
Este capítulo apresenta-se como um discurso teológico formal em perguntas e respostas entre Brahmā e Śrī Bhagavān. Brahmā pede um relato preciso dos frutos (phala) do som do sino (ghaṇṭānāda) e da oferta de candana (sândalo/unguentos) no contexto do culto. O Senhor define o som do sino como um meio litúrgico totalizante—“todos os instrumentos” e “todas as divindades”—e prescreve seu uso especialmente no banho ritual e nos momentos de adoração. Atribui-se ampla phalaśruti ao toque do sino diante da Deidade: longa permanência na morada divina, destruição do demérito acumulado e benefícios protetores para o lar. Estabelece-se ainda legitimidade emblemática por marcas como Garuḍa (Vainateya) e Sudarśana no sino e até no cabo, permitindo substituições funcionais quando os emblemas faltam. A eficácia estende-se ao fim da vida: ouvir o som do sino associado a Sudarśana é apresentado como uma soteriologia auditiva ritualizada. Em seguida, o texto passa ao candana-māhātmya, privilegiando a pasta de sândalo derivada da madeira de tulasī e as fragrâncias misturadas (cânfora, aguru, almíscar, etc.) como oferta própria do mês, sobretudo em Mārgaśīrṣa, com fortes afirmações de mérito, purificação e autenticidade devocional. A adoração de Nārāyaṇa sobre Garuḍa—com śaṅkha, padma, gadā, cakra e Śrī—é declarada suficiente, relativizando outros sistemas rituais (peregrinações a tīrthas, yajñas, vratas, dāna, jejuns) dentro desta economia de bhakti.
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