Mahabharata Adhyaya 83
Drona ParvaAdhyaya 8328 Versesयह अध्याय प्रत्यक्ष रण-वर्णन नहीं, बल्कि युद्ध के लिए अर्जुन की दैवी तैयारी/सशक्तिकरण का प्रसंग है।

Adhyaya 83

Saumadatti-vadha and Bhīma–Alambusa-saṃyoga (सौमदत्तिवधः तथा भीमालम्बुससंयोगः)

Upa-parva: Droṇa-parva — Battlefield Engagements (Sañjaya–Dhṛtarāṣṭra Reportage Unit)

Sañjaya reports that Saumadatti (Bhīṣma’s son) strikes the five Draupadeyas with successive volleys, briefly disorienting them. Śatānīka (Nakula’s son) and the other Draupadeyas counterattack, but Saumadatti responds by placing single arrows into each warrior’s chest, prompting the five brothers to surround and press him from their chariots. The Pāṇḍava elders then execute a systematic neutralization: Arjuna kills Saumadatti’s horses; Bhīma cuts his bow and continues to wound him; Yudhiṣṭhira fells his banner; Nakula removes the charioteer from the chariot-platform; and Sahadeva, recognizing the moment of vulnerability, delivers the decisive act by severing Saumadatti’s head with a razor-edged arrow. Seeing the fallen head, the Kaurava forces scatter in alarm. The chapter then shifts to Alambusa’s engagement with Bhīma. Alambusa inflicts heavy damage, including the destruction of Bhīma’s supporting fighters and a temporary incapacitation of Bhīma. Bhīma recovers, intensifies his assault, and Alambusa adopts frightening forms, taunts Bhīma with the memory of a slain brother (Bakā), and uses concealment and arrow-rain to disrupt Pāṇḍava ranks, producing mass confusion and vivid battlefield imagery (a ‘river’ of blood and debris). Hearing the opposing army’s roar, Bhīma responds with a powerful astric discharge (Tvāṣṭra-astra), countering the adversary’s extraordinary tactics and driving Alambusa away toward Droṇa’s formation. The Pāṇḍavas proclaim victory and commend Bhīma’s resilience and tactical recovery.

Chapter Arc: संजय राजन् को बतलाते हैं कि कुन्तीपुत्र अर्जुन प्रसन्नचित्त, हाथ जोड़कर, समस्त तेजों के भण्डार वृषभध्वज भगवान् शिव के हर्षोत्फुल्ल नेत्रों से दर्शन करते हैं—मानो युद्ध के बीच एक दिव्य द्वार खुल गया हो। → अर्जुन अपने द्वारा समर्पित रात्रिकालीन नैत्यिक उपहार को शिव के समीप रखा हुआ देखते हैं और मन-ही-मन श्रीकृष्ण तथा शिव की पूजा कर शिव से दिव्य अस्त्र की याचना करते हैं। शिव के संकेत से वे उस दिव्य अमृतमय सरोवर के निकट जाते हैं जहाँ पूर्वकाल का श्रेष्ठ धनुष-बाण निहित है; वहाँ पहुँचकर अर्जुन का संकल्प—अस्त्र-प्राप्ति और प्रतिज्ञा-पूर्ति—और तीव्र हो उठता है। → अर्जुन एकाग्रचित्त होकर उस श्रेष्ठ धनुष को हाथ में लेकर धनुर्धर की भाँति स्थित होते हैं और विधिपूर्वक बाण सहित धनुष खींचते हैं; उसी क्षण स्मरण-शक्ति से वे वनवासकालीन शिव-दर्शन और वर-प्राप्ति को पुनः जीते हैं, और शिव प्रसन्न होकर घोर पाशुपतास्त्र को वरदान-रूप में पुनः प्रदान करते हैं—प्रतिज्ञा की पारण-घड़ी पूर्ण होती है। → पाशुपतास्त्र पुनः प्राप्त कर अर्जुन रोमांचित हो उठते हैं; वे अपने कार्य को सिद्ध मानते हैं और भीतर-ही-भीतर यह निश्चय दृढ़ होता है कि धर्मयुद्ध में अब उनके पास वह परम भयङ्कर सामर्थ्य है जो देव-शत्रुओं को भी गिरा चुका है। → यह दिव्य अस्त्र किस निर्णायक क्षण में, किस सीमा तक, और किन शर्तों के साथ प्रयुक्त होगा—यही प्रश्न अगले प्रसंग की ओर कथा को धकेल देता है।

Shlokas

Verse 2

संजय कहते हैं--राजन्‌! तदनन्तर कुन्तीकुमार अर्जुनने प्रसन्नचित्त हो हाथ जोड़कर समस्त तेजोंके भण्डार भगवान्‌ वृषभध्वजका हर्षोत्फुल्ल नेत्रोंसे दर्शन किया ।।

Sañjaya disse: “Ó Rei! Depois disso, Arjuna, filho de Kuntī, com o coração jubiloso, juntou as mãos em reverência e contemplou, com olhos brilhantes de alegria, o bendito Senhor do estandarte do Touro—Vṛṣabhadhvaja (Śiva), tesouro de todos os esplendores. Viu também, perto de Tryambaka (Śiva), aquela oferenda bem preparada—um rito noturno auspicioso—apresentada por Vāsudeva (Kṛṣṇa).”

Verse 3

उन्होंने अपने द्वारा समर्पित किये हुए रात्रिकालके उस नैत्यिक उपहारको, जिसे श्रीकृष्णको निवेदित किया था, भगवान्‌ त्रिनेत्रधारी शिवके समीप रखा हुआ देखा ।।

Ele viu que aquela oferenda noturna, por ele consagrada e apresentada a Śrī Kṛṣṇa, estava colocada junto a Śiva, o de Três Olhos. Então o Pāṇḍava, tendo reverenciado em seu íntimo tanto Kṛṣṇa quanto Śarva (Śiva), dirigiu-se a Śaṅkara, dizendo: “Desejo uma arma divina.”

Verse 4

तब पाण्डुपुत्र अर्जुनने मन-ही-मन भगवान्‌ श्रीकृष्ण और शिवकी पूजा करके भगवान्‌ शंकरसे कहा--'प्रभो! मैं आपसे दिव्य अस्त्र प्राप्त करना चाहता हूँ ।।

Então Arjuna, filho de Pāṇḍu, adorou em seu íntimo o Senhor Śrī Kṛṣṇa e o Senhor Śiva, e dirigiu-se a Śaṅkara: “Ó Mestre, desejo obter de ti armas divinas.” Ao conhecer o pedido de dádiva de Pārtha, o Grande Deus (Śiva) sorriu e falou a Vāsudeva e a Arjuna.

Verse 5

स्वागतं वां नरश्रेष्टी विज्ञातं मनसेप्सितम्‌ । येन कामेन सम्प्राप्ती भवद्धयां तं॑ ददाम्यहम्‌

Sañjaya disse: “Sede bem-vindos ambos, ó os mais eminentes entre os homens. Conheço o desejo que guardais no coração. Seja qual for o anseio que vos trouxe aqui, eu vo-lo concedo.”

Verse 6

सरो<मृतमयं दिव्यम भ्याशे शरत्रुसूदनौ । तत्र मे तद्‌ धर्नुर्दिव्यं शरश्न निहित: पुरा

Sañjaya disse: “Ó vós dois, destruidores de inimigos, bem perto há um lago divino, cheio de néctar. Ali, em tempos antigos, foram depositados o meu arco celestial e as flechas. Com essa arma eu outrora derrubei, em batalha, todos os inimigos dos deuses. Ó Kṛṣṇa—vós dois, trazei desse lago aquele arco excelente, juntamente com as flechas.”

Verse 7

येन देवारय: सर्वे मया युधि निपातिता: । तत आनीयतां कृष्णौ सशरं धनुरुत्तमम्‌

Sañjaya disse: “O arco supremo com as suas flechas—com o qual eu outrora derrubei, em batalha, todos os inimigos dos deuses—deve ser trazido para cá. Ó Kṛṣṇa, ó heróico destruidor de inimigos! Perto há um lago divino, como néctar; em tempos antigos meu arco celestial e minhas flechas foram ali colocados. Vós dois deveis buscar desse lago aquele arco excelente, juntamente com as flechas.”

Verse 8

तथेत्युक्त्वा तु तौ वीरौ सर्वपारिषदैः सह । प्रस्थितौ तत्सरो दिव्यं दिव्यैश्वर्यशतैर्युतम्‌

Sañjaya disse: Tendo respondido, “Assim seja”, aqueles dois heróis—juntamente com todos os assistentes reunidos—partiram em direção àquele lago maravilhoso e celestial, dotado de centenas de esplendores divinos.

Verse 9

निर्दिष्ट यद्‌ वृषाड्केण पुण्यं सर्वार्थसाधकम्‌ | तौ जग्मतुरसम्भ्रान्ती नरनारायणावृषी

Sañjaya disse: “Tendo Vṛṣāṅka (Śiva) lhes mostrado aquele caminho meritório que realiza todo objetivo justo, os dois sábios, Nara e Nārāyaṇa, partiram sem sobressalto, firmes de espírito.”

Verse 10

तब “बहुत अच्छा” कहकर वे दोनों वीर भगवान्‌ शंकरके पार्षदगणोंके साथ सैकड़ों दिव्य ऐश्वर्योंसे सम्पन्न तथा सम्पूर्ण मनोरथोंकी सिद्धि करनेवाले उस पुण्यमय दिव्य सरोवरकी ओर प्रस्थित हुए, जिसकी ओर जानेके लिये महादेवजीने स्वयं ही संकेत किया था। वे दोनों नर-नारायण ऋषि बिना किसी घबराहटके वहाँ जा पहुँचे ।।

Então os dois heróis disseram: “Muito bem”, e partiram com os séquitos do bem-aventurado Śaṅkara rumo àquele lago divino e meritório, dotado de centenas de esplendores celestes e capaz de realizar todos os desejos — lago para o qual o próprio Mahādeva lhes indicara o caminho. Os dois, Nara e Nārāyaṇa, ali chegaram sem temor. Depois, ao alcançarem o lago, resplandecente como o disco do sol, Arjuna e Acyuta (Śrī Kṛṣṇa) viram, dentro da água, uma serpente terrível, ardendo com brilho solar.

Verse 11

द्वितीयं चापरं नागं सहस्रशिरसं वरम्‌ । वमन्तं विपुला ज्वाला ददृशातेडग्निवर्चसम्‌

Sañjaya disse: Eles viram ainda outra serpente nobre, a segunda — um excelente nāga de mil cabeças, resplandecente como o fogo, que de sua boca expelia vastas e ferozes línguas de chama.

Verse 12

ततः कृष्णश् पार्थश्च संस्पृश्याम्भ: कृताञ्जली । तौ नागावुपतस्थाते नमस्यन्तौ वृषध्वजम्‌,तब श्रीकृष्ण और अर्जुन जलसे आचमन करके हाथ जोड़ भगवान्‌ शंकरको प्रणाम करते हुए उन दोनों नागोंके निकट खड़े हो गये

Sañjaya disse: Então Kṛṣṇa e Pārtha, após tocarem a água em purificação ritual e com as mãos unidas em reverência, puseram-se junto àquelas duas serpentes, inclinando-se diante de Vṛṣadhvaja (Śiva).

Verse 13

गृणन्तौ वेदविद्वांसौ तद्‌ ब्रह्म शतरुद्रियम्‌ अप्रमेयं प्रणमतो गत्वा सर्वात्मना भवम्‌

Sañjaya disse: Ambos eram versados nos Vedas. Por isso recitaram o Śatarudrīya — hinos que louvam o Brahman supremo — e, aproximando-se do incomensurável Bhava (Śiva) com todo o seu ser, prostraram-se diante dele em completa entrega e refúgio.

Verse 14

ततस्तौ रुद्रमाहात्म्याद्धित्वा रूप॑ महोरगौ । भधनुर्बाणश्न शत्रुघ्नं तद्‌ द्वन्डे समपद्यत,तदनन्तर भगवान्‌ शंकरकी महिमासे वे दोनों महानाग अपने उस रूपको छोड़कर दो शत्रुनाशक धनुष-बाणके रूपमें परिणत हो गये

Sañjaya disse: Depois disso, pela majestade de Rudra, aquelas duas grandes serpentes abandonaram sua forma anterior e, naquele mesmo par, tornaram-se as formas de arco e flecha que destroem o inimigo—um presságio do poder de Śiva, que transforma seres temíveis em instrumentos de vitória decisiva na guerra.

Verse 15

तौ तज्जगृहतुः प्रीतौ धनुर्बाणं च सुप्रभम्‌ । आजतद्नतुर्महात्मानौ ददतुश्न महात्मने

Então, ambos, satisfeitos, tomaram o arco e a flecha resplandecentes. Śrī Kṛṣṇa e Arjuna—duas grandes almas—receberam-nos em suas mãos, levaram-nos a Mahādeva (Śiva) e os ofereceram de volta às mãos do Grande Senhor.

Verse 16

ततः पार्श्वाद्‌ वृषाड्कस्य ब्रह्मचारी न्यवर्तत । पिड्ञाक्षस्तपस: क्षेत्र बलवान्‌ नीललोहित:

Sañjaya disse: Então, do lado do Senhor de estandarte do touro (Śiva), surgiu um brahmacārin—de olhos fulvos, como se fosse o próprio campo da austeridade, poderoso, e de tonalidade escura avermelhada. A cena assinala intervenção divina: a disciplina ascética e a força espiritual aparecem como poderes ativos, capazes de entrar no campo de batalha e moldar o curso dos acontecimentos.

Verse 17

स तद्‌ गृहा धनुःश्रेष्ठ तस्थौ स्थानं समाहितः । विचकर्षाथ विधिवत्‌ सशरं धनुरुत्तमम्‌

Sañjaya disse: Tendo chegado àquele lugar, o mais eminente arqueiro permaneceu firme, plenamente concentrado. Então, de modo devido e disciplinado, retesou seu excelente arco, já com a flecha encaixada.

Verse 18

वह एकाग्रचित्त हो उस श्रेष्ठ धनुषको हाथमें लेकर एक धनुर्धरको जैसे खड़ा होना चाहिये, वैसे खड़ा हुआ। फिर उसने बाणसहित उस उत्तम धनुषको विधिपूर्वक खींचा ।।

Sañjaya disse: Com a mente reunida num só foco, ele tomou aquele excelente arco e permaneceu na postura própria de um mestre arqueiro. Então, segundo a forma devida, retesou aquele arco soberbo, já com a flecha encaixada. Nesse momento, Arjuna, filho de Pāṇḍu—de proeza inconcebível—observou a corda, a empunhadura e a exatidão da posição; e, ao ouvir o mantra proferido por Bhava (Śiva), recebeu-o interiormente e fixou-o na mente. A cena ressalta que o poder não é apenas tomado pela força: é dominado pelo método correto e pela instrução consagrada.

Verse 19

स सरस्येव तं बाणं मुमोचातिबल: प्रभु: । चकार च पुनर्वीरस्तस्मिन्‌ सरसि तद्‌ धनुः,तत्पश्चात्‌ अत्यन्त बलशाली वीर भगवान्‌ शिवने उस बाणको उसी सरोवरमें छोड़ दिया। फिर उस धनुषको भी वहीं डाल दिया

Disse Sañjaya: Aquele senhor de força imensa lançou a flecha no próprio lago; e então o herói também atirou aquele arco nas mesmas águas.

Verse 20

ततः प्रीतं भवं ज्ञात्वा स्मृतिमानर्जुनस्तदा । वरमारण्यके दत्तं दर्शन शड्करस्य च

Disse Sañjaya: Então Arjuna, recuperando plenamente a lucidez e sabendo que Bhava (Śiva) estava satisfeito, recordou a dádiva concedida outrora na floresta: a visão abençoada de Śaṅkara.

Verse 21

तस्य तन्मतमाज्ञाय प्रीत: प्रादाद्‌ वरं भव:

Disse Sañjaya: Compreendendo a sua intenção, Bhava (Śiva), satisfeito no íntimo, concedeu-lhe uma dádiva.

Verse 22

ततः पाशुपतं दिव्यमवाप्य पुनरीश्वरात्‌

Disse Sañjaya: Então, mais uma vez, ele obteve do Senhor a arma divina Pāśupata.

Verse 23

ववन्दतुश्च संहृष्टौ शिरोभ्यां तं महेश्वरम्‌

Disse Sañjaya: Tomados de alegria, inclinaram a cabeça diante de Maheśvara. Então Śrī Kṛṣṇa e Arjuna —ambos grandes almas—, tendo recebido sua permissão, retornaram de imediato ao seu acampamento, cheios de contentamento.

Verse 24

अनुज्ञातौ क्षणे तस्मिन्‌ भवेनार्जुनकेशवौ । प्राप्तौी स्‍्वशिबिरं वीरी मुदा परमया युतौ

Disse Sañjaya: Naquele exato momento, tendo recebido a permissão de Bhava (Śiva), os dois heróis—Arjuna e Keśava—retornaram ao seu próprio acampamento, tomados de júbilo supremo.

Verse 25

तथा भवेनानुमतौ महासुरनिघातिना । इन्द्राविष्णू यथा प्रीती जम्भस्य वधकाड्क्षिणौ

Disse Sañjaya: Assim como outrora Indra e Viṣṇu—desejando a morte do asura Jambha—retornaram jubilosos após obterem o consentimento de Śaṅkara, o grande destruidor de poderosos demônios, do mesmo modo Śrī Kṛṣṇa e Arjuna voltaram, deleitados, ao seu próprio acampamento.

Verse 81

इति श्रीमहाभारते द्रोणपर्वणि प्रतिज्ञापर्वणि अर्जुनस्य पुन: पाशुपतास्त्रप्राप्तौ एकाशीतितमो<ध्याय:

Assim, no Śrī Mahābhārata, dentro do Droṇa Parva—em particular na seção chamada Pratijñā Parva—encerra-se o octogésimo primeiro capítulo, que descreve a renovada obtenção, por Arjuna, da arma Pāśupata.

Verse 206

मनसा चिन्तयामास तन्‍मे सम्पद्यतामिति | तब स्मरणशक्तिसे सम्पन्न अर्जुनने भगवान्‌ शंकरको अत्यन्त प्रसन्न जानकर वनवासके समय जो भगवान्‌ शंकरका दर्शन और वरदान प्राप्त हुआ था

Disse Sañjaya: Arjuna, dotado de agudo poder de recordação, refletiu consigo: “Que isso se cumpra para mim.” Sabendo que Śaṅkara estava sobremaneira satisfeito, ele evocou mentalmente a visão e a dádiva que recebera de Śaṅkara durante o exílio na floresta, e desejou que o propósito daquele favor divino se realizasse agora.

Verse 216

तच्च पाशुपतं घोरें प्रतिज्ञायाश्व॒ पारणम्‌ । उनके इस अभिप्रायको जानकर भगवान्‌ शंकरने प्रसन्न हो वरदानके रूपमें वह घोर पाशुपत अस्त्र, जो उनकी प्रतिज्ञाकी पूर्ति करानेवाला था, दे दिया

Disse Sañjaya: E aquela terrível arma Pāśupata—capaz de levar seu voto solene ao cumprimento—foi-lhe concedida por Śaṅkara, que, compreendendo sua intenção, alegrou-se e a outorgou como dádiva.

Verse 223

संहृष्टरोमा दुर्धर्ष: कृतं कार्यममन्यत । भगवान्‌ शंकरसे उस दिव्य पाशुपतास्त्रको पुनः प्राप्त करके दुर्धर्ष वीर अर्जुनके शरीरमें रोमांच हो आया और उन्हें यह विश्वास हो गया कि अब मेरा कार्य पूर्ण हो जायगा

Disse Sañjaya: Tendo recuperado mais uma vez, do Senhor Bem-aventurado Śaṅkara, aquela arma divina Pāśupata, o herói inconquistável Arjuna sentiu o corpo arrepiar-se de júbilo. Convenceu-se de que seu propósito estava enfim cumprido — e de que seu dever na guerra poderia ser levado a cabo com poder seguro e sanção divina.

Frequently Asked Questions

The chapter juxtaposes individualized heroics with collective dismantling of an opponent’s capacity to fight, raising the tension between valor-as-duel and duty-as-effective outcome, especially when decisive acts occur after disabling mobility and command-symbols.

Operational resilience and layered tactics: regain composure after shock, reduce an adversary’s functional advantages (horses, bow, banner, concealment), and apply proportionate countermeasures to restore battlefield order.

No explicit phalaśruti appears in the provided passage; the chapter functions primarily as reportorial war-narrative emphasizing causality, tactical sequencing, and the moral pressure exerted by retaliation memory.

Read Mahabharata in the Vedapath app

Scan the QR code to open this directly in the app, with audio, word-by-word meanings, and more.

Continue reading in the Vedapath app

Open in App