Adhyāya 152 — Bhīṣma’s Authorization for Yudhiṣṭhira’s Return to the Capital (नगरप्रवेशानुज्ञा)
साध्वी स्त्री सदा अपने पतिको देवताके समान समझती है। पति और पत्नीका यह सहधर्म (साथ-साथ रहकर धर्माचरण करना) रूप धर्म परम मंगलमय है ।।
śrī-maheśvara uvāca | śuśrūṣāṃ paricāraṃ ca devatulyam prakurvatī | vaśyā bhāvena sumanāḥ suvratā sukhadarśanā | ananyacittā sumukhī bhartuḥ sā dharmacāriṇī | yā svāminaḥ kaṭhoravākye doṣadṛṣṭyā ca darśite 'pi prasannā smayamānā tiṣṭhati sā pativratā ||
Śrī Maheśvara disse: A esposa virtuosa considera o marido como uma divindade. Este modo de vida partilhado—marido e mulher vivendo juntos e praticando o dharma em conjunto—é supremamente auspicioso. Aquela que presta serviço e cuidado ao esposo como a um deus; que se dedica a ele de bom grado, com disposição suave e obediente; que mantém o ânimo alegre; que assume votos nobres e conserva uma aparência agradável para a felicidade do marido; cujo coração não se volta a ninguém mais; e que o recebe com um rosto luminoso e gracioso—tal mulher é chamada praticante do dharma. E aquela que, mesmo quando o marido fala com dureza ou a olha com olhos de censura, continua a sorrir com serenidade—só ela é verdadeiramente chamada pativratā (devotada ao marido).
श्रीमहेश्वर उवाच
The verse defines an ideal of marital dharma: a wife’s steadfast, single-minded devotion expressed through respectful service, good conduct, and inner serenity—even under provocation—presented as highly auspicious ‘shared dharma’ within household life.
In Anuśāsana Parva’s didactic setting, Śrī Maheśvara speaks in a prescriptive, ethical mode, describing qualities by which a woman is recognized as dharmacāriṇī and pativratā, emphasizing household harmony and disciplined conduct.