Sanatsujāta-Āhvāna (Summoning Sanatsujāta) — Vidura’s Invocation and Dhṛtarāṣṭra’s Doubt
ते मोहितास्तद्वशे वर्तमाना इतः प्रेतास्तत्र पुन: पतन्ति । ततस्तान् देवा अनुविप्लवन्ते अतो मृत्युर्मरणाख्यामुपैति
te mohitās tadvaśe vartamānā itaḥ pretās tatra punaḥ patanti | tatas tān devā anuviplavante ato mṛtyur maraṇākhyām upaiti manuṣya ||
Sanatsujāta explica que as pessoas, iludidas e vivendo sob o domínio dessa ilusão, partem deste mundo e então caem, repetidas vezes, em novos estados de existência. Ali, os poderes divinos as perturbam e as impelem adiante, de modo que a Morte passa a ser conhecida como “morrer” — a ruptura reiterada da vida encarnada. A lição ética é que, quando alguém é dominado por paixões como a ira, a negligência e a cobiça, seguem-se o orgulho e o cativeiro, e o ciclo de nascimentos e mortes continua.
सनत्युजात उवाच
Delusion and passion-driven living keep a person under bondage, leading to repeated falling into further births and deaths; ‘death’ is portrayed as the recurring rupture of embodied existence caused by such ignorance.
Sanatsujāta is instructing (in the Vidura–Dhṛtarāṣṭra context) about the fate of deluded beings: after leaving this world they fall again, and divine forces propel them onward, so that death is experienced as repeated ‘dying’ within the cycle of transmigration.