Mahabharata Adhyaya 37
Ashramavasika ParvaAdhyaya 3731 Verses

Adhyaya 37

Gāndhārī’s Petition for a Vision of the Departed (गान्धार्याः प्रार्थना—दिव्यदर्शनप्रसङ्गः)

Upa-parva: Gāndhārī-śoka-prasaṅga (Episode of Gāndhārī’s Grief and Petition to Vyāsa)

Vaiśaṃpāyana reports that Gāndhārī’s sorrow intensifies after hearing varied lamentation. The chapter enumerates the shared grief of Kuntī, Draupadī, Subhadrā, and other eminent women, including the wife of Bhūriśravas, emphasizing the breadth of familial devastation. Gāndhārī, blindfolded and standing with folded hands, addresses the sage with a time-marker—sixteen years have passed—yet Dhṛtarāṣṭra’s grief for his slain sons remains unpacified; he sighs continually and cannot find rest. She acknowledges Vyāsa’s ascetic potency to create and reveal realms, and therefore requests that the king be shown his sons who have gone to other worlds, aiming at the cessation of sorrow for herself, Kuntī, and the household. The scene then pivots to Kuntī’s internal recollection of her concealed firstborn (Karna, “Āditya-saṃbhava”), while Vyāsa, endowed with distant hearing and sight, perceives her distress and invites her to state what is in her mind. Kuntī, after bowing to her elders, begins to disclose the long-held matter with modest reluctance, setting up a consequential revelation in the continuing narrative.

Chapter Arc: नारद के सम्मुख युधिष्ठिर का हृदय फट पड़ता है—धृतराष्ट्र, गांधारी और कुन्ती का वनाग्नि में दग्ध हो जाना सुनकर वह मनुष्यों की ‘गति’ को दुर्विज्ञेय कहकर विलाप करता है। → युधिष्ठिर एक-एक कर स्मृतियों और असंगतियों को जोड़ता है: जिस धृतराष्ट्र के पास सौ पुत्र, बाहुबल और राजवैभव था, वह दावानल में भस्म हो गया; और इससे भी कठोर यह कि महावन में मन्त्रपूत यज्ञाग्नियाँ उपस्थित थीं, फिर भी ‘लौकिक’ अग्नि ने सबको ग्रस लिया। कुन्ती की कृशता, काँपता शरीर, और भयाक्रान्त पुकारें मन में उभरती हैं; पाण्डवों के भीतर अपराध-बोध और असहायता बढ़ती जाती है। → विलाप चरम पर पहुँचता है—युधिष्ठिर ‘हा तात! धर्मराज!’ जैसी करुण पुकारों के साथ उस दृश्य को मन में देखता है जहाँ कुन्ती चारों ओर घिरी हुई ‘भीमसेन! बचाओ’ कहती है, और दावानल उसे भस्म कर देता है; उसी क्षण पाँचों पाण्डव प्रलयकाल के पाँच भूतों की भाँति पीड़ित होकर एक-दूसरे से लिपटकर रो पड़ते हैं। → नारद के सामने शोक का आवेग सामूहिक शोक में बदलता है—भाइयों का आलिंगन, आँसुओं का प्रवाह, और यह स्वीकार कि राजधर्म, तपोवन और यज्ञ—सबके बीच भी काल की गति अटल है। → शोक के बाद प्रश्न शेष रह जाता है: यह दग्ध होना केवल दुर्घटना था या किसी गूढ़ नियति/प्रायश्चित्त का संकेत—और पाण्डव इस समाचार के बाद क्या कर्म-मार्ग चुनेंगे?

Shlokas

Verse 1

पम्प बछ। अं: अष्टात्रिशो&् ध्याय: नारदजीके सम्मुख युधिष्ठिरका धृतराष्ट्र आदिके लौकिक अग्निमें दग्ध हो जानेका वर्णन करते हुए विलाप और अन्य पाण्डवोंका भी रोदन युधिछिर उवाच तथा महात्मनस्तस्य तपस्युग्रे च वर्ततः । अनाथस्थेव निधन तिष्ठत्स्वास्मासु बन्धुषु

Yudhiṣṭhira disse: “Ó venerável, é uma dor lancinante que o magnânimo Dhṛtarāṣṭra—enquanto praticava austeridades severas—tenha encontrado o fim como se estivesse sem amparo, embora nós, seus próprios parentes, ainda estivéssemos vivos.”

Verse 2

दुर्विज्ञेया गतिर्ब्रह्मन्‌ पुरुषाणां मतिर्मम । यत्र वैचित्रवीर्योडसौ दग्ध एवं वनाग्निना

Yudhiṣṭhira disse: “Ó brāhmane, a meu ver, o curso e o destino dos homens são extremamente difíceis de discernir—pois até Dhṛtarāṣṭra, filho de Vicitravīrya, teve de encontrar o fim, queimado numa conflagração da floresta.”

Verse 3

यस्य पुत्रशतं श्रीमदभवद्‌ बाहुशालिन: । नागायुतबलो राजा स दग्धो हि दवाग्निना

Yudhiṣṭhira disse: “Aquele rei—glorioso, de braços fortes e com a força de dez mil elefantes—que possuía um esplêndido centenar de filhos, ainda assim foi queimado até a morte por uma conflagração na floresta. Assim, nem os mais poderosos e prósperos estão além do alcance do destino; por isso, refreia o orgulho e apega-te ao dharma com humildade.”

Verse 4

जिन बाहुबलशाली नरेशके सौ पुत्र थे, जो स्वयं भी दस हजार हाथियोंके समान बलवान थे, वे ही दावानलसे जलकर मरे हैं, यह कितने दुःखकी बात है? ।।

Yudhiṣṭhira disse: “Aquele rei de cem filhos, ele próprio forte como dez mil elefantes, morreu queimado pelo fogo da floresta—que dor! Aquele a quem outrora nobres mulheres abanavam de todos os lados com leques de folhas de palmeira, agora, chamuscado pelo incêndio, é ‘abanado’ pelos abutres com as suas asas. Ai, que reversão lastimosa da fortuna!”

Verse 5

सूतमागधसंघैश्व शयानो यः प्रबोध्यते । धरण्यां स नृपः शेते पापस्य मम कर्मभि:

Yudhiṣṭhira disse: “Aquele que costumava ser despertado, reclinado num leito custoso, pela assembleia de bardos—Sūtas e Māgadhas—com cânticos suaves, agora esse mesmo rei jaz sobre a terra nua, levado a tal estado pelas consequências pecaminosas dos meus próprios atos.”

Verse 6

न च शोचामि गान्धारीं हतपुत्रां यशस्विनीम्‌ । पतिलोकमनुप्राप्तां तथा भर्तृव्रते स्थिताम्‌

Também não me aflijo em demasia pela ilustre Gāndhārī, despojada de seus filhos; pois permaneceu firme no voto de fidelidade ao esposo (pativratā) e, assim, alcançou o mundo de seu senhor.

Verse 7

पृथामेव च शोचामि या पुत्रैश्चर्यमृद्धिमत्‌ । उत्सृज्य सुमहद्‌ दीप्तं वनवासमरोचयत्‌

Mas é por Pṛthā (Kuntī) que mais me aflijo—ela que, embora seus filhos possuíssem uma prosperidade admirável e uma soberania radiante, lançou fora esse grande esplendor e preferiu a vida da floresta.

Verse 8

धिग्‌ राज्यमिदमस्माकं धिग्‌ बल॑ धिक्‌ पराक्रमम्‌ । क्षत्रधर्म च धिग्‌ यस्मान्मृता जीवामहे वयम्‌

Vergonha deste nosso reino—vergonha da força, vergonha do valor; e vergonha até do dharma do kṣatriya—pois, embora sejamos como mortos, ainda assim continuamos vivendo.

Verse 9

हमारे इस राज्यको धिक्कार है, बल और पराक्रमको धिककार है तथा इस क्षत्रिय- धर्मको भी धिक्‍्कार है! जिससे आज हमलोग मृतकतुल्य जीवन बिता रहे हैं ।।

Vergonha deste nosso reino; vergonha da força e do heroísmo; vergonha até desse chamado dever do kṣatriya—pelo qual hoje vivemos como se já estivéssemos mortos. Ó melhor dos brâmanes, o curso do Tempo (Kāla) é de fato extremamente sutil: impelida por ele, a mãe Kuntī abandonou o reino e escolheu a vida da floresta.

Verse 10

युधिष्ठटिस्थ जननी भीमस्य विजयस्य च । अनाथवत्‌ कथं दग्धा इति मुह्यामि चिन्तयन्‌,युधिष्ठिर, भीमसेन और अर्जुनकी माता अनाथकी भाँति कैसे जल गयी, यह सोचकर मैं मोहित हो जाता हूँ

Ao refletir, fico aturdido: como pôde minha mãe—mãe de Bhīma e de Vijaya (Arjuna)—ser queimada como alguém sem amparo? Esse pensamento me confunde.

Verse 11

वृथा संतर्पितो वह्निः खाण्डवे सव्यसाचिना । उपकारमजानन्‌ स कृतघ्न इति मे मति:

Yudhiṣṭhira disse: “Na floresta de Khāṇḍava, o deus do Fogo foi outrora satisfeito por Savyasācin (Arjuna); contudo, esse favor mostrou-se vão. Como ele não reconhece tal benefício, julgo-o ingrato.”

Verse 12

यत्रादहत्‌ स भगवान्‌ मातरं सव्यसाचिन: । कृत्वा यो ब्राह्मणच्छद्म भिक्षार्थी समुपागत:

Yudhiṣṭhira disse: “Foi naquele lugar que o Venerável queimou a mãe de Savyasācin (Arjuna), tendo assumido o disfarce de um brāhmaṇa e aproximando-se como se pedisse esmolas.”

Verse 13

इदं कष्टतरं चान्यद्‌ भगवन्‌ प्रतिभाति मे

Yudhiṣṭhira disse: “Venerável senhor, outra questão — ainda mais dolorosa — se apresenta à minha mente.”

Verse 14

तथा तपस्विनस्तस्य राजर्षे: कौरवस्य ह

Yudhiṣṭhira disse: “Assim também foi com aquele asceta, o sábio régio da linhagem dos Kurus.”

Verse 15

तिष्ठत्सु मन्त्रपूतेषु तस्याग्निषु महावने

Yudhiṣṭhira disse: “Enquanto aqueles fogos — santificados por mantras sagrados — permaneciam ali, naquela grande floresta….”

Verse 16

मन्ये पृथा वेपमाना कृशा धमनिसंतता

Yudhiṣṭhira disse: “Penso que Pṛthā (Kuntī) está tremendo; ela definhou, e suas veias se destacam.”

Verse 17

भीम पर्यप्रुहि भयादिति चैवाभिवाशती

Yudhiṣṭhira disse: “Bhīma, fala por inteiro — conta-me tudo.” Ao dizer isso, ela gritou de medo; a voz lhe se quebrou sob o peso do pavor e da incerteza.

Verse 18

सहदेव: प्रियस्तस्या: पुत्रेभ्योईधिक एव तु

Yudhiṣṭhira disse: “Sahadeva era querido por ela — de fato, mais do que seus próprios filhos.” No quadro ético da narrativa do Āśramavāsika, a linha ressalta que afeto e confiança podem transcender o sangue, revelando o poder silencioso do caráter e do serviço em sustentar os laços em meio ao luto e à renúncia.

Verse 19

तच्छुत्वा रुरुदु: सर्वे समालिड्ग्य परस्परम्‌

Ao ouvir isso, todos desataram a chorar e, abraçando-se uns aos outros, partilharam juntos a dor — expressão de compaixão mútua e solidariedade diante do sofrimento.

Verse 20

तेषां तु पुरुषेन्द्राणां रुवतां रुदितस्वन:,वहाँ रोदन करते हुए उन पुरुषप्रवर पाण्डवोंके रोनेका शब्द महलके विस्तारसे अवरुद्ध हुए भूतल और आकाशकमें गूँजने लगा

Mas o som do pranto—erguido por aqueles reis, fortes como touros, os mais eminentes entre os homens—embora abafado e contido pela vasta extensão do palácio, ainda assim se espalhou e ecoou pela terra e até o céu. A cena ressalta que a dor, nascida de vidas presas ao dever e de uma perda irreversível, não pode ser contida por muros nem pela grandeza régia; torna-se um lamento público, quase cósmico.

Verse 21

प्रासादाभोगसंरुद्धे अन्वरौत्सीत्‌ स रोदसी,वहाँ रोदन करते हुए उन पुरुषप्रवर पाण्डवोंके रोनेका शब्द महलके विस्तारसे अवरुद्ध हुए भूतल और आकाशकमें गूँजने लगा

Yudhiṣṭhira disse: “Confinado pela vasta extensão do palácio, o seu lamento não pôde escoar para fora como de costume; ainda assim, o som do pranto daqueles homens eminentes—os Pāṇḍavas—reverberou e se espalhou, enchendo tanto a terra quanto o céu.”

Verse 37

इस प्रकार श्रीमह्ााभारत आश्रमवासिकपर्वके अन्तर्गत नारदागमनपर्वनें धतराष्ट््र आदिका दावाग्निसे दाहविषयक सैंतीसवाँ अध्याय पूरा हुआ

Assim, no Śrī Mahābhārata, dentro do Āśramavāsika Parva, na seção sobre a chegada de Nārada, chega ao fim o trigésimo sétimo capítulo, que descreve como Dhṛtarāṣṭra e outros foram consumidos por um incêndio na floresta.

Verse 38

इति श्रीमहाभारते आश्रमवासिके पर्वणि नारदागमनपर्वणि युधिष्ठिरविलापे अष्टात्रिंशोडध्याय:

Assim, no Śrī Mahābhārata, dentro do Āśramavāsika Parva—especificamente na seção sobre a chegada de Nārada—conclui-se o trigésimo oitavo capítulo, centrado no lamento de Yudhiṣṭhira.

Verse 123

धिगग्निं धिक्‌ च पार्थस्य विश्रुतां सत्यसंधताम्‌ । जो एक दिन ब्राह्मणका वेश बनाकर अर्जुनसे भीख माँगने आये थे

Maldito seja o fogo, e maldita também a célebre firmeza na verdade de Pārtha (Arjuna)! O próprio Agni, o deus do Fogo, que um dia veio disfarçado de brâmane pedir esmola a Arjuna, foi quem queimou a mãe de Arjuna e a reduziu a cinzas. Maldito seja Agni! Maldita seja também a famosa promessa de verdade de Arjuna!

Verse 133

वृथाग्निना समायोगो यदभूत्‌ पृथिवीपते: । भगवन! राजा धृतराष्ट्रके शरीरको जो व्यर्थ (लौकिक) अग्निका संयोग प्राप्त हुआ, यह दूसरी अत्यन्त कष्ट देनेवाली बात जान पड़ती है

Yudhiṣṭhira disse: “Ó venerável, que o senhor da terra—o rei Dhṛtarāṣṭra—tenha entrado em contato com um fogo vão, meramente mundano, parece-me um segundo acontecimento de extrema angústia. É doloroso que alguém que já suportara tanto encontre tal fim, e isso aprofunda a tristeza moral que se segue à ruína de uma dinastia.”

Verse 143

कथमेवंविधो मृत्यु: प्रशास्प पृथिवीमिमाम्‌ । जिन्होंने पहले इस पृथ्वीका शासन करके अन्तमें वैसी कठोर तपस्याका आश्रय लिया था, उन कुरुवंशी राजर्षिको ऐसी मृत्यु क्‍यों प्राप्त हुई?

Yudhiṣṭhira disse: “Como pôde uma morte assim recair sobre aqueles que outrora governaram esta mesma terra com autoridade e, ao fim, buscaram refúgio numa austeridade tão severa? Por que os reis-sábios da linhagem dos Kuru—depois de governar primeiro e então abraçar um tapas rigoroso—encontraram uma morte desse tipo?”

Verse 153

वृथाग्निना समायुक्तो निष्ठां प्राप्त: पिता मम । हाय, उस महान्‌ वनमें मन्त्रोंसे पवित्र हुई अग्नियोंके रहते हुए भी मेरे ताऊ लौकिक अग्निसे दग्ध होकर क्‍यों मृत्युको प्राप्त हुए?

Yudhiṣṭhira disse: “Ai de mim! Meu pai alcançara a firmeza e estava unido ao fogo sagrado. E, no entanto, como é que, naquela grande floresta—onde havia fogos santificados por mantras—meu tio encontrou a morte, queimado por um fogo comum, mundano? Que sentido tem isso?”

Verse 186

न चैनां मोक्षयामास वीरो माद्रवतीसुतः । सहदेव मेरी माताको अपने सभी पुत्रोंसे अधिक प्रिय था; परंतु वह वीर माद्रीकुमार भी माँको उस संकटसे बचा न सका

Yudhiṣṭhira disse: “Nem mesmo o heróico filho de Mādrī—Sahadeva—pôde livrá-la daquele perigo. Embora fosse mais querido por sua mãe do que todos os seus filhos, ainda assim esse valente príncipe não conseguiu resgatá-la.”

Verse 196

पाण्डवा: पज्च दु:खार्ता भूतानीव युगक्षये । यह सुनकर समस्त पाण्डव एक-दूसरेको हृदयसे लगाकर रोने लगे। जैसे प्रलयकालमें पाँचों भूत पीडित हो जाते हैं, उसी प्रकार उस समय पाँचों पाण्डव दुःखसे आतुर हो उठे

Yudhiṣṭhira disse: “Os cinco Pāṇḍavas, atormentados pela dor, tornaram-se como os cinco grandes elementos no fim de uma era.” Ao ouvir isso, todos os Pāṇḍavas se abraçaram de coração e começaram a chorar, subjugados pela tristeza, como se os próprios alicerces do mundo tremessem.

Verse 1636

हा तात! धर्मराजेति समाक्रन्दन्महाभये । मैं तो समझता हूँ कि अत्यन्त दुर्बल हो जानेके कारण जिनके शरीरमें फैली हुई नस- नाड़ियाँतक स्पष्ट दिखायी देती थीं

Yudhiṣṭhira disse: “Ai, pai! ‘Dharmarāja!’—assim ela clamava, chorando em meio ao grande terror. Penso que minha mãe Kuntī, tão enfraquecida que até as veias e nervuras do corpo se viam com clareza, quando se apresentou o pavor imenso do fogo, deve ter gritado, aflita: ‘Ai, pai! Ai, Dharmarāja!’”

Verse 1736

समन्ततः परिक्षिप्ता माताभून्मे दवाग्निना । 'भीमसेन! इस भयसे मुझे बचाओ, ऐसा कहकर चारों ओर चीखती-चिल्लाती हुई मेरी माताको दावानलने जलाकर भस्म कर दिया होगा

Yudhiṣṭhira disse: “Minha mãe foi cercada por todos os lados pelo incêndio da floresta. Gritando: ‘Bhīmasena! Salva-me deste terror!’ e lamentando-se em todas as direções, ela deve ter sido queimada pelo fogo selvagem e reduzida a cinzas.”

Frequently Asked Questions

The chapter stages the dilemma of seeking relief from grief without violating dhārmic boundaries: whether and how extraordinary ascetic means (a vision of the dead) can be pursued as legitimate consolation rather than attachment-driven disturbance.

Sorrow is shown as persistent and socially contagious; the text implies that pacification requires structured, ethically sanctioned interventions—counsel, remembrance, and disciplined spiritual authority—rather than mere passage of time.

No explicit phalaśruti is stated in these verses; the chapter functions as narrative and ethical preparation, positioning Vyāsa’s authority and Kuntī’s disclosure as interpretive keys for later consolatory events.

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