भीष्मस्य शरवर्षः — Bhīṣma’s Arrow-Storm and Kṛṣṇa’s Impulse to Intervene
नरेन्द्रनागाश्वसमाकुलाना- मभ्यायतीनामशिवे मुहूर्ते । बभूव घोषस्तुमुल श्चमूनां वातोद्धुतानामिव सागराणाम्
sañjaya uvāca |
narendranāgāśvasamākulānām abhyāyatīnām aśive muhūrte |
babhūva ghoṣas tumulaś camūnām vātoddhutānām iva sāgarāṇām ||
Sañjaya disse: Naquele momento infausto, quando os exércitos—apinhados de reis, elefantes e cavalos—avançaram para golpear, ergueu-se um bramido terrível e tumultuoso. O estrondo daquelas hostes em marcha parecia o trovão de oceanos açoitados pelo vento até a fúria, sinalizando a sombra sobre o dharma e a devastação inevitável que a guerra desencadeia quando poder e orgulho eclipsam a contenção.
संजय उवाच
The verse underscores how war, especially when begun under ill omens, amplifies chaos and fear: the external roar mirrors an inner collapse of restraint. It implicitly warns that when rulers choose violence, the world itself seems to resound with the consequences.
Sañjaya reports the battlefield atmosphere as both sides advance: armies packed with kings, elephants, and horses generate a deafening uproar, compared to storm-tossed oceans—an auditory image of the impending clash at Kurukṣetra.