Pūtanā-mokṣa — The Witch Pūtanā’s Attempt and Kṛṣṇa’s Deliverance
ईषामात्रोग्रदंष्ट्रास्यं गिरिकन्दरनासिकम् । गण्डशैलस्तनं रौद्रं प्रकीर्णारुणमूर्धजम् ॥ १५ ॥ अन्धकूपगभीराक्षं पुलिनारोहभीषणम् । बद्धसेतुभुजोर्वङ्घ्रि शून्यतोयह्रदोदरम् ॥ १६ ॥ सन्तत्रसु: स्म तद्वीक्ष्य गोपा गोप्य: कलेवरम् । पूर्वं तु तन्नि:स्वनितभिन्नहृत्कर्णमस्तका: ॥ १७ ॥
īṣā-mātrogra-daṁṣṭrāsyaṁ giri-kandara-nāsikam gaṇḍa-śaila-stanaṁ raudraṁ prakīrṇāruṇa-mūrdhajam
A boca da Rākṣasī estava cheia de dentes, cada um assemelhando-se à ponta de um arado, suas narinas eram profundas como cavernas de montanha, e seus seios assemelhavam-se a grandes lajes de pedra caídas de uma colina. Seu cabelo espalhado era da cor do cobre. As órbitas de seus olhos pareciam poços cegos profundos, suas coxas temíveis assemelhavam-se às margens de um rio, seus braços e pernas pareciam grandes pontes, e seu abdômen parecia um lago seco.
Bhagavatam 10.6.15 describes Pūtanā’s corpse as colossal and dreadful—her mouth like a chasm, nostrils like mountain caves, and hair scattered—emphasizing the horror of the demoness and the wonder of Krishna’s victory.
Śukadeva Gosvāmī narrates these verses to Mahārāja Parīkṣit while recounting Krishna’s childhood pastimes and the liberation of Pūtanā.
Even when danger appears overwhelming, remembrance of Krishna and devotion cultivate inner fearlessness, because the Lord can neutralize threats far beyond human capacity.