Brāhmaṇa-Dharma, Āśrama Eligibility, and the Primacy of Rāja-Dharma (Śānti Parva 63)
या संज्ञा विहिता लोके दासे शुनि वृके पशौ | विकर्मणि स्थिते विप्रे सैव संज्ञा च पाण्डव
yā saṁjñā vihitā loke dāse śuni vṛke paśau | vikarmaṇi sthite vipre saiva saṁjñā ca pāṇḍava ||
Disse Yudhiṣṭhira: «O mesmo rótulo de desprezo que o mundo atribui a um escravo, a um cão, a um lobo ou a outras feras, esse mesmo, ó Pāṇḍava, é aplicado também a um brāhmaṇa que se mantém em ações contrárias ao dever que lhe foi ordenado. Quando alguém abandona a conduta que lhe é própria, o mundo o julga por essa queda, não apenas pelo nascimento.»
युधिषछ्िर उवाच
Social and moral identity is tied to conduct: a brāhmaṇa who acts against prescribed duty (vikarma) is judged with the same contempt reserved for degraded or despised categories; birth alone does not protect one from ethical accountability.
In the Śānti Parva’s dharma-discourse, Yudhiṣṭhira articulates a principle of moral evaluation: society assigns labels based on behavior, and a learned person who abandons rightful conduct is treated as fallen despite status.