Adhyaya 12
Vishnu KhandaVenkatachala MahatmyaAdhyaya 12

Adhyaya 12

Neste adhyāya, os sábios perguntam a Sūta sobre a grandeza (vaibhava) de Śrī Swāmi Puṣkariṇī/Swāmi-tīrtha, da qual se diz que liberta até pelo simples recordar. Sūta responde afirmando que aqueles que louvam, narram ou se banham nesse tīrtha não experimentam o destino dos vinte e oito narakas. Em seguida, o capítulo enumera esses reinos infernais pelo nome e relaciona certas transgressões éticas a punições específicas: apropriar-se da riqueza e dos vínculos alheios; odiar os pais e os eruditos; violar o caminho védico; causar dano perturbador aos seres; má conduta sexual; fomentar divisões sectárias anti-dharma; impureza de comportamento; violência contra animais; e hipocrisia ritual. Após cada caso, repete-se uma garantia em tom de refrão: o banho em Swāmi-tīrtha impede tal queda. A phalaśruti conclui declarando que o fruto equivale a grandes sacrifícios e dádivas, purifica de imediato até pecados graves e faz surgir virtudes como sabedoria, desapego e clareza mental. Há ainda um aviso para não tratar o louvor como exagero, pois a descrença é apresentada como perigosa espiritualmente. Por fim, ver, banhar-se, louvar, tocar e prostrar-se no tīrtha é exaltado como meio completo para vencer o medo da morte e alcançar bhukti–mukti (bem-estar mundano e libertação).

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