
Rishi: Traditionally aligned with RV Indra-hymn transmission (AV 20 is largely RV-derived); specific seer for this RV-parallel verse to be confirmed via AV anukramaṇī.
Devata: Indra (with Haris as his conveyance/power)
Chandas: Triṣṭubh/Jagatī-type RV meter (to be verified against pada count; AV 20 preserves RV meters).
AV 20.30 é um indra‑stuti proveniente do fluxo hínico do Rigveda, destinado a «trazer Indra para perto» por meio do louvor vívido de seu poder hari — de tonalidade fulva/dourada: seus corcéis baios, seu fulgor fulvo e seu vajra fulvo. O sukta apresenta a fala eficaz (giraḥ/uktha) e uma oblação semelhante ao ghee como o atrativo que desperta em Indra o seu mada (força vivificante, inebriante), convertendo-o em vitória, proteção e a dádiva desejada (rādhas). Sua força está em fundir a imagética de cor (hari‑) com a potência da arma (vajra) e com a autoridade do precedente (pūrve yajvānaḥ), afirmando que Indra responde com segurança quando é louvado à maneira ancestral.
Mantra 1
प्र ते॑ म॒हे वि॒दथे॑ शंसिषं॒ हरी॒ प्र ते॑ वन्वे व॒नुषो॑ हर्य॒तं मद॑म्। घृ॒तं न यो हरि॑भि॒श्चारु॒ सेच॑त॒ आ त्वा॑ विशन्तु॒ हरि॑वर्पसं॒ गिरः॑
Para ti, o Grande, na sessão solene quero proclamar o louvor, ó Hari (corcéis fulvos); para ti me esforço por conquistar o êxtase fulvo do Vencedor. Como ghee: aquele que, com os Hari, verte uma bela libação—que os cânticos entrem em ti, ó tu de esplendor fulvo.
Mantra 2
हरिं॒ हि योनि॑म॒भि ये स॒मस्व॑रन् हि॒न्वन्तो॒ हरी॑ दि॒व्यं यथा॒ सदः॑ । आ यं पृ॒णन्ति॒ हरि॑भि॒र्न धे॒नव॒ इन्द्रा॑य शू॒षं हरि॑वन्तमर्चत
Pois aqueles que, em canto uníssono, se voltam para o seio fulvo (yoni), incitando os Hari como se incita a sessão celeste; aquele que eles enchem com os Hari como as vacas leiteiras enchem de leite—louvai para Indra essa força impetuosa, a ele, acompanhado pelos Hari.
Mantra 3
सो अ॑स्य॒ वज्रो॒ हरि॑तो॒ य आ॑य॒सो हरि॒र्निका॑मो॒ हरि॒रा गभ॑स्त्योः । द्यु॒म्नी सु॑शि॒प्रो हरि॑मन्युसायक॒ इन्द्रे॒ नि रू॒पा हरि॑ता मिमिक्षिरे
Seu vajra é fulvo, de metal; fulvo por sua vontade, fulvo em suas duas mãos. Em esplendores, de belos lábios, com ira fulva, portador de dardos—em Indra as formas fulvas se misturaram firmemente.
Mantra 4
दि॒वि न के॒तुरधि॑ धायि हर्य॒तो वि॒व्यच॒द् वज्रो॒ हरि॑तो॒ न रंह्या॑ । तु॒ददहिं हरि॑शिप्रो॒ य आ॑य॒सः स॒हस्र॑शोका अभवद्धरिंभ॒रः
No céu, como um estandarte, foi erguido o sinal do Fulvo; o vajra fulvo lampejou ao longe como um corredor veloz. Ferindo a Serpente, de belos lábios, esse vajra de metal —de mil chamas— tornou-se o Portador dos baios.
Mantra 5
त्वंत्व॑महर्यथा॒ उप॑स्तुतः॒ पूर्वे॑भिरिन्द्र हरिकेश॒ यज्व॑भिः । त्वं ह॑र्यसि॒ तव॒ विश्व॑मु॒क्थ्य॑१मसा॑मि॒ राधो॑ हरिजात हर्य॒तम्
Tu, sim tu, foste irresistível quando outrora te louvaram os antigos sacrificantes, ó Indra de cabelos fulvos. Tu resplandeces em fulvo brilho; tudo o que é digno de hino é teu: alcanço a tua dádiva, ó nascido do Fulvo, o dom fulvo mais desejável.
For prosperity and success—especially victory and protection—by invoking Indra’s swift help with his Haris and requesting rādhas (bounty).
Because ‘hari’ marks Indra’s concentrated power: his bay steeds that bring him quickly, his tawny radiance, and even the tawny vajra and wrath that overcome obstacles.
No. In AV practice, ‘mada’ can be understood as mantra-born vigor and confidence; a simple ghṛta offering and focused recitation can serve the hymn’s intended aim.
Answers come straight from the texts, with the shlokas they draw on. Ask in your own words.
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