
The Glory of the Gaṅgā: Merit, Purity Laws, and Liberation at Death
Este capítulo proclama o poder salvífico da sagrada Gaṅgā e estabelece um rigoroso código de conduta em suas margens. Aproximar-se dela com devoção e usar a água do Gaṅgā é equiparado a méritos imensos, como os de grandes sacrifícios; porém, a negligência ou o impedimento aos peregrinos e devotos conduz a consequências infernais. Em seguida, as regras de pureza tornam-se mais severas: macular a margem ou as águas com excrementos, sobras, mucosidades e outras impurezas é descrito como quase inexpiável, e afirma-se que pecados cometidos junto ao Gaṅgā não podem ser removidos em outro lugar. A segunda metade insere um exemplo com Indra, Śacī e Padmagandhā/Krauñcī para demonstrar o fruto extraordinário de morrer no Gaṅgā, sobretudo quando os ossos permanecem submersos, concedendo prolongada honra celeste e proximidade ao domínio de Viṣṇu. O capítulo culmina numa doutrina do fim da vida: pronunciar “Gaṅgā” ou recordar sua narrativa sagrada no momento da morte concede libertação (mokṣa) ou vasta recompensa nos céus.
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