तेजोवृषो द्युतिधर: सर्वशस्त्रभृतां वर: । प्रग्रहो निग्रहो व्यग्रो नैकशूज़ी गदाग्रज:
tejo-vṛṣo dyuti-dharaḥ sarva-śastra-bhṛtāṁ varaḥ | pragraho nigraho vyagro naika-śṛṅgī gadāgrajaḥ ||
Bhīṣma disse: “Ele é o que derrama uma chuva de esplendor radiante, o portador do brilho supremo, o melhor entre todos os que empunham armas. Ele aceita as oferendas de seus devotos, refreia e governa todos os seres, e está sempre empenhado em conceder os frutos desejados aos que o buscam. Ele é o ‘de muitos chifres’ — símbolo das múltiplas formas da fala sagrada — e é o mais velho que Gadā (isto é, o que nasceu antes dela).”
भीष्म उवाच
The verse praises the Lord as both compassionate and sovereign: he receives sincere devotion (accepts offerings), yet also restrains and governs the world (nigraha). Ethical life is framed as trusting a divine order that rewards devotion and upholds discipline—grace and governance functioning together.
In Anuśāsana Parva, Bhīṣma instructs Yudhiṣṭhira on dharma and extols the Supreme through a litany of divine names (as in the Viṣṇu-sahasranāma tradition). This verse is one segment of that praise, enumerating epithets that describe the deity’s splendor, martial supremacy, receptivity to devotion, and universal control.