२६३ वेद्य:-कल्याणकी इच्छावालोंके द्वारा जानने योग्य
vedyaḥ—kalyāṇakī icchāvālaiḥ jñātavyaḥ; vaidyāḥ—sarva-vidyā-jñāḥ; sadāyogī—sadā yoge sthitaḥ; vīrahā—dharma-rakṣārthaṁ asura-yoddhān nihantā; mādhavaḥ—vidyāyāḥ svāmī; madhuḥ—amṛta-vat sarvān prīṇayitā; atīndriyaḥ—indriyebhyaḥ sarvathā atītaḥ; mahāmāyaḥ—māyāvīnām api māyāṁ vidadhāti, mahān māyāvī; mahotsāhaḥ—jagat-utpatti-sthiti-pralaya-kṛte paramotsāhī; mahābalaḥ—mahā-bala-sampannaḥ
Disse Bhīṣma: Ele deve ser conhecido por aqueles que buscam o verdadeiro bem; é o conhecedor de todos os ramos do saber; sempre estabelecido no yoga; o matador de guerreiros demoníacos para a proteção do dharma; Mādhava, senhor do conhecimento; “Madhu”, que alegra a todos como o néctar; além do alcance dos sentidos; a Grande Māyā, o grande artífice da ilusão que supera até os astutos; de imensa determinação, sempre pronto para a criação, a sustentação e a dissolução do mundo; e dotado de força poderosa.
भीष्म उवाच
The verse frames the Divine as both transcendent (beyond senses, master of māyā) and ethically engaged (protector of dharma), teaching that true welfare lies in knowing and aligning with that sustaining moral-cosmic principle.
Bhīṣma continues his recitation of the Lord’s epithets (a praise-list of divine names), each name highlighting a distinct attribute—knowledge, yogic steadiness, protection of righteousness, cosmic sovereignty, and strength.