
Este capítulo se apresenta como um diálogo instrutivo, sobretudo entre Agastya e Vyāsa, enquadrado pela narração de Sūta. Inicia com prescrições de culto e de festividade (utsava) ligadas a divindades e lugares de Ayodhyā que protegem ou realizam desejos, mencionando o herói guardião “Ayodhyā-rakṣaka” e Surasā, uma rākṣasī descrita como devota de Viṣṇu, instalada em Ayodhyā para proteção. Em seguida, refere-se a sítios mais a oeste, como Piṇḍāraka, e ao culto de Vighneśvara para a remoção de obstáculos. O texto identifica um “Janmasthāna” por limites direcionais e lhe atribui altíssimo valor salvífico: a simples visão superaria os frutos de grandes doações e austeridades. Afirma-se que o observante de um vrata no nono dia é libertado do “laço do nascimento” por meio de snāna (banho sagrado) e dāna (caridade). Uma seção extensa louva o rio Sarayū: seu darśana equivale a longas permanências e ritos célebres em outros lugares, e a lembrança de Ayodhyā é apresentada como prática poderosa de libertação. Sarayū é descrito como brahman em forma de água e como doador constante de mokṣa. A exposição passa então à doutrina dos “mānasatīrthas” (tīrthas interiores): verdade, perdão, controle dos sentidos, compaixão, veracidade, conhecimento e austeridade, sustentando que a pureza da mente é o verdadeiro critério do banho, e que ritos externos sem limpeza interior são ineficazes. O capítulo conclui com um yātrā-krama estruturado: levantar cedo, banhar-se em kuṇḍas principais, realizar darśanas sucessivos de divindades e estações específicas, com notas de tempo como ekādaśī, aṣṭamī/caturdaśī e aṅgāraka-caturthī, afirmando que a prática regular traz auspiciosidade e impede o retorno (punarāvṛtti).
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