
Skanda descreve o rei exemplar Amāvāsu (ligado à linhagem real de Vasu), marcado por virtudes disciplinadas: dharma, devoção filial, autocontrole, ahiṃsā (não violência), humildade e firmeza mental. O rei pratica continuamente o japa do mantra de Nārāyaṇa e realiza o culto segundo um regime ordenado (incluindo uma estrutura diária em cinco momentos): oferece primeiro a Vāsudeva e depois distribui os restos consagrados (prasāda) aos deuses, aos ancestrais, aos brâmanes e aos dependentes, consumindo por fim o que sobra—como ética de alimentação santificada. Ele considera grave falta moral ferir seres vivos por meio do consumo de carne e modela uma governança em que a falsidade, a malícia e até as faltas sutis são minimizadas. O capítulo também vincula a bhakti à tradição ritual: os mestres do Pāñcarātra são honrados, e os ritos kāmya, naimittika e as obrigações regulares são cumpridos no modo sāttvata/vaiṣṇava. Segue-se o reconhecimento celeste (dádivas de Indra), mas a narrativa adverte que até um virtuoso pode cair por parcialidade ou por uma palavra mal dita entre os deuses. Com renovada firmeza no mantra e na devoção, ele recupera o estado celeste, renasce devido a uma maldição paterna e por fim ascende—fortalecendo o culto entre os sábios e alcançando o supremo estado destemido de Vāsudeva.
No shlokas available for this adhyaya yet.