भारभृत् कथितो योगी योगीश: सर्वकामद: । आश्रम: श्रमण: क्षाम: सुपर्णो वायुवाहन:
bhārabhṛt kathito yogī yogīśaḥ sarvakāmadāḥ | āśramaḥ śramaṇaḥ kṣāmaḥ suparṇo vāyuvāhanaḥ ||
Disse Bhīṣma: Ele é chamado o Portador do fardo—sempre celebrado na tradição sagrada; um iogue, Senhor dos iogues, realizador de todos os desejos. É o refúgio que concede repouso; o asceta que castiga os perversos; o poder que traz a dissolução no fim dos tempos; o de belas asas, como uma árvore cujas folhas são os Vedas; e o impulsionador que dá ao próprio vento a força de mover-se.
भीष्म उवाच
The verse teaches that the divine sustains the world and devotees (as ‘bhārabhṛt’ and ‘āśrama’), perfects spiritual discipline (as ‘yogī’ and ‘yogīśa’), grants rightful aspirations (‘sarvakāmadā’), and also enforces moral-cosmic balance by chastening wrongdoing and ending creation at the appointed time (‘śramaṇa’, ‘kṣāma’).
In Anuśāsana Parva, Bhīṣma continues his instruction by praising the supreme deity through a sequence of epithets—each name highlighting a different aspect of divine power: support of the earth, mastery of yoga, beneficence toward devotees, and governance of cosmic processes like wind and dissolution.