Adhyaya 39
Vishnu KhandaVenkatachala MahatmyaAdhyaya 39

Adhyaya 39

O capítulo é apresentado como um diálogo narrado por Sūta. Añjanā, aflita por não ter filhos, é abordada pelo sábio Matanga, que lhe pergunta o propósito. Ela recorda uma antiga graça concedida por Śiva a seu pai Keśarī: embora a condição do nascimento presente fosse limitada, ele teria uma filha de grande renome, e o filho dessa filha lhe traria alegria. Añjanā enumera as muitas práticas devocionais e éticas realizadas em busca de prole: vratas sazonais e mensais, banhos rituais e caridade, circunambulações e reverências, oferendas ligadas ao śālagrāma e diversas formas de dāna. Ainda assim, sem obter um filho, volta-se ao tapas, a austeridade sagrada. Matanga fornece um roteiro preciso da geografia santa: ao sul para Ghānācala e Brahmatīrtha, a leste para o Suvarṇamukharī, e ao norte em direção a Vṛṣabhācala e Svāmipuṣkariṇī. Ela deve banhar-se, honrar Varāha e Veṅkaṭeśa, seguir ao tīrtha Viyadgaṅgā entre árvores auspiciosas e realizar austeridades dirigidas a Vāyu. Añjanā cumpre as instruções, intensifica o ascetismo de frutos e água para restrições mais severas; após mil anos, Vāyu manifesta-se num momento propício assinalado pela astrologia e oferece uma dádiva. Ela pede um filho; Vāyu concede declarando-se ele próprio seu filho e prometendo fama. O relato encerra-se com deuses, sábios e consortes divinas reunidos para testemunhar o tapas extraordinário, afirmando que a disciplina praticada nos tīrthas corretamente indicados atrai uma resposta divina transformadora.

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