Dāyavibhāga (Inheritance Apportionment) and Household Precedence — Dialogue of Yudhiṣṭhira and Bhīṣma
नैकान्तो दोष एकस्मिंस्तदा केनोपपद्यते | धर्मतो यां प्रयच्छन्ति यां च क्रीणन्ति भारत
naikānto doṣa ekasmiṁs tadā kenopapadyate | dharmato yāṁ prayacchanti yāṁ ca krīṇanti bhārata ||
Bhishma disse: “A falta não surge de modo absoluto apenas de um lado—como, então, se poderia estabelecer a culpa num caso assim? Ó Bharata, quando os parentes de uma donzela a dão em casamento segundo o dharma pelo rito do pāṇigrahaṇa, ou mesmo quando a entregam mediante pagamento, se o homem que a desposa na forma devida—ou aquele que pagou o preço—leva-a para sua casa, nenhuma falta moral é incorrida. Nessa situação, como se poderia dizer que há culpabilidade?”
भीष्म उवाच
Bhishma argues that moral blame cannot be assigned absolutely to one party when a marriage occurs through socially recognized means—whether by lawful gifting of the bride or by a transaction accepted in that context; thus, taking the bride home in such a case is not, by itself, a doṣa.
In Anushasana Parva, Bhishma instructs Yudhiṣṭhira on dharma and social conduct. Here he addresses a question about the legitimacy and fault (doṣa) in certain forms of marriage acquisition, asserting that in the described circumstances culpability does not arise.