अच्युत: प्रथित: प्राण: प्राणदो वासवानुज: । अपां निधिरधिष्ठानमप्रमत्त: प्रतिष्ठित:
acyutaḥ prathitaḥ prāṇaḥ prāṇado vāsavānujaḥ | apāṁ nidhir adhiṣṭhānam apramattaḥ pratiṣṭhitaḥ ||
Bhishma disse: “Ele é Acyuta, o Infalível—inalterado por qualquer modificação; Prathita, o Renomado—celebrado como a causa por trás do surgir e da ordem do mundo; Prāṇa, o Sopro vital—sustentando as criaturas como princípio vital cósmico; Prāṇada, o Doador de vida—nutrindo e amparando todos os seres; Vāsavānuja, o irmão mais novo de Indra—nascido assim na encarnação de Vāmana; Apāṁ Nidhi, o Repositório das águas—presente como o oceano que as reúne e as guarda; Adhiṣṭhāna, o Fundamento—o suporte subjacente e a base material de todos os seres; Apramatta, o Sempre vigilante—nunca negligente; e Pratiṣṭhita, o Firmemente estabelecido—que permanece em sua própria majestade.”
भीष्म उवाच
The verse teaches contemplative devotion through divine names: the Supreme is portrayed as changeless, life-sustaining, the cosmic foundation, and ever-vigilant. Remembering these epithets frames dharma as grounded in a stable, sustaining divine order rather than in human fluctuation or negligence.
In Anuśāsana Parva, Bhīṣma instructs Yudhiṣṭhira on dharma and devotion. Here he continues a litany of Viṣṇu’s names (a section associated with the Viṣṇu-sahasranāma tradition), explaining the Lord’s attributes through epithets that connect theology with cosmic functions (life, support, vigilance).