कामद्रुम-रूपकः तथा शरीर-पुर-रूपकः
The Desire-Tree and the Body-as-City Metaphors
धमखियानेषु सर्वेषु सत्याख्याने च यद् वसु । दशेदमृक्सहस्राणि निर्मथ्यामृतमुद्भुतम्
vyāsa uvāca | dharmākhyāneṣu sarveṣu satyākhyāne ca yad vasu | daśedam ṛk-sahasrāṇi nirmathyāmṛtam adbhutam | yathā kūrma ihāṅgāni prasārya viniyacchati | evam evendriya-grāmaṃ buddhiḥ sṛṣṭvā niyacchati |
Vyāsa disse: Entre todas as narrativas que ensinam o Dharma e entre todos os relatos que sustentam a Verdade, isto é o tesouro essencial. É um néctar maravilhoso destilado ao se “bater” dez mil versos do Ṛgveda. Assim como a tartaruga estende os membros e depois os recolhe, do mesmo modo o intelecto (buddhi) lança para fora toda a comunidade dos sentidos em direção aos seus objetos e, em seguida, os domina e os recolhe novamente—mostrando que o autodomínio é o coração do dharma e da verdade.
व्यास उवाच
The verse teaches that the essence of dharma and truth is inner mastery: the intellect should be able to deploy the senses when needed and withdraw them from sense-objects, like a tortoise drawing in its limbs.
Vyāsa presents a distilled ‘nectar’ of teaching—claimed as an essence extracted from vast Vedic material—and illustrates it with a vivid simile: the tortoise’s withdrawal becomes a model for disciplined control of the senses by buddhi.