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Rishi: Atharvanic tradition (Anukramaṇī attribution varies; commonly treated as an Atharvanic ‘varcasyam’ charm)
Devata: Tvís/Várchas as Devī (personified splendour); with Indra as generated sovereign exemplar
Chandas: Anuṣṭubh (with Atharvanic cadence; refrain-like pāda structure)
AV 6.38 é um encanto varcasyam que convoca Tvís/Várchas —o esplendor personificado— a partir dos focos mais prestigiosos e mais poderosos da natureza e da sociedade (predadores, fogo, sol, instrumentos régios e marciais). Ao nomear repetidamente onde o «lustro» já reside e ao pedir que a Devī venha «em concórdia», o hino interioriza carisma, autoridade e brilho vitorioso no recitador ou no patrono, tendo Indra como exemplar soberano que ela própria «gerou».
Mantra 1
वर्चस्यम्। सिं॒हे व्या॒घ्र उ॒त या पृदा॑कौ॒ त्विषि॑र॒ग्नौ ब्रा॑ह्म॒णे सूर्ये॒ या। इन्द्रं॒ या दे॒वी सु॒भगा॑ ज॒जान॒ सा न॒ ऐतु॒ वर्च॑सा संविदा॒ना
Para o esplendor (varcas). O Esplendor fulgurante que está no leão, no tigre e também na pantera; o Esplendor que está em Agni, no brâmane e aquele que está no Sol; — a Deusa afortunada que gerou Indra, — que ela venha a nós, em concórdia, com o seu esplendor.
Mantra 2
या ह॒स्तिनि॑ द्वी॒पिनि॒ या हिर॑ण्ये॒ त्विषि॑र॒प्सु गोषु॒ या पुरु॑षेषु । इन्द्रं॒ या दे॒वी सु॒भगा॑ ज॒जान॒ सा न॒ ऐतु॒ वर्च॑सा संविदा॒ना
O Esplendor que está no elefante, no leopardo e aquele que está no ouro; o Esplendor que está nas águas, entre as vacas e aquele que está entre os homens; — a Deusa afortunada que gerou Indra, — que ela venha a nós, em concórdia, com o seu esplendor.
Mantra 3
रथे॑ अ॒क्षेष्वृ॑ष॒भस्य॒ वाजे॒ वाते॑ प॒र्जन्ये॒ वरु॑णस्य॒ शुष्मे॑ । इन्द्रं॒ या दे॒वी सु॒भगा॑ ज॒जान॒ सा न॒ ऐतु॒ वर्च॑सा संविदा॒ना
O fulgor que está no carro, nos eixos, no prêmio vitorioso do touro; o que está no Vento, em Parjanya, no ímpeto poderoso de Varuṇa,— a Deusa afortunada que gerou Indra, que ela venha a nós, em concórdia, com o seu esplendor.
Mantra 4
रा॒ज॒न्येऽदुन्दु॒भावाय॑ताया॒मश्व॑स्य॒ वाजे॒ पुरु॑षस्य मा॒यौ। इन्द्रं॒ या दे॒वी सु॒भगा॑ ज॒जान॒ सा न॒ ऐतु॒ वर्च॑सा संविदा॒ना
O fulgor que está no Rājanya (guerreiro kṣatriya), no avanço contido onde não se bate tambor; o que está no prêmio vitorioso do cavalo, na astúcia e na arte do intento do homem,— a Deusa afortunada que gerou Indra, que ela venha a nós, em concórdia, com o seu esplendor.
Varcas is radiant splendour—charisma, authoritative presence, and the kind of brilliance that makes one respected and successful in public life.
It presents splendour as the very source of sovereignty: Indra’s kingship is modeled as arising from Várchas, so invoking her is invoking the root of victorious authority.
No. While it has strong royal and martial coloring (chariot, horse, victory), it can also be used by anyone seeking esteem, confident speech, and recognized capability—especially before assemblies or important undertakings.
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