
Rishi: Atharvanic/Angiras-type attribution (hymn-level tradition; verse functions within a counter-sorcery complex).
Devata: Mantra-directed to hostile agents (yātavaḥ, kīmīdinīḥ) under the coercive power of brahman (effective speech).
Chandas: Anuṣṭubh (probable; confirm against pada-count in a metrical edition).
Este hino atharvavédico de contra-feitiçaria devolve a operação hostil ao seu autor, ordenando que os yātus (agentes feiticeiros), o «projétil» lançado (hetí) e as kīmīdinī devoradoras retornem ao seu dono. Seu poder reside no brahman coercitivo, a fala eficaz que nomeia, ata e redireciona o dano para que ele consuma o remetente, e não a vítima visada. Os imperativos em forma de refrão («punaḥ… yantu…», «tam atta…») criam uma reversão jurídica, quase contratual: os agentes devem devorar aquele que os comissionou.
Mantra 1
शत्रुनाशनम्। शेर॑भक॒ शेर॑भ॒ पुन॑र्वो यन्तु या॒तवः॒ पुन॑र्हे॒तिः कि॑मीदिनः । यस्य॒ स्थ तम॑त्त॒ यो वः॒ प्राहै॒त् तम॑त्त॒ स्वा मां॒सान्य॑त्त
Destruição dos inimigos. Ó Śerabhaka, ó Śerabha! Que os feiticeiros retornem a vós; que retorne o projétil, (que retornem) os agressores Kīmīdin. Aquele de quem sois, devorai-o; quem vos enviou, devorai-o; devorai a sua própria carne.
Mantra 2
शेवृ॑धक॒ शेवृ॑ध॒ पुन॑र्वो यन्तु या॒तवः॒ पुन॑र्हे॒तिः कि॑मीदिनः । यस्य॒ स्थ तम॑त्त॒ यो वः प्राहै॒त् तम॑त्त॒ स्वा मां॒सान्य॑त्त
Ó Śevṛdhaka, ó Śevṛdh, que os vossos encantamentos Yātu voltem para trás; para trás também o golpe de arma, ó Kimīdin. Aquele de quem sois, devorai-o; aquele que vos enviou, devorai-o; devorai os seus próprios pedaços de carne.
Mantra 3
म्रोकानु॑म्रोक॒ पुन॑र्वो यन्तु या॒तवः॒ पुन॑र्हे॒तिः कि॑मीदिनः । यस्य॒ स्थ तम॑त्त॒ यो वः॒ प्राहै॒त् तम॑त्त॒ स्वा मां॒सान्य॑त्त
Ó Mroka e Pós‑Mroka, que a vossa hoste feiticeira volte para trás; para trás também a arma, para trás os Kimīdin roedores. De quem sois, a esse devorai; quem vos enviou contra nós, a esse devorai—comei a vossa própria carne.
Mantra 4
सर्पानु॑सर्प॒ पुन॑र्वो यन्तु या॒तवः॒ पुन॑र्हे॒तिः कि॑मीदिनः । यस्य॒ स्थ तम॑त्त॒ यो वः॒ प्राहै॒त् तम॑त्त॒ स्वा मां॒सान्य॑त्त
Rasteja, ó Serpente; que os vossos errantes maléficos voltem para trás; para trás o golpe da arma, os Kimīdin devoradores. De quem sois, a esse devorai; quem vos soltou, a esse devorai; devorai a vossa própria carne.
Mantra 5
जूर्णि॒ पुन॑र्वो यन्तु या॒तवः॒ पुन॑र्हे॒तिः कि॑मीदिनीः । यस्य॒ स्थ तम॑त्त॒ यो वः॒ प्राहै॒त् तम॑त्त॒ स्वा मां॒सान्य॑त्त
Ó Jūrṇi, que a Destruição consumidora recaia de novo sobre vós, ó feiticeiros (yātavaḥ); que o projétil também volte — ó devoradoras Kīmīdinī. Aquele de quem sois, devorai-o; aquele que vos enviou, devorai-o; devorai os vossos próprios pedaços de carne.
Mantra 6
उप॑ब्दे॒ पुन॑र्वो यन्तु या॒तवः॒ पुन॑र्हे॒तिः कि॑मीदिनीः । यस्य॒ स्थ तम॑त्त॒ यो वः॒ प्राहै॒त् तम॑त्त॒ स्वा मां॒सान्य॑त्त
A esta palavra de adjuração, que retornem a vós os que andam em feitiçaria; que retorne também o projétil e as devoradoras Kīmīdinī. Aquele de quem sois, devorai-o; quem vos enviou, devorai-o; o que é vosso — a sua própria carne — devorai.
Mantra 7
अर्जु॑नि॒ पुन॑र्वो यन्तु या॒तवः॒ पुन॑र्हे॒तिः कि॑मीदिनीः । यस्य॒ स्थ तम॑त्त॒ यो वः॒ प्राहै॒त् तम॑त्त॒ स्वा मां॒सान्य॑त्त
Ó Arjunī, que os feiticeiros (yātavaḥ) voltem para trás; para trás também o projétil, para trás as devoradoras Kīmīdinī. Aquele de quem sois, devorai-o; aquele que vos enviou, devorai-o; devorai a vossa própria carne.
Mantra 8
भरू॑जि पुन॑र्वो यन्तु या॒तवः॒ पुन॑र्हे॒तिः कि॑मीदिनीः । यस्य॒ स्थ तम॑त्त॒ यो वः॒ प्राहै॒त् तम॑त्त॒ स्वा मां॒सान्य॑त्त
Ó Bharūji, que os vossos feiticeiros voltem para trás; para trás também a arma—vós, Kimīdinī devoradoras. De quem sois, a esse devorai; quem vos enviou contra nós, a esse devorai: comei a sua própria carne.
It reverses a hostile magical attack by commanding the agents of harm (yātus, the hetí ‘missile,’ and kīmīdinīs) to return to the person who sent them.
They are personified “devouring” afflictions—demonic or disease-like forces imagined as flesh-eaters—treated as obedient to the mantra’s coercive command.
Its primary use is defensive: it protects the victim by returning the attack to its source. The language is punitive, but the ritual logic is spell-reversal rather than initiating aggression.
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