Sabhā Parva, Adhyāya 68 — Pāṇḍavānāṃ Vanavāsa-prasthānaḥ; Duḥśāsana-nindā; Pāṇḍava-pratijñāḥ
सुधन्वाने कहा--दैत्यराज! तुम पुत्रस्नेहकी परवा न करके जो धर्मपर डटे रह गये, इससे प्रसन्न होकर मैं तुम्हारे पुत्रको यह आज्ञा देता हूँ कि यह सौ वर्षोतक जीवित रहे ।।
vidura uvāca—evaṁ vai paramaṁ dharmaṁ śrutvā sarve sabhāsadaḥ | yathāpraśnaṁ tu kṛṣṇāyā manyadhvaṁ tatra ki param ||
Sudhanvā disse: “Ó rei dos Daitya! Já que, sem te deixares levar pelo afeto por teu filho, permaneceste firme no dharma, alegro-me e ordeno que teu filho viva até completar cem anos.” Vidura disse: “Ó membros da assembleia! Tendo ouvido este princípio supremo do dharma, declarai agora—exatamente conforme a pergunta de Kṛṣṇā (Draupadī)—qual é o vosso juízo neste assunto. Que dever mais elevado resta do que responder com retidão quando o próprio dharma está sendo posto à prova?”
विदुर उवाच
When dharma is under dispute, silence becomes complicity; those with authority and learning must give a clear, reasoned judgment aligned with justice, not with fear or favoritism.
In the Kuru court, after hearing a statement framed as ‘supreme dharma,’ Vidura urges the assembled elders and courtiers to answer Draupadī’s pointed question and declare their verdict on her case.