भीष्मस्य दुर्योधनं प्रति उपालम्भः
Bhīṣma’s Reproof to Duryodhana
पर्वताग्रैश्व वृक्षेश्न निजघ्नुस्ते महागजान् । वे भाँति-भाँतिकी गर्जना करते हुए बिजलीसहित मेघोंके समान शोभा पाते थे। बाण
parvatāgraiś ca vṛkṣaiś ca nijaghnus te mahāgajān |
Sañjaya disse: Golpeando com picos de montanha e com árvores, derrubaram os elefantes poderosos. No tumulto da batalha, os guerreiros—rugindo de muitos modos como nuvens de trovão carregadas de relâmpagos—começaram a abater os condutores e os enormes elefantes com golpes de flechas e lanças, de dardos e projéteis de ferro, de bhindipālas e tridentes, de clavas e machados, bem como arremessando rochas e árvores arrancadas pela raiz.
संजय उवाच
The verse does not teach a doctrinal maxim directly; it portrays the extremity of battlefield conduct. Ethically, it highlights how war magnifies destructive impulses and how even nature (trees, rocks) is turned into weaponry—inviting reflection on the cost of conflict and the burden borne under kṣatriya-dharma.
Sañjaya describes a fierce phase of the Kurukṣetra battle where warriors, roaring like thunderclouds with lightning, attack and kill massive war-elephants and their riders using conventional weapons (arrows, spears, darts) and improvised ones (rocks and uprooted trees).