राजधर्मप्रश्नः — Yudhiṣṭhira’s Inquiry into Rājadharma (Śānti-parva 56)
अभिशस्तमपि होषां कृपायीत विशाम्पते । ब्रह्मघ्ने गुरुतल्ये च भ्रूणहत्ये तथैव च,प्रजानाथ! इनमें कोई कलड्कित हो तो उसपर भी कृपा ही करनी चाहिये। ब्रह्महत्या, गुरुपत्नीगमन, भ्रूणहत्या तथा राजद्रोहका अपराध होनेपर भी ब्राह्मणको देशसे निकाल देनेका ही विधान है--उसे शारीरिक दण्ड कभी नहीं देना चाहिये
abhiśastam api hoṣāṃ kṛpāyīta viśāmpate | brahmaghne gurutalye ca bhrūṇahatye tathaiva ca ||
Bhīṣma disse: “Ó senhor do povo, mesmo aquele que é publicamente acusado e desonrado deve ser tratado com compaixão. Mesmo em casos como matar um brâmane, violar o leito do mestre (adultério com a esposa do guru) e matar um embrião, o governante não deve apressar-se a aplicar punições corporais; o impulso ético aqui é a contenção e a misericórdia na justiça régia, especialmente quanto aos brâmanes, para os quais se indica o exílio em vez de dano físico.”
भीष्म उवाच
Royal justice should be tempered by compassion; even grave offenders—especially Brahmins—are not to be subjected to bodily punishment, with expulsion presented as the restrained, dharmic response.
In the Shanti Parva discourse on rajadharma, Bhishma instructs the king on how to administer punishment, emphasizing mercy and limits on physical penalties even for severe transgressions.