Ahiṃsā as Threefold Restraint (Mind–Speech–Action) and the Ethics of Consumption
दशन् वै मानुषान्नित्यं पापात्मा स विशाम्पते । धान्यकी चोरी करनेवाले मनुष्यके शरीरमें दूसरे जन्ममें बहुत-से रोएँ पैदा होते हैं। प्रजानाथ! जो मानव तिलके चूर्णसे मिश्रित भोजनकी चोरी करता है, वह नेवलेके समान आकारवाला भयानक चूहा होता है तथा वह पापी सदा मनुष्योंको काटा करता है ।।
yudhiṣṭhira uvāca | daśan vai mānuṣān nityaṃ pāpātmā sa viśāṃpate |
Yudhiṣṭhira disse: “Ó senhor do povo, esse ser de alma pecaminosa, em qualquer condição em que renasça, morde continuamente os seres humanos.” Nesta passagem (ampliada pelo ensinamento ao redor), Yudhiṣṭhira suscita e expõe a doutrina ética de que o furto—especialmente de alimentos essenciais e de provisões domésticas—amadurece em renascimentos dolorosos e degradantes. A punição é retratada por meio de encarnações animais simbólicas: a forma futura espelha o dano e a furtividade do ato, e a consequência não é apenas a censura social, mas uma transformação kármica que converte o malfeitor num tormento persistente para os homens.
युधिछिर उवाच
The passage underscores karmic moral causality: theft—especially of basic sustenance—produces severe consequences, depicted as degrading rebirths and ongoing suffering. The ethical point is that taking what sustains others violates dharma and returns as a life marked by fear, harm, and loss of human dignity.
Within Anuśāsana Parva’s didactic setting, Yudhiṣṭhira speaks to a kingly figure (‘viśāṃpati’), voicing or eliciting a rule-like statement about a sinner who continually bites humans. The surrounding exposition (as reflected in the provided gloss) elaborates this as a catalogue of thefts and their karmic rebirth-results.