प्राप्पाश्रमपदं राजन्‌ द्रौपदी परिसान्त्वय,“महाराज! आप नकुल, सहदेव तथा महात्मा धौम्यके साथ आश्रमपर पहुँचकर द्रौपदीको सान्त्वना दीजिये

Vaiśampāyana disse: “Ó melhor dos reis, junto com os dois filhos de Yamā (Nakula e Sahadeva) e com o magnânimo Dhaumya, ao alcançares a morada do eremitério, ó rei, consola Draupadī.”

Verse 42

नहि मे मोक्ष्यते जीवन्‌ मूढ: सैन्धवको नृप: । पातालतलसंस्थोडपि यदि शक्रोडस्य सारथि:

Vaiśampāyana disse: “Aquele rei iludido de Sindhu, Jayadratha, não escapará vivo de minhas mãos. Ainda que se esconda nas profundezas de Pātāla, ou ainda que o próprio Indra venha como seu cocheiro e auxiliar, hoje ele não será salvo.”

Verse 43

युधिछिर उवाच न हन्तव्यो महाबाहो दुरात्मापि स सैन्धव: । दुःशलामभिसंस्मृत्य गान्धारीं च यशस्विनीम्‌

Yudhiṣṭhira disse: “Ó de braços poderosos, o Saindhava (Jayadratha) não deve ser morto, ainda que seja perverso. Lembrando Duḥśalā, nossa irmã, e a ilustre Gāndhārī, abstém-te de matá-lo.”

Verse 44

वैशम्पायन उवाच तच्छुत्वा द्रौपदी भीममुवाच व्याकुलेन्द्रिया । कुपिता ह्वीमती प्राज्ञा पती भीमार्जुनावुभी

Vaiśampāyana disse: Ao ouvir aquilo, Draupadī—com os sentidos em alvoroço—dirigiu-se a Bhīma. Embora tomada de ira, manteve-se recatada e perspicaz, falando a ambos os seus maridos, Bhīma e Arjuna.

Verse 45

वैशम्पायनजी कहते हैं-जनमेजय! युधिष्ठिरकी यह बात सुनकर द्रौपदीकी सारी इन्द्रियाँ व्याकुल हो उठीं। वह लज्जावती और बुद्धिमती होनेपर भी भीमसेन और अर्जुन दोनों पतियोंसे कुपित होकर बोली-- ।।

Vaiśampāyana disse: “Ó Janamejaya! Ao ouvir as palavras de Yudhiṣṭhira, todos os sentidos de Draupadī foram lançados em tumulto. Embora recatada e sábia, ela se enfureceu com ambos os seus maridos — Bhīmasena e Arjuna — e disse: ‘Se de fato quereis fazer o que me é caro, então aquele mais vil dos homens deve ser morto. Esse pecador da terra do Sindhu — de mente perversa, vergonha de sua linhagem — tem de ser executado.’”

Verse 46

भार्यभिहर्ता वैरी यो यश्व राज्यहरो रिपु: | याचमानोडपि संग्रामे न मोक्तव्य: कथंचन

Vaiśaṃpāyana disse: “O inimigo que raptou a esposa de alguém e o adversário que usurpou o seu reino—quando tal homem é encontrado em batalha, ainda que suplique pela vida, não deve ser poupado em circunstância alguma.”

Verse 47

इत्युक्तौ तौ नरव्याप्रौ ययतुर्यत्र सैन्धव: । राजा निववृते कृष्णामादाय सपुरोहित:

Vaiśaṃpāyana disse: Assim interpelados, aqueles dois heróis, tigres entre os homens, partiram na direção por onde fora o príncipe do Sindhu (Jayadratha). O rei Yudhiṣṭhira, porém, voltou atrás, levando Kṛṣṇā (Draupadī) consigo, juntamente com o sacerdote da família, Dhaumya, e seguiu para o eremitério—pondo em primeiro lugar a proteção dela e a ordem do dharma em meio à crise.

Verse 48

स प्रविश्याश्रमपदमपविद्धबूसीमठम्‌ । मार्कण्डेयादिभिर्विप्रैरनुकीर्ण ददर्श ह

Ao entrar no recinto do eremitério, viu que os assentos e a cabana de folhas destinada ao svādhyāya estavam abandonados e em desordem; os objetos achavam-se espalhados por toda parte. Ali se reuniam os brahmarṣis, como Mārkaṇḍeya e outros.

Verse 49

द्रौोपदीमनुशोचद्धि्राह्मणैस्तै:ः समाहितैः । समियाय महाप्राज्ञ: सभार्यो भ्रातृमध्यग:

Aqueles brāhmaṇas, de mente concentrada, lamentavam repetidas vezes por Draupadī. Então chegou ali Yudhiṣṭhira, de grande sabedoria, acompanhado de sua esposa, caminhando com os irmãos ao redor, colocado entre Nakula e Sahadeva.

Verse 50

ते सम त॑ मुदिता दृष्टवा पुनः प्रत्यागतं नृपम्‌ जित्वा तान्‌ सिन्धुसौवीरान्‌ द्रौपदी चाहतां पुन:

Vaiśampāyana disse: Ao verem o rei retornar mais uma vez—tendo vencido os kṣatriyas de Sindhu e Sauvīra—e ao verem Draupadī trazida de novo ao āśrama, os sábios reunidos encheram-se de grande alegria.

Verse 51

स तै: परिवृतो राजा तत्रैवोपविवेश ह | प्रविवेशा श्रमं कृष्णा यमाभ्यां सह भाविनी,उन ब्राह्मणोंसे घिरे हुए राजा युधिष्ठिर वहीं बैठ गये और भामिनी कृष्णा नकुल- सहदेवके साथ आश्रमके भीतर चली गयी

Cercado por aqueles brāhmaṇas, o rei Yudhiṣṭhira sentou-se ali mesmo. Enquanto isso, a nobre Kṛṣṇā (Draupadī), junto com os gêmeos Nakula e Sahadeva, entrou no interior do āśrama.

Verse 52

भीमसेनार्जुनौ चापि श्रुत्वा क्रोशगतं रिपुम्‌ । स्वयमश्रांस्तुदन्ती तौ जवेनैवाभ्यधावताम्‌

Vaiśampāyana disse: Ao ouvirem que o inimigo havia avançado um krośa, Bhīmasena e Arjuna, eles mesmos, incitaram seus cavalos e partiram em perseguição com rapidez fulminante.

Verse 53

इदमत्यद्‌भुतं चात्र चकार पुरुषो<र्जुन: । क्रोशमात्रगतानश्चान्‌ सैन्धवस्य जघान यत्‌

Vaiśampāyana disse: Aqui Arjuna, aquele herói, realizou um feito assombroso. Embora os cavalos de Jayadratha já tivessem avançado um krośa inteiro, Arjuna os abateu de longe com flechas fortalecidas por armas divinas—mostrando firmeza na crise e um domínio disciplinado que torna possível até o difícil.

Verse 54

स हि दिव्यास्त्रसम्पन्न: कृच्छूकाले5प्यसम्भ्रम: । अकरोद्‌ दुष्करं कर्म शरैरस्त्रानुमन्त्रितै:

Disse Vaiśampāyana: Arjuna, dotado de armas celestes e inabalável mesmo em momentos de crise, realizou um feito difícil de alcançar — abateu de longe os cavalos em fuga com flechas fortalecidas por mantras de armas. A passagem realça sua firmeza sob pressão e seu domínio disciplinado das armas divinas, com as quais leva uma perseguição árdua ao seu desfecho decisivo.

Verse 55

ततो<भ्यधावतां वीरावुभौ भीमधनंजयौ । हताश्व॑ं सैन्धवं भीतमेकं व्याकुलचेतसम्‌

Disse Vaiśampāyana: Em seguida, os dois heróis, Bhīma e Dhanañjaya (Arjuna), lançaram-se na perseguição. Jayadratha de Sindhu, agora sem cavalos, viu-se sozinho e dominado pelo medo; sua mente tornou-se agitada e instável. A passagem ressalta como a ação injusta e a perda súbita de apoio podem transformar rapidamente a confiança em pânico, enquanto os perseguidores avançam com propósito resoluto para confrontar o ofensor.

Verse 56

सैन्धवस्तु हतान्‌ दृष्टवा तथाश्चान्‌ स्वान्‌ सुदुःखित: । अतिविक्रमकर्माणि कुर्वाणं च धनंजयम्‌,सिन्धुराज अपने घोड़ोंको मारा गया देख और अलौकिक पराक्रम कर दिखानेवाले अर्जुनको आता जान अत्यन्त दुःखी हो गया

Disse Vaiśampāyana: Ao ver seus cavalos de Sindhu abatidos, e igualmente seus próprios homens derrubados, o Saindhava (Jayadratha) foi tomado por profunda aflição. E ao contemplar Dhanañjaya (Arjuna) avançar—aquele que realiza feitos de valor extraordinário—sua tristeza se adensou, pois as consequências de uma agressão injusta retornavam sobre ele como retribuição irresistível.

Verse 57

पलायनकृतोत्साह: प्राद्रवद्‌ येन वै वनम्‌ । सैन्धवं त्वभिसम्प्रेक्ष्य पराक्रान्तं पलायने

Disse Vaiśampāyana: Aquele cujo ânimo se voltara por inteiro para a fuga correu para dentro da floresta. Mas, ao ver o príncipe de Sindhu (Jayadratha) já posto em movimento para escapar, a cena tornou-se uma perseguição à retirada covarde—mostrando como a evasão movida pelo medo atrai desonra e retaliação na economia moral do épico.

Verse 58

अनेन वीर्येण कथं स्त्रियं प्रार्थथसे बलात्‌

Disse Vaiśampāyana: “Com tal ‘valor’, como podes buscar uma mulher pela força? Ó príncipe, volta—não te convém fugir mostrando as costas. Como podes correr, abandonando os teus próprios servidores no meio dos inimigos? Era com esta mesma força que pretendias arrebatar a esposa de outro e levá-la pela violência?”

Verse 59

राजपुत्र निवर्तस्व न ते युक्त पलायनम्‌ । कथं हानुचरान्‌ हित्वा शत्रुमध्ये पलायसे

Vaiśampāyana disse: “Príncipe, volte. Fugir não é digno de ti. Como podes escapar depois de abandonar teus acompanhantes no meio dos inimigos?”

Verse 60

इत्युच्यमान: पार्थेन सैन्धवो न न्यवर्तत । तिष्ठ तिछेति तं भीम: सहसाभ्यद्रवद्‌ बली । मा वधीरिति पार्थस्तं दयावान्‌ प्रत्यभाषत

Embora assim admoestado por Pārtha (Arjuna), o rei de Sindhu não voltou. Então o poderoso Bhīma, bradando “Pare! Pare!”, lançou-se de súbito em sua perseguição. Nesse momento, Arjuna, compassivo, disse a Bhīma: “Irmão — não o mates.”

Verse 270

इस प्रकार श्रीमहाभारत वनपववके अन्तर्गत द्रौपदीहरणपर्वमें द्रीपदीवचनविषयक दो सौ सत्तरवाँ अध्याय पूरा हुआ

Assim termina o capítulo ducentésimo septuagésimo do Mahābhārata, no Vana Parva, dentro da seção do rapto de Draupadī, referente às palavras de Draupadī.

Verse 271

इति श्रीमहा भारते वनपर्वणि द्रौपदीहरणपर्वणि जयद्रथपलायने एकसप्तत्यधिकद्वधिशततमो<5ध्याय:

Assim termina, no venerável Mahābhārata, no Vana Parva, dentro da seção do rapto de Draupadī, o capítulo sobre a fuga de Jayadratha—o capítulo ducentésimo septuagésimo segundo.

Verse 573

अनुयाय महाबाहु: फाल्गुनो वाक्यमत्रवीत्‌ । अब उसमें केवल भागनेका उत्साह रह गया था, अतः वह वनकी ओर भागा। सिन्धुराजको केवल भागनेमें ही पराक्रम दिखाता देख महाबाहु अर्जुन उसका पीछा करते हुए बोले--

Vaiśampāyana disse: O poderoso Phālguna (Arjuna), perseguindo-o, falou. Vendo o rei de Sindhu exibir sua “valentia” apenas em fugir rumo à floresta, Arjuna foi em seu encalço e o interpelou—

Frequently Asked Questions

The episode problematizes method in conflict: whether concealment and overwhelming force, though effective, align with the expected norms of direct contest and proportional engagement within kṣātra frameworks.

Competence and courage are insufficient without adaptive discernment; when conditions change (e.g., an unseen adversary), resilience requires collective protection, situational awareness, and ethical reflection on means.

No explicit phalaśruti appears in the cited verses; the meta-function is achieved through Mārkaṇḍeya’s exemplary narration, using a crisis narrative to instruct about endurance and the complexity of dharma in extreme conditions.

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