Mahabharata Adhyaya 43
Vana ParvaAdhyaya 4334 Verses

Adhyaya 43

Mātali’s Arrival and Arjuna’s Ascent toward Amarāvatī (मातलिसंयुक्तरथागमनम् तथा इन्द्रलोकगमनारम्भः)

Upa-parva: Arjunābhigamana / Indralokārohaṇa Episode (Arjuna’s summons to Indra and ascent toward Amarāvatī)

Vaiśaṃpāyana describes the arrival of Indra’s chariot after the lokapālas depart. The ratha appears with storm-like sound and a display of divine armaments and ominous brilliance, signaling celestial authority. Arjuna recognizes the presence of a divine emissary; Mātali approaches with respectful address and conveys Indra’s invitation, stating that devas, ṛṣis, gandharvas, and apsarases await the sight of Kuntī’s son. Mātali promises Arjuna will return after receiving weapons (labdhāstraḥ). Arjuna responds with reverent restraint, noting the chariot’s inaccessibility to ordinary rulers and even ritual patrons without tapas, and instructs Mātali to mount first. After Mātali takes the reins, Arjuna performs purification in the Gaṅgā, recites prescribed japa, and satisfies the ancestors according to rule. He then bids farewell to Mount Mandara, praising it as a refuge for dharma-minded ascetics and aspirants to svarga, and acknowledging its tīrthas and natural sanctities. Arjuna mounts the divine chariot, ascends beyond mortal sight, witnesses countless vimānas and self-luminous realms where neither sun nor moon is needed, observes star-like abodes of the meritorious, and encounters assemblies of siddhas, fallen heroes, gandharvas, guhyakas, ṛṣis, and apsarases. Mātali explains these as sukṛtins established in their own radiant stations. The chapter culminates with the sight of Airāvata at the gate and Arjuna’s approach to Indra’s Amarāvatī, marking the threshold of celestial initiation.

Chapter Arc: वैशम्पायन अर्जुन को दिव्य लोक में ले जाते हैं—वह सिद्ध-चारणों से सुशोभित, रम्य अमरपुरी को प्रत्यक्ष देखता है, जहाँ वायु तक पुण्यगन्ध से भरा है। → अर्जुन नन्दनवन, सुगन्धित पुष्पों, देवविमानों की सहस्र पंक्तियों और ‘सुरवीथी’ (नक्षत्रमार्ग) की विराट व्यवस्था को देखता हुआ इन्द्राज्ञा से आगे बढ़ता है—हर ओर स्तुति, आशीर्वाद और दिव्य अनुशासन का दबदबा बढ़ता जाता है। → इन्द्रसभा के निकट दिव्य संगीत का उत्कर्ष—तुम्बुरु आदि गन्धर्व सामगान गाते हैं और सहस्रों अप्सराएँ (घृताची, मेनका, रम्भा, उर्वशी आदि) मनोहर नृत्य से सभा-परिसर को आलोकित कर देती हैं; अर्जुन के लिए यह देवलोक की पूर्णता का साक्षात्कार बनता है। → अर्जुन का इन्द्रलोक में स्वागत-पर्यटन पूर्ण रूप से स्थापित हो जाता है—सभा का वैभव, कला, गन्ध, गति और देव-व्यवस्था उसके सामने स्पष्ट हो जाती है। → इन्द्रसभा का दर्शन तो हो गया—अब इन्द्र से प्रत्यक्ष संवाद, उद्देश्य (दिव्यास्त्र-प्राप्ति/कार्यादेश) और आगे की परीक्षा का संकेत अगले अध्यायों पर टिका रहता है।

Shlokas

Verse 1

हि >> मय न (0) है 7 त्रिचत्वारिशो< ध्याय: अर्जुनद्वारा देवराज इन्द्रका दर्शन तथा इन्द्रसभामें उनका स्वागत वैशम्पायन उवाच ददर्श स पुरी रम्यां सिद्धचारणसेविताम्‌ । सर्वर्तुकुसुमै: पुण्य: पादपैरुपशोभिताम्‌

Vaiśampāyana disse: Ó rei! Arjuna contemplou a bela cidade de Amarāvatī, servida por Siddhas e Cāraṇas, e ornada por árvores auspiciosas que davam flores em todas as estações.

Verse 2

तत्र सौगन्धिकानां च पुष्पाणां पुण्यगन्धिनाम्‌ । उद्वीज्यमानो मिश्रेण वायुना पुण्यगन्धिना,वहाँ सुगन्धयुक्त कमल तथा पवित्र गन्धवाले अन्य पुष्पोंकी पवित्र गन्धसे मिली हुई वायु मानो व्यजन डुला रही थी

Ali, a fragrância sagrada dos lótus saugandhika e de outras flores de doce perfume enchia o ar; misturada a esse aroma puro, a brisa parecia abanar suavemente o lugar, como se agitasse um chauri cerimonial.

Verse 3

ननन्‍्दनं च वन दिव्यमप्सरोगणसेवितम्‌ । ददर्श दिव्यकुसुमैराद्दयद्धिरिव द्रुमै:

Ele também contemplou o bosque celeste de Nandana, frequentado por hostes de Apsarases; suas árvores, carregadas de flores divinas, pareciam, por assim dizer, acená-lo para mais perto.

Verse 4

नातप्ततपसा शकयो द्रष्टं नानाहिताग्निना । स लोक कक गं नापि युद्धे पराड्मुखै:

Aquele que não praticou austeridade, que não manteve os fogos sagrados do agnihotra, e aquele que volta as costas na batalha—tais homens não podem sequer contemplar aquele mundo dos virtuosos.

Verse 5

नायज्वभिनवत्रितिकैर्न वेदश्रुतिवर्जिति: । नानाप्लुताज्ैस्तीर्थेषु यज्ञदानबहिष्कृतै:

Disse Vaiśampāyana: Aqueles que não realizaram sacrifícios, não observaram votos, mantiveram-se afastados do estudo do Veda e das tradições sagradas (śruti), não se banharam nos vaús santos (tīrtha) e foram excluídos de atos meritórios como o sacrifício e a caridade—tais pessoas também não podem obter a visão desse mundo bem-aventurado.

Verse 6

नापि यज्ञहनै: क्षुद्रेर्दर्टं शक्य: कथंचन । पानपैर्गुरुतल्पैश्व मांसादैर्वा दुरात्मभि:

Disse Vaiśampāyana: Aqueles homens mesquinhos que obstruem os sacrifícios—bêbados, violadores do leito do mestre (os que se aproximam da esposa do preceptor), comedores de carne e outras almas perversas—de modo algum podem obter a visão desse mundo divino.

Verse 7

स तद्‌ दिव्यं वनं पश्यन्‌ दिव्यगीतनिनादितम्‌ । प्रविवेश महाबाहु: शक्रस्य दयितां पुरीम्‌

Disse Vaiśampāyana: Contemplando aquela floresta celeste, ressoante de cânticos divinos, Arjuna, o de braços poderosos, entrou em Amarāvatī, a cidade amada de Śakra (Indra).

Verse 8

तत्र देवविमानानि कामगानि सहस्रशः । संस्थितान्यभियातानि ददर्शायुतशस्तदा

Ali ele contemplou milhares e milhares de vimānas divinos, movendo-se à vontade: alguns permaneciam firmes, em repouso; outros corriam de um lado a outro em correntes incontáveis. Então Arjuna, filho de Pāṇḍu, viu-os todos: Gandharvas e Apsarases entoavam louvores, e uma brisa pura e suave—carregada com o peso do perfume das flores—parecia abaná-lo como um cāmara cerimonial.

Verse 9

संस्तूयमानो गन्धर्वैरप्सरोभिश्नल पाण्डव: | पुष्पगन्धवहै: पुण्यैर्वायुभिश्चवानुवीजित:

Disse Vaiśampāyana: O Pāṇḍava (Arjuna) era louvado pelos Gandharvas e pelas Apsarases, enquanto brisas suaves e santificantes—carregadas com a fragrância das flores—pareciam abaná-lo como um cāmara cerimonial. Naquele cenário celeste, ele contemplou os vimānas divinos: alguns firmes e imóveis, outros movendo-se à vontade, revelando o esplendor ordenado do reino dos deuses e a honra concedida a quem a mereceu por disciplina e mérito.

Verse 10

ततो देवा: सगन्धर्वा: सिद्धाश्न परमर्षय: | हृष्टा: सम्पूजयामासु: पार्थमक्लिष्टकारिणम्‌

Então os deuses—juntamente com os Gandharvas, os Siddhas e os rishis supremos—com o coração jubiloso, honraram e deram as boas-vindas a Pārtha (Arjuna), realizador de grandes feitos que alcança seus objetivos sem esforço.

Verse 11

आशीवदि: स्तूयमानो दिव्यवादित्रनि:स्वनै: । प्रतिपेदे महाबाहुः शड्ःखदुन्दुभिनादितम्‌

Disse Vaiśampāyana: Enquanto recebia bênçãos e era louvado por todos os lados, acolhido pela música ressonante de instrumentos celestes, Arjuna, de braços poderosos, prosseguiu adiante; seu caminho ecoava com os sons profundos de conchas e timbales. Assim, por ordem de Indra, era honrado e celebrado enquanto avançava por sua rota destinada.

Verse 12

नक्षत्रमार्ग विपुलं सुरवीथीति विश्रुतम्‌ इन्द्राज्ञया ययौ पार्थ: स्तूयमान: समन्ततः

Disse Vaiśampāyana: Por ordem de Indra, Pārtha (Arjuna) seguiu pela ampla trilha celeste das estrelas, célebre como “Suravīthī”. Enquanto avançava, era louvado por todos os lados—com bênçãos e hinos—de modo que sua jornada não foi apenas uma passagem pelo espaço, mas uma afirmação pública de sanção divina e de honra merecida.

Verse 13

तत्र साध्यास्तथा विश्वे मरुतो5थाश्विनौ तथा । आदित्या वसवो रुद्रास्तथा ब्रह्मर्षपोडमला:

Ali estavam os Sādhyas e os Viśvedevas, bem como os Maruts e os gêmeos Aśvins. Os Ādityas, os Vasus e os Rudras também se achavam reunidos, junto de Brahmarṣis puros e sem mácula.

Verse 14

राजर्षयश्व बहवो दिलीपप्रमुखा नृपा: । तुम्बुरुनरिदश्चैव गन्धर्वो च हहाहुहू:

Disse Vaiśampāyana: Muitos reis-sábios estavam ali, e muitos reis tendo Dilīpa à frente. Tumburu e Nārada também se encontravam presentes, assim como os Gandharvas Hahā e Huhū.

Verse 15

तान्‌ स सर्वान्‌ समागम्य विधिवत्‌ कुरुनन्दन: । ततो<पश्यद्‌ देवराजं शतक्रतुमरिंदम:

Disse Vaiśampāyana: Depois de encontrar a todos eles de modo devido e conforme o rito, Arjuna—deleite dos Kurus e subjugador de inimigos—contemplou então Indra, rei dos deuses, célebre por realizar cem sacrifícios.

Verse 16

ततः पार्थों महाबाहुरवतीर्य रथोत्तमात्‌ । ददर्श साक्षाद्‌ देवेशं पितरं पाकशासनम्‌,उन्हें देखते ही महाबाहु पार्थ उस उत्तम रथसे उतर पड़े और देवेश्वर पिता पाकशासन (इन्द्र)-को उन्होंने प्रत्यक्ष देखा

Então Pārtha, de braços poderosos, desceu daquele excelente carro. Diante de seus próprios olhos, viu o Senhor dos deuses—seu pai, Pākaśāsana (Indra).

Verse 17

पाण्डुरेणातपत्रेण हेमदण्डेन चारुणा । दिव्यगन्धाधिवासेन व्यजनेन विधूयता

Disse Vaiśaṃpāyana: Sobre sua cabeça erguia-se um branco pálio real, ornado por um belo cabo de ouro; e, de ambos os lados, abanavam-no com leques de cauda de iaque, impregnados de fragrância divina—sinais de honra e soberania legítima, servidos com ordem e auspício.

Verse 18

विश्वावसुप्र भृतिभिरर्गन्धर्वे: स्तुतिवन्दनै: । स्तूयमान द्विजाग्रयैश्न ऋग्यजु:सामसम्भवै:

Disse Vaiśampāyana: Ele era louvado pelos Gandharvas—liderados por Viśvāvasu—por meio de hinos de elogio e saudações reverentes. Ao mesmo tempo, os mais eminentes entre os sábios duas-vezes-nascidos o exaltavam com cânticos védicos oriundos das tradições do Ṛg, do Yajus e do Sāman, enquadrando sua grandeza na autoridade da palavra sagrada e da devoção disciplinada.

Verse 19

ततो5भिगम्य कौन्तेय: शिरसाभ्यगमद्‌ बली । स चैन वृत्तपीनाभ्यां बाहुशभ्यां प्रत्यगृह्नत

Então o poderoso filho de Kuntī aproximou-se e, em reverência, inclinou a cabeça aos pés de Indra. Indra, com seus braços fortes e robustos, ergueu Arjuna e o apertou junto ao coração.

Verse 20

ततः शक्रासने पुण्ये देवर्षिगणसेविते । शक्र: पाणौ गृहीत्वैनमुपावेशयदन्तिके,तत्पश्चात्‌ इन्द्रने अर्जुनका हाथ पकड़कर अपने देवर्षिगणसेवित पवित्र सिंहासनपर उन्हें पास ही बिठा लिया

Então, no trono sagrado de Indra—consagrado e servido por companhias de rishis divinos—Śakra (Indra) tomou-o pela mão e fê-lo sentar bem perto de si.

Verse 21

मूर्थ्नि चैनमुपाप्राय देवेन्द्र: परवीरहा । अड्कमारोपयामास प्रश्रयावनतं तदा,तब शत्रुवीरोंका संहार करनेवाले देवराजने विनीतभावसे आये हुए अर्जुनका मस्तक सूँघा और उन्हें अपनी गोदमें बिठा लिया

Disse Vaiśampāyana: Então Devendra, o matador dos heróis inimigos, aspirou com ternura a cabeça de Arjuna; e, vendo-o curvado em humildade, ergueu-o e sentou-o em seu regaço.

Verse 22

सहस्राक्षनियोगात्‌ स पार्थ: शक्रासनं गत: । अध्यक्रामदमेयात्मा द्वितीय इव वासव:

Por ordem de Indra, o de mil olhos, o filho de Pṛthā (Arjuna) aproximou-se e tomou assento no trono de Śakra. Dotado de majestade incomensurável, ali resplandeceu como um segundo Vāsava.

Verse 23

ततः प्रेम्णा वृत्रशत्रुरर्जुनस्य शुभं मुखम्‌ | पस्पर्श पुण्यगन्धेन करेण परिसान्त्वयन्‌

Então Indra, o matador de Vṛtra, tocou com afeto o rosto auspicioso de Arjuna com a mão perfumada de fragrância sagrada, consolando-o e tranquilizando-o em tudo.

Verse 24

प्रमार्जमान: शनकैर्बाहू चास्यायतौ शुभौ । ज्याशरक्षेपकठिनौ स्तम्भाविव हिरणमयौ

Disse Vaiśaṃpāyana: Acariciando-os com suavidade, ele foi passando a mão pelos dois braços longos e auspiciosos de Arjuna—endurecidos pelo esforço de retesar a corda do arco e lançar flechas—de modo que pareciam pilares de ouro. Assim o senhor dos deuses tocou aqueles braços com cuidado lento e deliberado.

Verse 25

वज्जग्रहणचिह्लेन करेण परिसान्त्वयन्‌ । मुहुर्मुहुर्वज़धरो बाहू चास्फोटयच्छनै:

Disse Vaiśampāyana: Indra, o portador do vajra, cuja mão direita trazia as marcas deixadas por segurar o raio, tranquilizou Arjuna repetidas vezes; com a destra, afagou e pressionou-lhe suavemente os braços, oferecendo calma e confiança num momento de tensão.

Verse 26

स्मयन्निव गुडाकेशं प्रेक्षमाण: सहस्रदूक्‌ । हर्षेणोत्फुल्लनयनो न चातृप्यत वृत्रहा

Indra, o matador de Vṛtra, o de mil olhos, fitava Gudākeśa como se sorrisse. Seus olhos se abriam em júbilo, e ele não se saciava de contemplá-lo.

Verse 27

एकासनोपविष्टो तौ शोभयांचक्रतु: सभाम्‌ | सूर्याचन्द्रमसौ व्योम चतुर्दश्यामिवोदितौ

Disse Vaiśampāyana: Sentados juntos num único trono, aqueles dois—Indra, senhor dos deuses, e Arjuna, filho de Kuntī—tornaram esplêndida a assembleia divina, como o sol e a lua que se erguem juntos no décimo quarto dia lunar e adornam o céu.

Verse 28

तत्र सम गाथा गायन्ति साम्ना परमवल्गुना । गन्धर्वस्तुम्बुरुश्रेष्ठा: कुशला गीतसामसु,उस समय वहाँ सामगानमें निपुण तुम्बुरु आदि श्रेष्ठ गन्धर्वगण सामगानके नियमानुसार अत्यन्त मधुर स्वरमें गाथागान करने लगे

Ali, os Gandharvas—com Tumburu à frente—peritos no canto e na entoação das melodias do Sāman, começaram a cantar narrativas segundo as regras do Sāmagāna, com vozes de doçura extrema.

Verse 29

घृताची मेनका रम्भा पूर्वचित्ति: स्वयंप्रभा । उर्वशी मिश्रकेशी च दण्डगौरी वरूथिनी

Disse Vaiśampāyana: Ghṛtācī, Menakā, Rambhā, Pūrvacitti, Svayaṃprabhā, Urvaśī, Miśrakeśī, Daṇḍagaurī e Varūthinī—essas célebres apsaras estavam presentes na assembleia de Indra, adornando-a com sua beleza e sua arte.

Verse 30

गोपाली सहजन्या च कुम्भयोनि: प्रजागरा । चित्रसेना चित्रलेखा सहा च मधुरस्वरा

Vaiśampāyana disse: Gopālī, Sahajanyā, Kumbhayoni, Prajāgarā, Citrasenā, Citralekhā, Sahā, Madhurasvarā—juntamente com Ghṛtācī, Menakā, Rambhā, Pūrvacitti, Svayaṃprabhā, Urvaśī, Miśrakeśī, Daṇḍagaurī, Varūthinī e muitos milhares de outras apsaras—começaram a dançar em diferentes lugares no salão da assembleia de Indra. Aquelas ninfas celestes de olhos de lótus empenhavam-se em deleitar até mesmo a mente dos Siddhas realizados. Suas cinturas e quadris eram amplos; ao dançarem, seus seios erguidos tremiam. Seus olhares de esguelha, seus gestos graciosos e sua doçura arrebatavam por inteiro a atividade da mente, do intelecto e do coração.

Verse 31

एताश्षान्याश्व ननृतुस्तत्र तत्र सहस्रश: । चित्तप्रसादने युक्ता: सिद्धानां पच्मलोचना:

Vaiśampāyana disse: Ali, em muitos lugares, estas e inúmeras outras apsaras dançaram aos milhares. De olhos de lótus e empenhadas em deleitar a mente dos Siddhas, apresentaram-se de tal modo que trouxeram prazer e fascínio aos seres celestes reunidos.

Verse 32

महाकटितटश्रोण्य: कम्पमानै: पयोधरै: । कटाक्षहावमारधुर्यैश्वेतोबुद्धिमनोहरै:

Vaiśampāyana disse: De cinturas largas e quadris fartos, com os seios tremendo enquanto dançavam, e com olhares de esguelha, gestos graciosos e uma doçura capaz de roubar a mente, o intelecto e o coração—Ghṛtācī, Menakā, Rambhā, Pūrvacitti, Svayaṃprabhā, Urvaśī, Miśrakeśī, Daṇḍagaurī, Varūthinī, Gopālī, Sahajanyā, Kumbhayoni, Prajāgarā, Citrasenā, Citralekhā e Madhurasvarā, com muitas outras apsaras—começaram a dançar em diferentes lugares no salão de Indra. Aquelas ninfas de olhos de lótus buscavam deleitar até os sábios perfeitos; e sua beleza e arte, na mirada e no movimento, dominaram as faculdades interiores e espalharam o encantamento na corte celeste.

Verse 42

इस प्रकार श्रीमह्या भारत वनपवकि अन्तर्गत इन्द्रलोकाभिगमनपर्वमें बयालीसवाँ अध्याय पूरा हुआ

Assim termina o quadragésimo segundo capítulo da seção Indralokābhigamana, dentro do Vana Parva do grande Mahābhārata. Este colofão assinala a conclusão do capítulo e a transição na narrativa.

Verse 43

इति श्रीमहा भारते वनपर्वणि इन्द्रलोकाभिगमनपर्वणि इन्द्रसभादर्शने त्रिचत्वारिंशो ध्याय:,इस प्रकार श्रीमहाभारत वनपरव्वके अन्तर्गत इन्रलोकाभिगमनपर्वमें इन्द्रसभादर्शनविषयक तैतालीसवाँ अध्याय पूरा हुआ

Assim, no sagrado Mahābhārata, dentro do Vana Parva—em particular, na seção sobre a ascensão de Arjuna ao mundo de Indra—termina o quadragésimo terceiro capítulo, que descreve a visão da assembleia celestial de Indra. Desse modo, encerra-se formalmente o episódio de contemplar a corte de Indra, ressaltando o costume épico de tratar os encontros divinos como marcos na preparação moral e espiritual do herói.

Frequently Asked Questions

The implicit dilemma is sequencing power and piety: Arjuna must accept extraordinary martial empowerment while ensuring that ritual purity, humility, and prescribed obligations are not bypassed for expediency.

Authority and access are shown as merit-conditioned: divine resources are approached through discipline, respectful conduct, and correct rites, indicating that capability should be grounded in ethical qualification.

No explicit phalaśruti is stated here; the meta-function is narrative-ethical—linking celestial ascent to śauca, pitṛ-duty, and tapas—thereby situating later martial success within a dharmic framework.

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