Dhaumya’s Enumeration of Eastern Tīrthas
Prācī-diś Tīrtha-kathana
स्नाति तीर्थेषु कौरव्य न च वक्रमतिर्नर: | त्वया तु सम्यग्वृत्तेन नित्यं धर्मार्थदर्शिना
snāti tīrtheṣu kauravya na ca vakramatir naraḥ | tvayā tu samyagvṛttena nityaṁ dharmārthadarśinā
Pulastya disse: “Ó descendente da linhagem dos Kuru, um homem pode banhar-se nos vau sagrados (tīrthas), e ainda assim sua mente tortuosa não se desfaz por isso. Mas no teu caso—porque tua conduta é verdadeiramente reta e porque discernes sempre o dharma (o justo) e o artha (o proveitoso)—o fim purificador cumpre-se pelo caráter, e não pelo rito apenas.”
पुलस्त्य उवाच
Ritual acts like bathing at tīrthas do not automatically remove inner crookedness; genuine purification and merit come from samyak-vṛtti—steady right conduct—and clear discernment of dharma and artha.
The sage Pulastya addresses a Kuru-descended interlocutor, contrasting external pilgrimage rites with inner moral transformation, and commends the listener’s upright, dharma-guided way of life as the true source of purity.