Brahmā Worships Vāmana; the Demons Attack; Bali is Bound and Questioned About the Third Step
वेदोपवेदा नियमा यमान्विता- स्तर्केतिहासाङ्गपुराणसंहिता: । ये चापरे योगसमीरदीपित- ज्ञानाग्निना रन्धितकर्मकल्मषा: ॥ २ ॥ ववन्दिरे यत्स्मरणानुभावत: स्वायम्भुवं धाम गता अकर्मकम् । अथाङ्घ्रये प्रोन्नमिताय विष्णो- रुपाहरत् पद्मभवोऽर्हणोदकम् । समर्च्य भक्त्याभ्यगृणाच्छुचिश्रवा यन्नाभिपङ्केरुहसम्भव: स्वयम् ॥ ३ ॥
vedopavedā niyamā yamānvitās tarketihāsāṅga-purāṇa-saṁhitāḥ ye cāpare yoga-samīra-dīpita- jñānāgninā randhita-karma-kalmaṣāḥ
Entre as grandes personalidades que vieram adorar os pés de lótus do Senhor havia os perfeitos em niyama e yama, peritos em lógica, história, Purāṇas e tratados; outros dominavam os Vedas, os Upavedas e compilações do saber védico; outros haviam queimado as impurezas do karma com o fogo do conhecimento despertado pelo yoga; e outros alcançaram Brahmaloka por elevada realização védica, não por karma ordinário. Então Brahmā, nascido do lótus do umbigo de Viṣṇu, ofereceu água de arghya aos pés de lótus erguidos de Viṣṇu, adorou-os com bhakti e elevou louvores e preces.
This verse states that by the influence of remembering Him alone, one can attain the actionless, self-manifest abode beyond karma—showing smaraṇa as a direct, liberating form of bhakti.
Because Brahmā is born from the lotus arising from Viṣṇu’s navel, he recognizes Viṣṇu as the supreme source and therefore offers arhaṇodaka and praises Him with devotion.
Practice daily remembrance of Viṣṇu—through japa, hearing His names and pastimes, and mindful prayer—so that actions become purified and consciousness turns toward freedom from karmic bondage.