युधिष्टिरं धर्मभृतां वरिष्ठ शृणुष्व राजन्निति शक्रसूनु: । “अतः पार्थ! अब तुम यहाँ अपनी ही वाणीद्वारा अपने गुणोंका वर्णन करो। ऐसा करनेसे यह मान लिया जायगा कि तुमने अपने ही हाथों अपना वध कर लिया।” यह सुनकर अर्जुनने उनकी बातका अभिनन्दन करते हुए कहा--'श्रीकृष्ण! ऐसा ही हो'। फिर इन्द्रकुमार अर्जुन अपने धनुषको नवाकर धर्मात्माओंमें श्रेष्ठ युधिष्ठिससे इस प्रकार बोले --'राजन! सुनिये
sañjaya uvāca |
yudhiṣṭhiraṃ dharmabhṛtāṃ variṣṭha śṛṇuṣva rājann iti śakrasūnuḥ |
Sañjaya disse: “Ó Yudhishthira, o mais eminente entre os sustentadores do dharma, escuta, ó Rei”, assim falou Arjuna, filho de Indra. Naquela troca, Arjuna foi instado a proclamar, com suas próprias palavras, as próprias virtudes—para que, por essa autoafirmação, se pudesse tomar como se ele tivesse causado a própria morte por suas mãos. Ao ouvir isso, Arjuna acolheu a proposta e disse: “Śrī Kṛṣṇa! Que assim seja.” Então o príncipe de Indra inclinou o arco e, com respeito, dirigiu-se a Yudhishthira, o melhor entre os justos: “Ó Rei, escuta…”
संजय उवाच
The passage highlights the ethical weight of speech in a dharmic context: words can establish honor or invite peril. It frames self-praise and public declaration as morally and strategically consequential, especially for a kshatriya in wartime.
Sanjaya reports that Arjuna (Indra’s son) respectfully calls upon Yudhishthira—praised as foremost among dharma-bearers—to listen. This introduces a speech where Arjuna, after accepting a provocative suggestion about declaring his own qualities, turns to address Yudhishthira directly.