Brāhmaṇa-vandana: Criteria for Veneration, Disciplined Speech, and Protective Kingship (अनुशासनपर्व, अध्याय ८)
भूय: स्यादुभयं दत्तं ब्राह्मणाद् यदकोपनात् । कुर्यादुभयत: शेषं दत्तशेषं न शेषयेत्
bhūyaḥ syād ubhayaṁ dattaṁ brāhmaṇād yad akopanāt | kuryād ubhayataḥ śeṣaṁ dattaśeṣaṁ na śeṣayet ||
Bhīṣma disse: “Ainda: aquilo que é emitido por um Brāhmaṇa livre de ira torna-se duplamente eficaz. Quando poder espiritual e energia ardente são aplicados de ambos os lados, pode restar algum resíduo; mas qualquer força que permaneça após ser contida por um Brāhmaṇa paciente e senhor de si—se então for dirigida contra um Brāhmaṇa de verdadeiro fulgor—repercute e se extingue por completo, sem deixar o menor resto. A lição ética é esta: kṣānti (forbearance, paciência) e akrodha (ausência de cólera) num Brāhmaṇa neutralizam a agressão; ao passo que a força movida pela ira, sobretudo quando voltada contra o verdadeiramente radiante, destrói a si mesma.”
भीष्म उवाच
Anger-driven power is self-defeating: a Brahmin’s calm forbearance (akrodha, kṣānti) neutralizes hostile tejas/tapas, and any residual aggressive force, when turned against true spiritual brilliance, rebounds and is completely destroyed. The verse elevates self-control over retaliatory fury.
Bhishma is instructing on the dynamics of spiritual and moral power between social orders: the Kshatriya’s aggressive ‘fire’ (tejas/tapas used as force) is checked by a patient Brahmin; if the Kshatriya then tries to use what remains against a truly radiant Brahmin, that force is repelled and extinguished entirely.