
Adhyāya 41 — Yudhiṣṭhira’s Gurv-anumati and Strategic Counsel (युधिष्ठिरस्य गुर्वनुमतिः)
Upa-parva: Gurv-anumati (Elders’ Permission) Episode within Bhīṣma-parva
Sañjaya reports a renewed martial uproar as the Pāṇḍava side sights Arjuna with Gāṇḍīva; conches, drums, and horns intensify, and celestial observers (devas, gandharvas, pitṛs, siddhas, cāraṇas, and ṛṣis) assemble to witness the impending violence. Yudhiṣṭhira, seeing the armies in motion, removes armor and weaponry, descends from his chariot, and proceeds on foot with folded hands toward the enemy host. His brothers question the action; he remains silent until Kṛṣṇa explains the intent: to honor and obtain permission from revered elders (Bhīṣma, Droṇa, Kṛpa, Śalya) before fighting, citing a traditional risk of censure when elders are not duly acknowledged. The Kaurava soldiers misinterpret his approach as fear and discuss it publicly, producing both derision and suspense about what will be said. Yudhiṣṭhira reaches Bhīṣma, touches his feet, requests consent and blessings to fight, and asks for a method to overcome him. Bhīṣma grants blessings yet claims invincibility while his death-time has not arrived. Yudhiṣṭhira repeats the protocol with Droṇa, who blesses him and states that victory is impossible while Droṇa fights; he can be brought down only if he lays down weapons upon hearing credible grievous news from a trustworthy source. Yudhiṣṭhira approaches Kṛpa (Gautama), who declares himself not killable in battle and blesses him. He then approaches Śalya, who permits him and agrees to reduce Karṇa’s martial “tejas” in their confrontation. Kṛṣṇa also negotiates with Karṇa to stand aside while Bhīṣma leads. The Kaurava prince Yuyutsu transfers allegiance to the Pāṇḍavas. The chapter ends with re-arming, re-forming battle arrays, and renewed signals of morale and approval.
Chapter Arc: कुरुक्षेत्र के रण-कोलाहल के बीच श्रीकृष्ण अर्जुन के भीतर उठते प्रश्न को पकड़ते हैं—जीव को बाँधने वाली शक्ति क्या है, और उससे परे जाने का उपाय कौन-सा ज्ञान है? → भगवान प्रकृति के तीन गुणों—सत्त्व, रज, तम—का नाम लेकर उनके बंधन-स्वरूप और लक्षण स्पष्ट करते हैं: तम का अज्ञानजन्य मोह, प्रमाद-आलस्य-निद्रा; रज का लोभ, प्रवृत्ति, कर्मारम्भ, अशम, स्पृहा। अर्जुन के लिए यह केवल सिद्धान्त नहीं, युद्धभूमि में तत्काल निर्णयों का दर्पण बन जाता है। → ‘महत्-ब्रह्मरूप मूल प्रकृति’ को समस्त भूतों की योनि बताकर कृष्ण स्वयं को चेतन-बीज स्थापित करने वाला बताते हैं—यहीं से गुणों का खेल, देह-धारण और पुनर्जन्म की धारा समझ में आती है; और उसी के साथ यह भी कि इस ज्ञान का आश्रय लेने वाले ‘सर्गेऽपि नोपजायन्ते, प्रलये न व्यथन्ति’—सृष्टि में फिर बँधते नहीं, प्रलय में विचलित नहीं होते। → अध्याय गुण-वृद्धि के संकेतों और उनके फल (मृत्यु के समय किस गुण की प्रधानता किस गति की ओर ले जाती है) की ओर संकेत देकर यह निष्कर्ष बैठाता है कि बंधन का कारण गुण-संग है, और मुक्ति का द्वार गुणों को जानकर उनसे असंग होना। → गुणों की प्रधानता के अनुसार मृत्यु के बाद की गति/लोक-प्राप्ति का निर्णायक विवरण अगले प्रवाह में और तीक्ष्ण रूप से खुलने को खड़ा रहता है।
Verse 1
५)। इसी बातको स्पष्ट करनेके लिये भगवानने गीताके चौदहवें अध्यायके पाँचवें श्लोकमें सत्त्व
O Senhor Bem-aventurado disse: “De novo proclamarei o conhecimento supremo, o mais elevado entre os conhecimentos; conhecendo-o, todos os sábios transcenderam este mundo e alcançaram a perfeição mais alta.”
Verse 2
इदं ज्ञानमुपाश्रित्य मम साधर्म्यमागता:3 | सर्गेडपि नोपजायन्ते प्रलये न व्यथन्ति च
“Apoiando-se neste conhecimento, aqueles que alcançaram um estado semelhante ao Meu não tornam a nascer nem mesmo no tempo da criação, nem se perturbam no tempo da dissolução.”
Verse 3
इस ज्ञानको आश्रय करके* अर्थात् धारण करके मेरे स्वरूपको प्राप्त हुए पुरुष सृष्टिके आदिमें पुनः उत्पन्न नहीं होते और प्रलयकालमें भी व्याकुल नहीं होते+ ।।
“O meu ventre é o grande Brahman (Prakṛti); nele deposito a semente. Dessa união, ó Bhārata, surge a origem de todos os seres.” Eticamente, o verso enquadra toda a vida como emergindo de uma única fonte enraizada no divino, inspirando humildade, reverência pela existência e responsabilidade na ação mesmo sob as pressões da guerra.
Verse 4
हे अर्जुन! मेरी महत्-ब्रह्मरूप मूल प्रकृति सम्पूर्ण भूतोंकी योनि है अर्थात् गर्भाधानका स्थान है* और मैं उस योनिमें चेतनसमुदायरूप गर्भको स्थापन करता हूँ*। उस जड-चेतनके संयोगसे सब भूतोंकी उत्पत्ति होती है: ।।
Ó Arjuna! Quaisquer seres corporificados que surjam em toda espécie de ventre e modo de nascimento—sabe que a vasta Prakṛti é o seu grande útero, e que Eu sou o pai que concede a semente. Da união entre matéria e consciência nasce a multidão dos seres; por isso, vê toda a vida enraizada numa única fonte cósmica e age sem ódio nem arrogância.
Verse 5
ऑपन-- माल बक। अि<-छऋाज ३. जैसे खेतमें बोये हुए बीजोंका उनके अनुरूप फल समयपर प्रकट होता है
Arjuna, de braços poderosos, sabe que as três qualidades fundamentais—sattva (clareza), rajas (ímpeto inquieto) e tamas (inércia e trevas)—nascem da Natureza primordial (prakṛti). Pela sua influência, elas prendem ao corpo o ser imperecível encarnado (o dehin), moldando temperamento e escolhas e, assim, a direção ética das ações, mesmo sob as pressões da guerra e do dever.
Verse 6
तत्र सत्त्वं निर्मलत्वात् प्रकाशकमनामयम् | सुखसज्ञेन बध्नाति ज्ञानसड्रेन चानघ
Ó irrepreensível! Entre as três qualidades, sattva, por sua pureza, é iluminadora e sem aflição. Ela prende pelo vínculo com o prazer e pelo vínculo com o conhecimento—isto é, pelo orgulho do saber.
Verse 7
रजो रागात्मकं विद्धि तृष्णासड्रसमुद्धवम् । तन्निबध्नाति कौन्तेय कर्मसड्रेन देहिनम्
Sabe que rajas é de natureza passional, nascida do anseio e do apego. Ó filho de Kuntī, ela prende o ser encarnado pelo vínculo com a ação e com os frutos da ação, mantendo-o enredado em esforço inquieto em vez de discernimento firme.
Verse 8
तमस्त्वज्ञानजं विद्धि मोहनं सर्वदेहिनाम् । प्रमादालस्यनिद्राभिस्तन्निबध्नाति भारत
Sabe que tamas nasce da ignorância, o poder que ilude todos os seres encarnados. Ó Bhārata, ele prende o ser por meio da negligência, da preguiça e do sono, obscurecendo o discernimento e enfraquecendo a firmeza ética.
Verse 9
सम्बन्ध-- इस प्रकार सत्त्व
Arjuna disse: Ó Bhārata! A qualidade de sattva prende a pessoa à felicidade; rajas prende à ação e ao fazer inquieto; mas tamas, velando o discernimento, prende à negligência, à ilusão e ao desleixo. O ensinamento esclarece como cada qualidade inata puxa naturalmente a mente para o seu modo característico de vida, moldando a conduta e a responsabilidade moral.
Verse 10
सम्बन्ध-- सत्त्त आदि तीनों गुण जिस समय अपने-अपने कार्यमें जीवको नियुक्त करते हैं. उस समय वे ऐसा करनेगें किस प्रकार समर्थ होते हैं->- यह बात अगले शलोकमें बतलाते हैं-- रजस्तमश्नाभि भूय सत्त्वं भवति भारत । रज: सत्त्वं तमश्नैव तम: सत्त्वं रजस्तथा
Arjuna disse: Ó Bhārata, quando sattva sobrepuja rajas e tamas, sattva torna-se predominante. Do mesmo modo, quando rajas sobrepuja sattva e tamas, rajas predomina; e quando tamas sobrepuja sattva e rajas, tamas predomina. Assim, a vida interior de uma pessoa é moldada pela qualidade que alcança a ascendência, influenciando o juízo, a conduta e a clareza moral.
Verse 11
सम्बन्ध-- इस प्रकार अन्य दो गुणोंको दबाकर प्रत्येक गुणके बढ़नेकी बात कही गयी। अब प्रत्येक गुणकी वृद्धिके लक्षण जाननेकी इच्छा होनेपर क्रमशः सत्त्गगुण
Arjuna disse: Quando, neste corpo, em cada “porta” — isto é, na mente e através dos sentidos — surge uma luz clara, manifestando-se como discernimento e verdadeiro entendimento, deve-se saber que a qualidade de sattva se fortaleceu e cresceu.
Verse 12
लोभ: प्रवृत्तिरारम्भ: कर्मणामशम: स्पृहा । रजस्येतानि जायन्ते विवृद्धे भरतर्षभ
Arjuna disse: Ó o melhor dos Bhāratas! Quando a qualidade de rajas cresce, surgem a cobiça, a atividade inquieta, o iniciar ações por interesse próprio e desejo de frutos, a intranquilidade interior e a ânsia pelos prazeres dos sentidos—estes são os sinais de rajas em expansão.
Verse 13
इस प्रकार श्रीमह्याभारत भीष्मपर्वके श्रीमद्भगवद्गीतापर्वके अन्तर्गत ब्रह्मविद्या एवं योगशास्त्ररूप श्रीमद्भगवद्गीतोपनिषद्ः श्रीकृष्णाजुनसंवादमें क्षेत्रक्षेत्रञविभागययोग नामक तेरहवाँ अध्याय पूरा हुआ,अप्रकाशो5प्रवृत्तिश्न॒ प्रमादो मोह एव च । तमस्येतानि जायन्ते विवृद्धे कुरुनन्दन
Arjuna disse: Quando a qualidade da escuridão, tamas, se torna dominante, ó alegria dos Kurus, surgem estes sinais: falta de clareza e de luz, indisposição para agir retamente, negligência e ilusão.
Verse 14
१३ ।। सम्बन्ध-- इस प्रकार तीनों गुणोंकी वृद्धिके भिन्न-भिन्न लक्षण बतलाकर अब दो शलोकोमें उन गुणोंमेंसे किस गुणकी वृद्धिके समय मरकर मनुष्य किस गतिको प्राप्त होता है; यह बतलाया जाता है-- यदा सच्त्वे प्रवृद्धे तु प्रलयं याति देहभूत् । तदोत्तमविदां लोकानमलानू् प्रतिपद्यते
Arjuna disse: Quando um ser vivo encontra a morte no momento em que a qualidade de sattva (clareza e harmonia) se torna predominante, ele alcança os mundos puros e sem mácula daqueles que conhecem e buscam o bem supremo—reinos associados ao mérito luminoso e à conduta elevada. A lição ética é que a disposição interior cultivada no fim da vida molda o rumo da consciência após a morte.
Verse 15
रजसि प्रलयं गत्वा कर्मसज्;िषु जायते । तथा प्रलीनस्तमसि मूढयोनिषु जायते
Quem morre dominado por rajas renasce entre pessoas movidas pela ação e pelo apego aos resultados. Do mesmo modo, quem perece sob o domínio de tamas renasce em ventres inferiores e iludidos—como os de insetos e animais. O verso apresenta o renascimento como consequência ética da qualidade mental predominante no momento da morte.
Verse 16
सम्बन्ध-- सत्त्त., रज और तम--इन तीनों गुणोंकी वृद्धियें मरनेके भित्न- भिन्न फल बतलाये गये: इससे यह जाननेकी इच्छा होती है कि इस प्रकार कभी किसी गुणकी और कभी किसी गुणकी वृद्धि क्यों होती है; इसपर कहते हैं-- कर्मण:” सुकृतस्याहुः साच्विकं निर्मल फलम् । रजसस्तु फल॑ दुःखमज्ञानं तमस: फलम्,श्रेष्ठ कर्मका तो सात्विक अर्थात् सुख, ज्ञान और वैराग्यादि निर्मल फल कहा है।* राजस कर्मका फल दुःख* एवं तामस कर्मका फल अज्ञान* कहा है
Arjuna disse: “Declaram que o fruto da ação bem executada é sāttvika—puro e esclarecedor. O fruto de rajas é sofrimento, e o fruto de tamas é ignorância.” Em termos éticos, o verso liga a qualidade da ação e da intenção ao tipo de consequência que ela produz.
Verse 17
सम्बन्ध--ग्यारहवें. बारहवें और तेरहवें शलोकोरमें सत्व
Arjuna disse: De sattva nasce o conhecimento claro; de rajas nascem, sem dúvida, a cobiça e o apego; e de tamas nascem a negligência e a ilusão—isto é, a própria ignorância. Eticamente, o verso traça uma psicologia moral: a clareza sustenta o discernimento, a paixão alimenta a avidez, e a inércia gera confusão e descuido.
Verse 18
ऊर्ध्व॑ गच्छन्ति सत्त्वस्था मध्ये तिष्ठन्ति राजसा: । जघन्यगुणवृत्तिस्था अधो गच्छन्ति तामसा:
Os estabelecidos em sattva sobem aos reinos mais altos; os dominados por rajas permanecem no meio, na condição humana; mas os que vivem nas condutas mais baixas nascidas de tamas descem, caindo em estados inferiores de existência. O verso apresenta a psicologia moral como destino: a qualidade predominante da mente e da ação determina a trajetória.
Verse 19
सम्बन्ध--गीताके तेरहवें अध्यायके इक्कीसवें श्लोकमें जो यह बात कही थी कि गुणोंका संग ही इस मनुष्यके अच्छी-बुरी योनियोंकी प्राप्तिरूप पुनर्जमका कारण हैः उसीके अनुसार इस जध्यायमें पॉचवेंसे अठारहवें #लोकतक गुणोंके स्वरूप तथा गुणोंके कार्यद्वारा बाँधे हुए मनुष्योंकी यति आदिका विस्तारपूर्वक प्रतिपादन किया गया। इस वर्णनसे यह बात समझायी गयी कि मनुष्यको पहले तम और रजोगुणका त्याग करके सत्त्वगगुणमें अपनी स्थिति करनी चाहिये और उसके बाद सत्त्वगुणका भी त्याग करके गुणातीत हो जाना चाहिये। अतएव गुणातीत होनेके उपाय और गुणातीत अवस्थाका फल अगले दो श्लोकोद्वारा बतलाया जाता है-- नान्यं गुणेभ्य: कर्तारें यदा द्रष्टानुपश्यति । गुणेभ्यश्व परं वेत्ति मद्भावं सोडधिगच्छति
Arjuna disse: Quando alguém percebe com clareza que não há outro agente das ações além das três guṇas, e também compreende a Realidade que transcende essas guṇas, essa pessoa alcança o Meu estado — liberdade para além de todo condicionamento e união com o Divino.
Verse 24
२२ तथा ११
A citação fornecida parece estar incompleta ou ser apenas um marcador de referência cruzada, e não o texto integral do verso. Sem o pāṭha sânscrito completo de Bhīṣma-parvan, adhyāya 41, verso 24 (Arjuna falando), não é possível produzir uma tradução fiel em termos narrativos e éticos.
Verse 37
भीष्मपर्वमें सैतीसवाँ अध्याय पूरा हुआ
Assim termina o trigésimo sétimo capítulo no Bhīṣma Parva. Trata-se de um colofão que assinala a conclusão do capítulo, e não de um verso proferido; indica uma pausa na narrativa e o encerramento do ensinamento ou episódio anterior.
The dilemma is how to lawfully engage revered elders and teachers in combat: Yudhiṣṭhira must fulfill kṣatra-dharma while maintaining ritual-ethical legitimacy through salutation, consent, and blessing, even at the risk of being misread tactically.
Legitimate action in high-stakes conflict is framed as requiring procedural ethics—honoring teachers/elders and aligning force with recognized norms—while also acknowledging that strategic knowledge (counsel on vulnerabilities) often travels through relationships of respect.
No explicit phalaśruti is presented; the chapter’s meta-level function is archival and normative, illustrating that adherence to propriety (maryādā) is treated as consequential for moral standing and for the credibility of counsel within the epic’s broader soteriological and ethical frame.
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