
Garuḍa, the Brāhmaṇa’s Release, and Kaśyapa’s Counsel (Gajakacchapa-ākhyāna Prelude)
Upa-parva: Garuḍa-Ākhyāna (Episode of Garuḍa’s Quest and Auxiliary Legends)
This chapter presents a tightly linked sequence of ethical constraint and strategic action. Garuḍa, encountering a brāhmaṇa within reach, explicitly refuses to harm him, articulating a norm that brāhmaṇas are not to be slain even when morally compromised. The brāhmaṇa requests that his Niṣādī companion be released alongside him; Garuḍa consents, emphasizing urgency and the overwhelming force of his own radiance. After their departure, Garuḍa seeks out his father Kaśyapa and reports his mission and predicament: he has been instructed to consume Niṣādas but remains unsated and requires additional sustenance to accomplish the retrieval of amṛta for his mother’s liberation. Kaśyapa responds with an instructive embedded history: two ascetics, Vibhāvasu and Supratīka, driven by disputes over division of wealth, exchange curses and fall into animal births as a great elephant and a massive tortoise, continuing mutual hostility. Kaśyapa directs Garuḍa to utilize these two combatants as food. Garuḍa seizes each with a talon, flies to a celestial grove, and, when the divine trees fear damage from his weight, he approaches a vast branch offered by a great tree—only to break it under the strain, closing the chapter on a note of controlled power and environmental consequence.
Chapter Arc: सौतिरुवाच—विनता, पण में पराजित होकर, अपने ही पुत्र गरुड के सामने दासी-भाव को प्राप्त होती है; उसी अपमान की छाया में कथा आगे बढ़ती है। → कद्रू अवसर पाकर विनता को बुलाती है और आदेश देती है कि वह उसे नागों के रमणीय निवास-स्थान तक ले चले—समुद्र के गर्भ में, एकान्त प्रदेश में। विनता विवश होकर कद्रू को ढोती है; गरुड भी मातृ-वचन से बँधकर साथ चलता है। → नागों की रक्षा और अपने पक्ष की विजय के लिए कद्रू इन्द्रदेव की स्तुति करती है—इन्द्र को वज्र, बलाहक, सृष्टा-संहर्ता, और काल के सूक्ष्म विभागों (मुहूर्त, तिथि, लव, क्षण, मास, ऋतु, संवत्सर) का अधिष्ठाता कहकर पुकारती है; देव-शक्ति को साक्षात् बुलाने वाली यह प्रार्थना अध्याय का शिखर बनती है। → स्तुति के साथ कद्रू का उद्देश्य स्पष्ट होता है—नागों की सुरक्षा सुनिश्चित करना और विनता-गरुड की विवशता को और कस देना; देव-आश्रय लेकर वह अपने अधिकार को वैध ठहराती है। → इन्द्र की कृपा/हस्तक्षेप से नागों की रक्षा कैसे होगी, और गरुड इस दास्य-बंधन को तोड़ने के लिए कौन-सा प्रतिकार करेगा—यह प्रश्न अगले प्रसंग पर छोड़ दिया जाता है।
Verse 1
है ० बछ। ] अ्णऑकाडह पञ्चविशो< ध्याय: सूर्यके तापसे मूर्च्छित हुए सर्पोकी रक्षाके लिये कद्रद्वारा इन्द्रदेवकी स्तुति सौतिरुवाच तत: कामगम: पक्षी महावीर्यों महाबल: । मातुरन्तिकमागच्छत् परं पारं महोदथधे:
Ugraśravā disse: “Ó grandes rishis, como Śaunaka! Em seguida, Garuḍa—o pássaro que podia viajar à vontade, grande em valor e imenso em força—veio até sua mãe, alcançando a longínqua margem do grande oceano.” A narrativa prossegue mostrando que o poder extraordinário de Garuḍa se dirige a um fim filial e ético: aproximar-se da mãe no curso de assegurar sua liberdade e cumprir seu dever para com ela.
Verse 2
यत्र सा विनता तस्मिन् पणितेन पराजिता । अतीव दु:ःखसंतप्ता दासीभावमुपागता,जहाँ उनकी माता विनता बाजी हार जानेसे दासी-भावको प्राप्त हो अत्यन्त दुःखसे संतप्त रहती थीं
Ali, Vinatā—derrotada na aposta—caiu em servidão e, abrasada por intensa tristeza, viveu na condição de escrava. A passagem ressalta como o jogo temerário e o orgulho podem prender alguém à humilhação e ao sofrimento, transformando um erro momentâneo em prolongada servidão ética e social.
Verse 3
ततः कदाचिद् विनतां प्रणतां पुत्रसंनिधौ । काले चाहूय वचन कद्रूरिदमभाषत,एक दिन अपने पुत्रके समीप बैठी हुई विनय-शील विनताको किसी समय बुलाकर कद्गूने यह बात कही--
Então, certa vez, Kadrū, no momento oportuno, mandou chamar Vinatā—que estava sentada junto de seu filho e curvada em reverência—e lhe disse estas palavras.
Verse 4
नागानामालयं भद्रे सुरम्यं चारुदर्शनम् समुद्रकुक्षावेकान्ते तत्र मां विनते नय
“Ó Vinatā, de ânimo gentil: no ventre do oceano, num recanto solitário, há uma morada dos Nāgas, belíssima e deleitosa de ver. Ó Vinatā, senhora de bom augúrio, leva-me até lá.”
Verse 5
ततः सुपर्णमाता तामवहत् सर्पमातरम् | पन्नगान् गरुडश्चापि मातुर्वचनचोदित:,तब गरुडकी माता विनता सर्पोकी माता कद्गूको अपनी पीठपर ढोने लगी। इधर माताकी आज्ञासे गरुड भी सर्पोंको अपनी पीठपर चढ़ाकर ले चले
Então Vinatā, mãe de Suparṇā, levou sobre as costas Kadrū, mãe das serpentes. E Garuḍa também, impelido pela ordem de sua mãe, transportou os nāgas, fazendo-os subir ao seu dorso enquanto seguiam.
Verse 6
स सूर्यमभितो याति वैनतेयो विहंगम: । सूर्यरश्मिप्रतप्ताश्न मूर्च्छिता: पन्नगा भवन्,पक्षिराज गरुड आकाशमें सूर्यके निकट होकर चलने लगे। अतः सर्प सूर्यकी किरणोंसे संतप्त हो मूर्च्छित हो गये
Então Vainateya, a grande ave Garuḍa, voou em círculos bem perto do Sol. Crestadas pelos raios solares, as serpentes foram dominadas e caíram em desmaio.
Verse 7
तदवस्थान् सुतान् दृष्टवा कद्रू: शक्रमथास्तुवत् नमस्ते सर्वदेवेश नमस्ते बलसूदन
Vendo seus filhos reduzidos àquela condição lastimável, Kadrū começou a louvar Indra: “Reverência a ti, Senhor de todos os deuses; reverência a ti, matador de Bala.”
Verse 8
नमुचिघ्न नमस्ते<स्तु सहस्राक्ष शचीपते । सर्पाणां सूर्यतप्तानां वारिणा त्वं प्लवो भव
Disse o Ancestral: “Ó matador de Namuci, ó Indra de mil olhos, senhor de Śacī—saudações a ti. Para estas serpentes, abrasadas pelo calor do sol, sê, com a água, como uma jangada: banha-as e protege-as, servindo-lhes de amparo salvador.”
Verse 9
त्वमेव परमं त्राणमस्माकममरोत्तम । ईशो हासि पय: स्रष्टं त्वमनल्पं पुरन्दर,“अमरोत्तम! तुम्हीं हमारे सबसे बड़े रक्षक हो । पुरन्दर! तुम अधिक-से-अधिक जल बरसानेकी शक्ति रखते हो
“Só tu és o nosso refúgio e protetor supremo, ó melhor entre os imortais. Ó Purandara, tens o poder soberano de fazer surgir as águas; tua capacidade de derramar a chuva é sem limites.”
Verse 10
त्वमेव मेघस्त्वं वायुस्त्वमन्निर्विद्युतो 5म्बरे । त्वमभ्रगणविक्षेप्ता त्वामेवाहुर्महाघनम्
“Tu és a nuvem, tu és o vento, e no firmamento brilhas como relâmpago. Tu dispersas as hostes de nuvens; e os sábios te chamam de ‘Grande Nuvem’.”
Verse 11
त्वं वज़मतुलं घोरं घोषवांस्त्वं बलाहक:ः । स््रष्टा त्वमेव लोकानां संहर्ता चापराजित:
Disse o Ancestral: “Tu és o vajra incomparável e terrível; tu és a nuvem Balāhaka que ruge na dissolução. Só tu és o criador de todos os mundos, e também o seu destruidor—sempre invencido por ninguém.”
Verse 12
त्वं ज्योति: सर्वभूतानां त्वमादित्यो विभावसु: । त्वं महद्धूतमाश्चर्य त्वं राजा त्वं सुरोत्तमः
Disse o Ancestral: “Tu és a luz em todos os seres; tu és o Sol, e tu és o Fogo. Tu és uma presença maravilhosa e poderosa; tu és o rei, e o mais elevado entre os deuses.”
Verse 13
त्वं विष्णुस्त्वं सहस्राक्षस्त्वं देवस्त्वं परायणम् | त्वं सर्वममृतं देव त्वं सोम: परमार्चित:
Disse Pitāmaha: “Tu és Viṣṇu; tu és Sahasrākṣa (Indra de mil olhos). Tu és a divindade radiante e o supremo refúgio de todos. Ó Deva, tu és tudo. Tu és a própria imortalidade, e tu és Soma, o mais altamente venerado.”
Verse 14
त्वं मुहूर्तस्तिथिस्त्वं च त्वं लवस्त्वं पुन: क्षण: । शुक्लस्त्वं बहुलस्त्वं च कला काष्ठा त्रुटिस्तथा । संवत्सरर्तवों मासा रजन्यश्न दिनानि च
Disse Pitāmaha: “Tu és a própria medida do tempo—tu és o muhūrta e o dia lunar (tithi); tu és o lava e, de novo, o kṣaṇa. Tu és a quinzena clara (śukla) e também a quinzena escura (bahula). Tu és as subdivisões do tempo—kalā, kāṣṭhā e truṭi. O ano, as estações, os meses, as noites e os dias também és tu.”
Verse 15
त्वमुत्तमा सगिरिवना वसुन्धरा सभास्करं वितिमिरमम्बरं तथा । महोदधि: सतिमितिमिंगिलस्तथा महोर्मिमान् बहुमकरो झषाकुल:
Disse Pitāmaha: “Tu és a excelente terra, com montanhas e florestas; e tu és também o céu—livre de trevas e radiante com o sol. Tu és ainda o grande oceano, cheio de timi e timiṅgila, fervilhando de muitos crocodilos e cardumes de peixes, e adornado por ondas altíssimas.”
Verse 16
महायशास्त्वमिति सदाभिपूज्यसे मनीषिभिम्मुदितमना महर्षिशि: । अभिष्टृत: पिबसि च सोममध्वरे वषट्कृतान्यपि च हवींषि भूतये
Pitāmaha disse: “Porque és reconhecido como de grande renome, os homens de discernimento te honram continuamente. Os grandes maharṣis, de coração jubiloso, seguem louvando-te sem cessar. No sacrifício tu bebes o soma e, para o bem-estar e a realização do sacrificante, também aceitas as oblações (havis) oferecidas com o brado de vaṣaṭ.”
Verse 17
त्वं विप्रै: सततमिहेज्यसे फलार्थ वेदाड्रेष्वतुलबलौघ गीयसे च । त्वद्धेतोर्यजनपरायणा द्िजेन्द्रा वेदाड़ान्यभिगमयन्ति सर्वयत्नै:
Pitāmaha disse: “Para obter neste mundo os frutos desejados, os brâmanes te adoram continuamente. Ó Indra, reservatório de força incomparável, tua glória também é cantada nos Vedāṅgas. De fato, os mais eminentes ‘duas-vezes-nascidos’, devotados ao sacrifício, esforçam-se de todas as maneiras para dominar os Vedāṅgas precisamente para alcançar-te.”
Verse 24
इस प्रकार श्रीमयह़्ा भातत आदिपव॑के अन्तर्गत आस्तीकपव॑र्में गरुडचरित्रविषयक चौबीसवाँ अध्याय पूरा हुआ
Assim termina o vigésimo quarto capítulo, que narra o feito de Garuḍa, dentro da seção de Āstīka no Ādi Parva do venerável Mahābhārata. Este colofão assinala a conclusão de uma unidade narrativa e convida o ouvinte a refletir sobre como atos exemplares e suas consequências são enquadrados como instrução moral no desenho mais amplo da epopeia, centrado no dharma.
Verse 25
इति श्रीमहाभारते आदिपर्वणि आस्तीकपर्वणि सौपर्णे पजचविंशो5ध्याय:
Assim, no Śrī Mahābhārata, dentro do Ādi Parva—mais precisamente na seção de Āstīka, no episódio de Sauparṇa—termina o vigésimo quinto capítulo. Este colofão assinala o encerramento de uma unidade narrativa, situando o ouvinte no quadro ético mais amplo da epopeia, onde linhagem, votos e as consequências dos atos são cuidadosamente acompanhados de capítulo em capítulo.
Garuḍa must reconcile mission-driven necessity (securing capability to obtain amṛta) with a clear ethical boundary: the brāhmaṇa is declared non-killable, requiring release even when Garuḍa is in urgent need of sustenance.
The chapter teaches that legitimate aims do not suspend normative limits; instead, one should seek counsel and alternative means. It also frames divisive greed as a generator of long-term degradation, symbolized by curse-driven rebirth and continuing hostility.
No explicit phalaśruti appears here; the meta-instruction is implicit, delivered through narrative causality—ethical restraint, consultation, and the karmic cost of rivalry function as the chapter’s interpretive guidance within the epic’s larger soteriological horizon.
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