
Este adhyāya é um diálogo prescritivo: Brahmā pede o procedimento (vidhi) da observância de Mārgaśīrṣa, e o Senhor responde com uma rotina matinal em etapas. Ordena-se levantar ao fim da noite, fazer abluções, honrar o mestre e manter lembrança contínua do Divino; em seguida, realizar nāma-kīrtana (sahasranāma) com contenção da fala e pureza do corpo. Depois descreve-se a evacuação regulada e o śauca, seguidos de ācamanam, limpeza dos dentes e banho. Usa-se terra da raiz de tulasī com a folha, consagrada pelo mūla-mantra ou pelo Gāyatrī; toma-se banho com água (tirada ou não) com intenção de aghamarṣaṇa para remover faltas. Constrói-se um tīrtha ritual e invoca-se Gaṅgā por mantra, reconhecendo-a como ligada a Viṣṇu e recitando seus muitos nomes auspiciosos no momento do banho. Os mantras do banho de barro louvam a Terra como removedora de culpas e recordam Varāha erguendo o mundo. Após o banho, vestem-se roupas brancas e limpas e fazem-se oferendas/propiciações a devas, pitṛs e ṛṣis. Por fim, ensina-se a aplicação do ūrdhva-puṇḍra vaiṣṇava: contagens diferentes conforme a varṇa e a associação dos doze nomes de Viṣṇu a partes do corpo; afirma-se a forma correta do tilaka (com espaço central) e adverte-se contra o uso impróprio, visando a proximidade de Hari (sālokya).
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