Adhyātma–Adhibhūta–Adhidaivata Correspondences and the Triguṇa Lakṣaṇas (Śānti-parva 301)
समस्त ब्राह्मण, देवता और शान्तिका अनुभव करनेवाले लोग उसी अनन्त, अच्युत, ब्राह्मणहितैषी तथा परमदेव परमात्माकी स्तुति-प्रार्थना करते हैं। उनके गुणोंका चिन्तन करते हुए उनकी महिमाका गान करते हैं। योगमें उत्तम सिद्धिको प्राप्त हुए योगी तथा अपार ज्ञानवाले सांख्यवेत्ता पुरुष भी उसीके गुण गाते हैं ।।
amūrtes tasya kaunteya sāṅkhyaṁ mūrtir iti śrutiḥ | abhiśñānāni tasyāhur mataṁ hi bharatarṣabha ||
Bhīṣma disse: “Ó filho de Kuntī, a tradição declara que, para esse Supremo—que em verdade é sem forma—o Sāṅkhya é dito como uma ‘forma’ (um modo de apreendê-Lo). Os sábios descrevem certos sinais distintivos pelos quais Ele deve ser reconhecido—isto, ó touro entre os Bharatas, é o entendimento assentado. Nesse contexto, todos os brâmanes, os deuses, os buscadores de paz, os iogues que alcançaram a mais alta perfeição e os profundos conhecedores do Sāṅkhya são retratados como unidos em louvar e contemplar esse Senhor Supremo, infinito e infalível, alicerçando a vida espiritual na reverência, na visão interior e na disciplina íntima, e não apenas no ritual exterior.”
भीष्म उवाच
The Supreme is ultimately formless, yet tradition allows a practical ‘form’ of approach through Sāṅkhya—discriminative knowledge that analyzes reality and guides recognition of the Divine through defining characteristics rather than physical embodiment.
In the Śānti Parva instruction, Bhīṣma continues teaching Yudhiṣṭhira about the highest principles: how diverse spiritual authorities (śruti, yogins, sāṅkhyas) converge in praising the Supreme, and how philosophical discernment functions as an accepted means to apprehend the formless Absolute.