Dāyavibhāga (Inheritance Apportionment) and Household Precedence — Dialogue of Yudhiṣṭhira and Bhīṣma
बन्धुभि: समनुज्ञाते मन्त्रहोमौ प्रयोजयेत् । तथा सिद्धयन्ति ते मन्त्रा नादत्ताया: कथंचन
bandhubhiḥ samanujñāte mantrahomau prayojayet | tathā siddhyanti te mantrā nādattāyāḥ kathaṃcana ||
Bhishma disse: “Quando os parentes da moça tiverem dado seu consentimento, devem-se empregar os mantras do casamento e a oferenda ao fogo (homa). Só então esses mantras se tornam eficazes e cumprem seu propósito. Para uma jovem que não foi devidamente dada em casamento por seus guardiões, a aplicação ritual dos mantras não tem êxito de modo algum—tal união não é considerada um matrimônio devidamente consagrado pelo rito védico.”
भीष्म उवाच
Ritual validity depends on rightful authorization: marriage mantras and homa are considered efficacious only when performed with the consent of the girl’s guardians/kinsmen and when she is duly ‘given’ in marriage; otherwise the rite is treated as not properly accomplished.
In Bhishma’s dharma-instruction discourse (Anushasana Parva), he lays down a rule about the proper performance of marriage rites, emphasizing consent and formal guardianship-based giving as prerequisites for the success of the Vedic mantras and homa.