यह सोपान ‘अहंकार-निवृत्ति’ और ‘धर्म-युद्ध में ईश्वर-आश्रय’ का द्वार है। लंका काण्ड में साधक के भीतर की ‘लंका’ (काम-क्रोध-मद) पर धावा होता है: पहले कोलाहल, फिर अंधकार (माया), और अंततः राम-बाण-रूप प्रकाश (ज्ञान/कृपा) से संशय-तम का नाश। यह चरण बताता है कि बल/पराक्रम भी तभी मंगल है जब वह राम-नाम/राम-कृपा से संयुक्त हो; अन्यथा रावण का अभिमान टिट्टिभ-उदात्तान (असमर्थ दंभ) बनकर विनाश को बुलाता है।
O centro de rasa de Laṅkā-kāṇḍa é vīra, porém não mera exaltação de batalha; unido com karuṇā (o pranto da cidade, o chorar de mulheres e crianças) e adbhuta (os feitos sobre-humanos de macacos e ursos, a escalada de fortalezas), compõe o humor completo de dharma-yuddha. Nesta seção, Tulasī contrapõe a "mente asura" (ego, zombaria, orgulho do poder) à "força abrigada em Rāma" (o valor de macacos e ursos, o conselho de Vibhīṣaṇa, a graça de Rāma). O comando de Rāvaṇa, o assalto às fortalezas, a resistência de Meghanāda, a propagação da escuridão māyā, e a flecha-de-fogo de Rāma trazendo luz, esta sequência torna-se uma metáfora para a batalha espiritual dentro da mente do buscador: primeiro a frenesi dos sentidos, depois a escuridão ilusória, e finalmente o surgimento de viveka através da luz da graça. Assim, no sopāna de Laṅkā-kāṇḍa, este é o passo onde o buscador torna-se certo que a causa da vitória não é apenas força externa, mas Rāma-pratāpa, o favor divino.
Chaupai 40.1-5
लंकाँ भयउ कोलाहल भारी।सुना दसानन अति अहँकारी।।
देखहु बनरन्ह केरि ढिठाई।बिहँसि निसाचर सेन बोलाई।।
आए कीस काल के प्रेरे।छुधावंत सब निसिचर मेरे।।
अस कहि अट्टहास सठ कीन्हा।गृह बैठे अहार बिधि दीन्हा।।
सुभट सकल चारिहुँ दिसि जाहू।धरि धरि भालु कीस सब खाहू।।
उमा रावनहि अस अभिमाना।जिमि टिट्टिभ खग सूत उताना।।
चले निसाचर आयसु मागी।गहि कर भिंडिपाल बर साँगी।।
तोमर मुग्दर परसु प्रचंडा।सुल कृपान परिघ गिरिखंडा।।
जिमि अरुनोपल निकर निहारी।धावहिं सठ खग मांस अहारी।।
चोंच भंग दुख तिन्हहि न सूझा।तिमि धाए मनुजाद अबूझा।।
laṅkā̃ bhayau kolāhala bhārī |sunā dasānana ati ahaṅkārī ||
dekhahu banaranha keri ḍhiṭhāī |bihaṁsi nisācara sena bolāī ||
āe kīsa kāla ke prerē |chudhāvanta saba nisicara merē ||
asa kahi aṭṭahāsa saṭha kīnhā |gṛha baiṭhē ahāra bidhi dīnhā ||
subhaṭ sakala cārihũ disi jāhū |dhari dhari bhālu kīsa saba khāhū ||
umā rāvanahi asa abhimānā |jimi ṭiṭṭibha khaga sūta utānā ||
calē nisācara āyasu māgī |gahi kara bhiṇḍipāla bara sā̃gī ||
tomara mugdara parasu pracaṇḍā |sula kṛpāna parigha girikhaṇḍā ||
jimi aruṇopala nikara nihārī |dhāvahiṁ saṭha khaga māṁsa-ahārī ||
coṅca bhaṅga dukha tinhahi na sūjhā |timi dhāē manujāda abūjhā ||
Um grande alvoroço levantou-se em Lanka, e o extremamente arrogante Ravana o ouviu. "Olhai a insolência destes macacos!", disse ele, e com uma risada chamou seu exército de demônios. "Os macacos vieram impulsionados pela morte. Todos os meus demônios estão famintos." Dizendo isso, o tolo irrompeu em forte gargalhada: "A Providência nos enviou comida enquanto estamos sentados em casa." "Vós todos, bravos guerreiros, ide nas quatro direções, tomai os ursos e macacos um após outro e devorai-os a todos." Ó Uma, tal foi o orgulho de Ravana, como o do pássaro tittibha que dorme com as pernas esticadas para cima. Os demônios pediram sua ordem e partiram, tomando em suas mãos lanças, finas javelinas e dardos. Levavam dardos de ferro, maças, machados temíveis, piques, espadas, clavas e rochas. Como pássaros tolos comedores de carne se precipitam sobre um monte de rubis vermelhos ao vê-lo, tomando-o por carne, e não pensam na dor de seus bicos quebrados, assim se precipitaram aqueles demônios devoradores de homens em sua ignorância.
Doha 40
नानायुध सर चाप धर जातुधान बल बीर।कोट कँगूरन्हि चढ़ि गए कोटि कोटि रनधीर।।40।।
nānāyudha sara cāpa dhara jātudhāna bala bīra |koṭa kaṅgūranhi caṛhi gae koṭi koṭi raṇadhīra ||40||
Empunhando armas de muitos tipos, arcos e flechas, os poderosos guerreiros rakshasas, aos milhões e milhões, subiram nas muralhas da fortaleza.
Chaupai 41.1-4
कोट कँगूरन्हि सोहहिं कैसे।मेरु के सृंगनि जनु घन बैसे।।
बाजहिं ढोल निसान जुझाऊ।सुनि धुनि होइ भटन्हि मन चाऊ।।
बाजहिं भेरि नफीरि अपारा।सुनि कादर उर जाहिं दरारा।।
देखिन्ह जाइ कपिन्ह के ठट्टा।अति बिसाल तनु भालु सुभट्टा।।
धावहिं गनहिं न अवघट घाटा।पर्बत फोरि करहिं गहि बाटा।।
कटकटाहिं कोटिन्ह भट गर्जहिं।दसन ओठ काटहिं अति तर्जहिं।।
उत रावन इत राम दोहाई।जयति जयति जय परी लराई।।
निसिचर सिखर समूह ढहावहिं।कूदि धरहिं कपि फेरि चलावहिं।।
koṭa kaṅgūranhi sohahiṁ kaisē |meru ke sṛṅgani janu ghana baisē ||
bājahiṁ ḍhola nisāna jujhāū |suni dhuni hoi bhaṭanha mana cāū ||
bājahiṁ bhēri naphīri apārā |suni kādara ura jāhiṁ darārā ||
dekhini jāi kapinha ke ṭhaṭṭā |ati bisāla tanu bhālu subhaṭṭā ||
dhāvahiṁ ganahiṁ na avaghaṭa ghāṭā |parbata phori karahiṁ gahi bāṭā ||
kaṭakaṭāhiṁ koṭinha bhaṭa garjahiṁ |dasana oṭha kāṭahiṁ ati tarjahiṁ ||
uta rāvan ita rāma dohāī |jayati jayati jaya parī larāī ||
nisicara sikhara samūha ḍhahāvahiṁ |kūdi dharahiṁ kapi phēri calāvahiṁ ||
Quão esplêndidos pareciam os demônios nas ameias da fortaleza, como se nuvens repousassem sobre os picos do monte Meru! Retumbavam tambores e timbales para a batalha, e ao ouvir seu estrondo os corações dos guerreiros se enchiam de ardor. Inumeráveis tambores e trombetas ressoavam, e ao ouvi-los os corações dos covardes se partiam de medo. Os demônios viram aproximar-se a hoste dos macacos, e os ursos, guerreiros valentes de corpos enormes. Eles avançam sem se importar com passagens e vaus difíceis; agarrando as montanhas, as partem e abrem caminho. Milhões de guerreiros rangiam os dentes e rugiam; mordiam os lábios e ameaçavam ferozmente. Daquele lado gritavam o nome de Ravana, deste lado o de Rama; com gritos de vitória, vitória, a batalha começou. Os demônios arrojavam massas de picos de montanhas; os macacos saltavam, os apanhavam e os devolviam voando.
Chhand 41
धरि कुधर खंड प्रचंड कर्कट भालु गढ़ पर डारहीं।झपटहिं चरन गहि पटकि महि भजि चलत बहुरि पचारहीं।।
अति तरल तरुन प्रताप तरपहिं तमकि गढ़ चढ़ि चढ़ि गए।कपि भालु चढ़ि मंदिरन्ह जहँ तहँ राम जसु गावत भए।।
dhari kudhara khaṇḍa pracaṇḍa karkaṭa bhālu gaṛha para ḍārahī |jhapaṭahiṁ carana gahi paṭaki mahi bhaji calata bahuri pacārahī ||
ati tarala taruna pratāpa tarapahiṁ tamaki gaṛha caṛhi caṛhi gae |kapi bhālu caṛhi mandiranha jahã tahã rāma jasu gāvata bhae ||
Os ursos e macacos ferozes agarram enormes fragmentos de montanhas e os arrojam sobre a fortaleza. Eles saltam sobre os demônios, agarram-nos pelos pés e os esmagam contra o chão; e quando um demônio foge, chamam-no de volta e o desafiam novamente. Extremamente ágeis e jovens, eles ardem em fúria e poder, e em sua ira subiram e subiram e entraram na fortaleza. Os macacos e os ursos, subindo nos palácios, começaram a cantar a glória de Rama por toda parte.
Doha 41
एकु एकु निसिचर गहि पुनि कपि चले पराइ।ऊपर आपु हेठ भट गिरहिं धरनि पर आइ।।41।।
eku eku nisicara gahi puni kapi calē parāi |ūpara āpu hēṭha bhaṭ girahiṁ dharani para āi ||41||
Agarrando os demônios um a um, os macacos então fugiram; macacos por cima, os guerreiros por baixo, caíram estrondosamente sobre a terra.
Chaupai 42.1-5
राम प्रताप प्रबल कपिजूथा।मर्दहिं निसिचर सुभट बरूथा।।
चढ़े दुर्ग पुनि जहँ तहँ बानर।जय रघुबीर प्रताप दिवाकर।।
चले निसाचर निकर पराई।प्रबल पवन जिमि घन समुदाई।।
हाहाकार भयउ पुर भारी।रोवहिं बालक आतुर नारी।।
सब मिलि देहिं रावनहि गारी।राज करत एहिं मृत्यु हँकारी।।
निज दल बिचल सुनी तेहिं काना।फेरि सुभट लंकेस रिसाना।।
जो रन बिमुख सुना मैं काना।सो मैं हतब कराल कृपाना।।
सर्बसु खाइ भोग करि नाना।समर भूमि भए बल्लभ प्राना।।
उग्र बचन सुनि सकल डेराने।चले क्रोध करि सुभट लजाने।।
सन्मुख मरन बीर कै सोभा।तब तिन्ह तजा प्रान कर लोभा।।
rāma pratāpa prabala kapijūthā |mardahiṃ nisicara subhaṭa barūthā ||
caṛhe durga puni jahaṃ tahaṃ bānara |jaya raghubīra pratāpa divākara ||
cale nisācara nikara parāī |prabala pavana jimi ghana samudāī ||
hāhākāra bhayau pura bhārī |rovahiṃ bālaka ātura nārī ||
saba mili dehiṃ rāvanahi gārī |rāja karata ehiṃ mṛtyu haṃkārī ||
nija dala bicala sunī tehiṃ kānā |pheri subhaṭa laṅkesa risānā ||
jo rana bimukha sunā maiṃ kānā |so maiṃ hataba karāla kṛpānā ||
sarbasu khāi bhoga kari nānā |samara bhūmi bhae ballabha prānā ||
ugra bacana suni sakala ḍerāne |cale krodha kari subhaṭa lajāne ||
san mukha marana bīra kai sobhā |taba tinhiṃ tajā prāna kara lobhā ||
Pelo poder de Rama, as hostes de macacos esmagaram as multidões de guerreiros demônios. Os macacos então escalaram a fortaleza por toda parte, gritando: Vitória a Raghubir, o sol da glória! As hordas de demônios fugiram, como massas de nuvens impelidas por um vento poderoso. Ergueu-se um grande clamor de lamento na cidade; as crianças choravam e as mulheres estavam angustiadas. Todos juntos injuriavam Ravana: Governando assim, ele convocou a própria morte. Quando o Senhor de Lanka ouviu com seus próprios ouvidos que seu exército estava destroçado, enfurecido reuniu novamente seus guerreiros. Quem quer que, segundo ouço com meus próprios ouvidos, dê as costas na batalha, eu matarei com minha espada terrível. Consumistes toda a minha riqueza e desfrutastes prazeres de toda espécie, e agora no campo de batalha vossas vidas vos são queridas. Ouvindo suas palavras duras, todos os guerreiros, envergonhados e assustados, marcharam novamente cheios de ira. A glória de um herói é morrer frente ao inimigo. Com esse pensamento, renunciaram à cobiça pela vida.
Doha 42
बहु आयुध धर सुभट सब भिरहिं पचारि पचारि।ब्याकुल किए भालु कपि परिघ त्रिसूलन्हि मारी।।42।।
bahu āyudha dhara subhaṭa saba bhirahiṃ pacāri pacāri |byākula kie bhālu kapi parigha trisūlanhi mārī ||42||
Portando muitos tipos de armas, todos os guerreiros se aproximaram e lutaram, lançando desafios repetidamente. Com clavas de ferro e tridentes, golpearam os ursos e macacos, lançando-os em total confusão.
Chaupai 43.1-4
भय आतुर कपि भागन लागे।जद्यपि उमा जीतिहहिं आगे।।
कोउ कह कहँ अंगद हनुमंता।कहँ नल नील दुबिद बलवंता।।
निज दल बिकल सुना हनुमाना।पच्छिम द्वार रहा बलवाना।।
मेघनाद तहँ करइ लराई।टूट न द्वार परम कठिनाई।।
पवनतनय मन भा अति क्रोधा।गर्जेउ प्रबल काल सम जोधा।।
कूदि लंक गढ़ ऊपर आवा।गहि गिरि मेघनाद कहुँ धावा।।
भंजेउ रथ सारथी निपाता।ताहि हृदय महुँ मारेसि लाता।।
दुसरें सूत बिकल तेहि जाना।स्यंदन घालि तुरत गृह आना।।
bhaya ātura kapi bhāgana lāge |jadyapi umā jītihahiṃ āge ||
kou kaha kahaṃ aṅgada hanumaṃtā |kahaṃ nala nīla dubida balavaṃtā ||
nija dala bikala sunā hanumānā |pacchima dvāra rahā balavānā ||
meghanāda tahaṃ karai larāī |ṭūṭa na dvāra parama kaṭhināī ||
pavana-tanaya mana bhā ati krodhā |garjeu prabala kāla sama jodhā ||
kūdi laṅka gaṛha ūpara āvā |gahi giri meghanāda kahuṃ dhāvā ||
bhaṃjeu ratha sārathī nipātā |tāhi hṛdaya mahuṃ māresi lātā ||
dusareṃ sūta bikala tehi jānā |syaṃdana ghāli turata gṛha ānā ||
Tomados de medo, os macacos começaram a fugir, embora, ó Uma, estivessem destinados a alcançar a vitória no final. Alguém gritava: «Onde estão Angada e Hanuman? Onde estão Nala e Nila, e o poderoso Dvivida?» Hanuman ouviu que seu próprio exército estava em apuros. O poderoso Hanuman estava postado na porta ocidental. Lá Meghanada travava a batalha, e a porta não cedia; era algo extremamente difícil. No coração do Filho do Vento ergueu-se uma grande cólera, e aquele poderoso guerreiro rugiu como a própria Morte. Saltou e chegou ao alto da fortaleza de Lanka, e agarrando uma rocha de montanha, lançou-se contra Meghanada. Esmagou o carro e derrubou o auriga, e desferiu um pontapé no peito de Meghanada. Outro auriga, vendo-o sem sentidos, colocou-o num carro e o levou para casa imediatamente.
Doha 43
अंगद सुना पवनसुत गढ़ पर गयउ अकेल।रन बाँकुरा बालिसुत तरकि चढ़ेउ कपि खेल।।43।।
aṅgada sunā pavanasuta gaṛha para gayau akela |rana bāṅkurā bālisuta taraki caṛheu kapi khela ||43||
Angad ouviu que o filho do deus do Vento havia ido sozinho sobre a muralha. Ardendo pelo combate, o filho de Bali saltou, tomando isso como um mero jogo dos macacos.
Chaupai 44.1-4
जुद्ध बिरुद्ध क्रुद्ध द्वौ बंदर।राम प्रताप सुमिरि उर अंतर।।
रावन भवन चढ़े द्वौ धाई।करहि कोसलाधीस दोहाई।।
कलस सहित गहि भवनु ढहावा।देखि निसाचरपति भय पावा।।
नारि बृंद कर पीटहिं छाती।अब दुइ कपि आए उतपाती।।
कपिलीला करि तिन्हहि डेरावहिं।रामचंद्र कर सुजसु सुनावहिं।।
पुनि कर गहि कंचन के खंभा।कहेन्हि करिअ उतपात अरंभा।।
गर्जि परे रिपु कटक मझारी।लागे मर्दै भुज बल भारी।।
काहुहि लात चपेटन्हि केहू।भजहु न रामहि सो फल लेहू।।
juddha biruddha kruddha dvau baṃdara |rāma pratāpa sumiri ura aṃtara ||
rāvana bhavana caṛhe dvau dhāī |karahi kosalādhīsa dohāī ||
kalasa sahita gahi bhavanu ḍhahāvā |dekhi nisācara-pati bhaya pāvā ||
nāri bṛṃda kara pīṭahiṃ chātī |aba dui kapi āe utapātī ||
kapilīlā kari tinhahi ḍerāvahiṃ |rāmacandra kara sujasu sunāvahiṃ ||
puni kara gahi kaṃcana ke khaṃbhā |kahenhi kari'a utapāta araṃbhā ||
garji pare ripu kaṭaka majhārī |lāge mardai bhuja bala bhārī ||
kāhuhi lāta capeṭanhi kehū |bhajahu na rāmahi so phala lehū ||
Dois macacos, irados e contrários ao inimigo, lembraram o poder de Rama em seus corações. Eles correram e escalaram o palácio de Ravana, clamando em alta voz a invocação do Senhor de Kosala. Agarrando o edifício com suas próprias cúpulas, eles o derrubaram; vendo isso, o senhor dos demônios foi tomado de medo. As mulheres batiam nos peitos: 'Agora vieram dois macacos, a própria encarnação da destruição!' Com seus jogos de macacos, eles os aterrorizaram e proclamaram a bela fama de Ramachandra. Novamente agarraram pilares dourados e gritaram: 'Que comece a destruição!' Rugindo, eles caíram no meio da hoste inimiga e começaram a esmagá-los com o peso de seus braços poderosos. A alguns golpeavam com chutes, a outros com bofetadas: 'Quem não se refugia em Rama, receba então esse fruto!'
Doha 44
एक एक सों मर्दहिं तोरि चलावहिं मुंड।रावन आगें परहिं ते जनु फूटहिं दधि कुंड।।44।।
eka eka soṃ mardahiṃ tori calāvahiṃ muṇḍa |rāvan āgeṃ parahiṃ te janu phūṭahiṃ dadhi kuṇḍa ||44||
Um a um eles os esmagavam, arrancavam suas cabeças e as arremessavam; caindo diante de Ravana, aquelas cabeças pareciam como se potes de coalhada tivessem se arrebentado.
Chaupai 45.1-4
महा महा मुखिआ जे पावहिं।ते पद गहि प्रभु पास चलावहिं।।
कहइ बिभीषनु तिन्ह के नामा।देहिं राम तिन्हहू निज धामा।।
खल मनुजाद द्विजामिष भोगी।पावहिं गति जो जाचत जोगी।।
उमा राम मृदुचित करुनाकर।बयर भाव सुमिरत मोहि निसिचर।।
देहिं परम गति सो जियँ जानी।अस कृपाल को कहहु भवानी।।
अस प्रभु सुनि न भजहिं भ्रम त्यागी।नर मतिमंद ते परम अभागी।।
अंगद अरु हनुमंत प्रबेसा।कीन्ह दुर्ग अस कह अवधेसा।।
लंकाँ द्वौ कपि सोहहिं कैसें।मथहि सिंधु दुइ मंदर जैसें।।
mahā mahā mukhiā je pāvahiṃ |te pada gahi prabhu pāsa calāvahiṃ ||
kahai bibhīṣanu tinh ke nāmā |dehiṃ rāma tinhahū nija dhāmā ||
khala manujād dvijāmiṣa bhogī |pāvahiṃ gati jo jācat jogī ||
umā rāma mṛdu-cita karunākara |bayara bhāva sumirata mohi nisi-cara ||
dehiṃ parama gati so jiyã jāni |asa kṛpāla ko kahahu bhavānī ||
asa prabhu suni na bhajahiṃ bhrama tyāgī |nara mati-manda te parama abhāgī ||
aṅgada aru hanumaṃta prabesā |kīnha durga asa kaha avadhesā ||
laṅkā̃ dvau kapi sohahiṃ kaiseṃ |mathahiṃ siṃdhu dui maṃdara jaiseṃ ||
Quaisquer grandes chefes dos demônios que os macacos capturassem, eles os agarravam pelos pés e os arremessavam na direção do Senhor. Vibhishana dizia os nomes daqueles demônios, e Rama concedeu mesmo a eles sua própria morada. Aqueles perversos devoradores de homens, que se banqueteavam com a carne de brâmanes, obtiveram o estado que os yogis mendigam. Uma, Rama é brando de coração e uma mina de compaixão; os demônios o haviam lembrado com espírito de inimizade. Contudo, sabendo isso em seu coração, ele lhes concede o estado supremo. Dize-me, Bhavani, quem mais é tão misericordioso? Ouvindo falar de tal Senhor, aqueles que não abandonam sua ilusão e não o adoram são homens de mente obtusa e profundamente desafortunados. O Senhor de Avadh disse: «Angada e Hanuman entraram na fortaleza.» Como os dois macacos pareciam em Lanka? Pareciam duas montanhas Mandara batendo o oceano.
Doha 45
भुज बल रिपु दल दलमलि देखि दिवस कर अंत।कूदे जुगल बिगत श्रम आए जहँ भगवंत।।45।।
bhuja bala ripu dala dalamali dekhi divasa kara aṃta |kūde jugala bigata śrama āe jahã bhagavaṃta ||45||
Tendo esmagado as fileiras inimigas pelo poder de seus braços, e vendo o dia chegar ao seu fim, os dois saltaram de volta, a fadiga desapareceu, e vieram até onde o Senhor estava. (45)
Chaupai 46.1-6
प्रभु पद कमल सीस तिन्ह नाए।देखि सुभट रघुपति मन भाए।।
राम कृपा करि जुगल निहारे।भए बिगतश्रम परम सुखारे।।
गए जानि अंगद हनुमाना।फिरे भालु मर्कट भट नाना।।
जातुधान प्रदोष बल पाई।धाए करि दससीस दोहाई।।
निसिचर अनी देखि कपि फिरे।जहँ तहँ कटकटाइ भट भिरे।।
द्वौ दल प्रबल पचारि पचारी।लरत सुभट नहिं मानहिं हारी।।
महाबीर निसिचर सब कारे।नाना बरन बलीमुख भारे।।
सबल जुगल दल समबल जोधा।कौतुक करत लरत करि क्रोधा।।
प्राबिट सरद पयोद घनेरे।लरत मनहुँ मारुत के प्रेरे।।
अनिप अकंपन अरु अतिकाया।बिचलत सेन कीन्हि इन्ह माया।।
भयउ निमिष महँ अति अँधियारा।बृष्टि होइ रुधिरोपल छारा।।
prabhu pada kamala sīsa tinh nāe |dekhi subhaṭ raghupati mana bhāe ||
rāma kṛpā kari jugala nihāre |bhae bigataśrama parama sukhāre ||
gae jāni aṅgada hanumānā |phire bhālu markaṭ bhaṭ nānā ||
jātudhāna pradoṣa bala pāī |dhāe kari dasa-sīsa dohāī ||
nisicara anī dekhi kapi phire |jahã tahã kaṭakaṭāi bhaṭ bhire ||
dvau dala prabala pacāri-pacārī |larata subhaṭ nahiṃ mānahiṃ hārī ||
mahābīra nisicara saba kāre |nānā barana balīmukha bhāre ||
sabala jugala dala samabala jodhā |kautuka karata larata kari krodhā ||
prābiṭ sarada payoda ghanere |larata manahũ māruta ke prere ||
anipa akaṃpana aru atikāyā |bicalata sena kīnhi inh māyā ||
bhayau nimiṣa mãha ati ãdhiyārā |bṛṣṭi hoi rudhiropala chārā ||
Aqueles dois curvaram as cabeças aos pés de lótus do Senhor; ao ver tão nobres guerreiros, o Senhor dos Raghus se comprazeu no coração. Rama, por sua graça, olhou para ambos, e ficaram livres de toda fadiga e colmados de suprema felicidade. Sabendo que Angada e Hanuman haviam partido, muitos guerreiros ursos e macacos voltaram atrás. Os demônios, ganhando força ao cair da noite, avançaram gritando o nome de Dashanana. Ao ver a hoste de demônios, os macacos voltaram atrás, e por toda parte os guerreiros rangiam os dentes e se investiam em combate. Ambos os exércitos eram poderosos; os guerreiros se desafiavam repetidamente enquanto lutavam, sem admitir a derrota. Os demônios eram todos grandes heróis de cor sombria, e os enormes macacos eram de muitas cores diversas. Ambos os exércitos eram fortes, com guerreiros de igual força; lutavam com fúria, como se fosse um jogo. Pareciam densas nuvens da estação chuvosa e do outono, impelidas umas contra as outras pelo vento enquanto combatiam. Quando o exército começou a vacilar, Akampana e Atikaya criaram uma ilusão. Em um instante fez-se uma profunda escuridão, e caiu uma chuva de sangue, pedras e cinzas.
Doha 46
देखि निबिड़ तम दसहुँ दिसि कपिदल भयउ खभार।एकहि एक न देखई जहँ तहँ करहिं पुकार।।46।।
dekhi nibiṛ tama dasahũ disi kapidala bhayau khabhāra |ekahi eka na dekhī jahã tahã karahiṃ pukāra ||46||
Vendo a densa escuridão em todas as dez direções, a hoste de macacos caiu em confusão; ninguém podia ver outro, e em toda parte erguiam altos clamores. (46)
Chaupai 47.1-4
सकल मरमु रघुनायक जाना।लिए बोलि अंगद हनुमाना।।
समाचार सब कहि समुझाए।सुनत कोपि कपिकुंजर धाए।।
पुनि कृपाल हँसि चाप चढ़ावा।पावक सायक सपदि चलावा।।
भयउ प्रकास कतहुँ तम नाहीं।ग्यान उदयँ जिमि संसय जाहीं।।
भालु बलीमुख पाइ प्रकासा।धाए हरष बिगत श्रम त्रासा।।
हनूमान अंगद रन गाजे।हाँक सुनत रजनीचर भाजे।।
भागत पट पटकहिं धरि धरनी।करहिं भालु कपि अद्भुत करनी।।
गहि पद डारहिं सागर माहीं।मकर उरग झष धरि धरि खाहीं।।
sakala maramu raghunāyaka jānā |liye boli aṅgada hanūmānā ||
samācāra saba kahi samujhāe |sunata kopi kapikuñjara dhāe ||
puni kṛpāla haṁsi cāpa caṛhāvā |pāvaka sāyaka sapadi calāvā ||
bhayu prakāsa katahuṁ tama nāhīṁ |gyāna udayaṁ jimi saṁsaya jāhīṁ ||
bhālu balīmukha pāi prakāsā |dhāe haraṣa bigata śrama trāsā ||
hanūmāna aṅgada rana gāje |hāṁka sunata rajanīcara bhāje ||
bhāgata paṭa paṭakahiṁ dhari dharanī |karahiṁ bhālu kapi adbhuta karanī ||
gahi pada ḍārahiṁ sāgara māhīṁ |makara uraga jhaṣa dhari-dhari khāhīṁ ||
Raghunatha compreendeu todo o significado. Ele chamou Angada e Hanuman e os levou consigo. Eles relataram todo o relato e o explicaram; ouvindo isso, os poderosos chefes macacos correram adiante com ira. Então o Senhor Compassivo sorriu, armou Seu arco e instantaneamente disparou uma flecha como fogo. A luz se espalhou por toda parte; nenhum lugar permaneceu na escuridão, assim como quando o conhecimento desperta e as dúvidas se dissipam. Os ursos e os fortes vanaras, encontrando aquela radiância, correram adiante com alegria, sua fadiga e medo dissipados. Hanuman e Angada rugiram na batalha; ouvindo seus gritos, os rakshasas fugiram. Enquanto fugiam, eram golpeados e lançados ao chão; ursos e macacos realizaram feitos maravilhosos. Agarrando-os pelos pés, os arremessaram ao mar, onde crocodilos, serpentes e peixes os capturavam e devoravam.
Doha 47
कछु मारे कछु घायल कछु गढ़ चढ़े पराइ।गर्जहिं भालु बलीमुख रिपु दल बल बिचलाइ।।47।।
kachu māre kachu ghāyala kachu gaṛha caṛhe parāi |garjahiṁ bhālu balīmukha ripu dala bala bicalāi ||47||
Alguns demônios foram mortos, alguns feridos, e alguns fugiram e subiram à fortaleza. Os ursos e os macacos rugiram, tendo desbaratado a força do exército inimigo.
Chaupai 48.1-4
निसा जानि कपि चारिउ अनी।आए जहाँ कोसला धनी।।
राम कृपा करि चितवा सबही।भए बिगतश्रम बानर तबही।।
उहाँ दसानन सचिव हँकारे।सब सन कहेसि सुभट जे मारे।।
आधा कटकु कपिन्ह संघारा।कहहु बेगि का करिअ बिचारा।।
माल्यवंत अति जरठ निसाचर।रावन मातु पिता मंत्री बर।।
बोला बचन नीति अति पावन।सुनहु तात कछु मोर सिखावन।।
जब ते तुम्ह सीता हरि आनी।असगुन होहिं न जाहिं बखानी।।
बेद पुरान जासु जसु गायो।राम बिमुख काहुँ न सुख पायो।।
nisā jāni kapi cāriu anī |āe jahāṁ kosalā dhanī ||
rāma kṛpā kari citavā sabahī |bhae bigata-śrama bānara tabahī ||
uhāṁ dasānana saciva haṁkāre |saba sana kahesi subhaṭa je māre ||
ādhā kaṭaku kapinha saṅghārā |kahahu begi kā kari'a bicārā ||
mālyavanta ati jaraṭha nisācara |rāvana mātu-pitā maṁtrī bara ||
bolā bacana nīti ati pāvana |sunahu tāta kachu mora sikhāvana ||
jaba te tumha sītā hari ānī |asaguna hohiṁ na jāhiṁ bakhānī ||
beda purāna jāsu jasu gāyo |rāma bimukha kāhūṁ na sukha pāyo ||
Sabendo que era noite, os macacos das quatro divisões chegaram aonde estava o Senhor de Kosala. Rama os olhou a todos com graça, e naquele mesmo instante os macacos ficaram livres de seu cansaço. Lá, Ravana convocou seus ministros e lhes contou sobre todos os bravos guerreiros que haviam sido mortos. «Os macacos destruíram metade do meu exército. Dizei-me rapidamente, que plano deveria ser adotado?» Malyavanta era um demônio muito idoso, o principal conselheiro da mãe e do pai de Ravana. Ele pronunciou palavras da mais pura sabedoria: «Escuta, meu filho, um pouco da minha instrução. Desde que raptaste Sita e a trouxeste aqui, tais maus presságios têm aparecido que não podem ser descritos. Aquele cuja glória os Vedas e os Puranas cantam, ninguém que se afastou desse Rama jamais encontrou a felicidade.»
Doha 48(क)-(ख)
हिरन्याच्छ भ्राता सहित मधु कैटभ बलवान।जेहि मारे सोइ अवतरेउ कृपासिंधु भगवान।।48(क)।।
कालरूप खल बन दहन गुनागार घनबोध।सिव बिरंचि जेहि सेवहिं तासों कवन बिरोध।।48(ख)।।
hiraṇyāccha bhrātā sahita madhu kaiṭabha balavān |jehi māre soi avatareu kṛpāsiṁdhu bhagavān ||48(ka)||
kālarūpa khala-bana-dahana guṇa-āgāra ghanabodha |śiva birañci jehi sevahiṁ tāsoṁ kavan birodha ||48(kha)||
Aquele que matou Hiranyaksha junto com seu irmão, e os poderosos Madhu e Kaitabha, esse mesmo Senhor, o Oceano de Compaixão, agora desceu. (48a) Na própria forma do Tempo, o queimador da floresta dos perversos, a casa do tesouro das virtudes, a Sólida Sabedoria, Aquele a quem o próprio Shiva e Brahma adoram: com Ele, que oposição pode haver? (48b)
Chaupai 49.1-5
परिहरि बयरु देहु बैदेही।भजहु कृपानिधि परम सनेही।।
ताके बचन बान सम लागे।करिआ मुह करि जाहि अभागे।।
बूढ़ भएसि न त मरतेउँ तोही।अब जनि नयन देखावसि मोही।।
तेहि अपने मन अस अनुमाना।बध्यो चहत एहि कृपानिधाना।।
सो उठि गयउ कहत दुर्बादा।तब सकोप बोलेउ घननादा।।
कौतुक प्रात देखिअहु मोरा।करिहउँ बहुत कहौं का थोरा।।
सुनि सुत बचन भरोसा आवा।प्रीति समेत अंक बैठावा।।
करत बिचार भयउ भिनुसारा।लागे कपि पुनि चहूँ दुआरा।।
कोपि कपिन्ह दुर्घट गढ़ु घेरा।नगर कोलाहलु भयउ घनेरा।।
बिबिधायुध धर निसिचर धाए।गढ़ ते पर्बत सिखर ढहाए।।
parihari bayaru dehu baidehī |bhajahu kṛpānidhi parama sanehī ||
tāke bacana bāna sama lāge |kariyā muha kari jāhi abhāge ||
būṛha bhaesi na ta marateuṁ tohī |aba jani nayana dekhāvasi mohī ||
tehi apane mana asa anumānā |badhyo cahata ehi kṛpānidhānā ||
so uṭhi gayau kahata durbādā |taba sakopa boleu ghananādā ||
kautuka prāta dekhi'ahu morā |karihauṁ bahuta kahauṁ kā thorā ||
suni suta bacana bharosā āvā |prīti sameta aṅka baiṭhāvā ||
karata bicāra bhayu bhinusārā |lāge kapi puni cahuṁ duārā ||
kopi kapinha durghaṭa gaṛhu gherā |nagara kolāhalu bhayu ghanerā ||
bibidhāyudha dhari nisicara dhāe |gaṛha te parabata sikhara ḍhahāe ||
Renuncia à tua inimizade e devolve Vaidehi; adora o Tesouro de Misericórdia, o amigo supremo daqueles que o amam. Suas palavras atingiram Ravana como flechas. «Vai, desgraçado sem sorte, e enegrece teu rosto em outra parte!» «Envelheceste; de outro modo eu te teria matado. Agora não me mostres teus olhos outra vez.» Vibhishana refletiu assim em sua própria mente: «Este Ravana deseja ser morto pela Morada de Misericórdia.» Então ele se levantou e se foi, proferindo palavras de repreensão. Então Meghanada falou com ira. «Amanhã pela manhã vereis uma maravilha minha. Farei muito; de que serve dizer pouco?» Ouvindo as palavras de seu filho, a confiança veio a Ravana, e com amor o sentou em seu colo. Enquanto ainda deliberavam, a aurora raiou, e os macacos atacaram novamente a cidade pelos quatro lados. Enfurecidos, os macacos cercaram a fortaleza quase inexpugnável, e um grande alvoroço surgiu na cidade. Os demônios avançaram portando armas de toda espécie, e derrubaram os cumes das montanhas da fortaleza.
Chhand 49
ढाहे महीधर सिखर कोटिन्ह बिबिध बिधि गोला चले॥
घहरात जिमि पबिपात गर्जत जनु प्रलय के बादले॥
मर्कट बिकट भट जुटत कटत न लटत तन जर्जर भए॥
गहि सैल तेहि गढ़ पर चलावहिं जहँ सो तहँ निसिचर हए॥
ḍhāhe mahīdhara sikhara koṭinh bibidha bidhi golā cale |ghaharāta jimi pabi-pāta garjata janu pralaya ke bādale ||
markaṭ bikaṭ bhaṭ juṭata kaṭata na laṭata tana jarjara bhae |gahi sail tehi gaṛha para calāvahiṃ jahã so tahã nisi-cara hae ||
Derrubaram picos de montanhas aos milhões e enviaram pedregulhos voando de toda maneira. O estrondo trovejava como raios, como se as nuvens da dissolução estivessem rebentando. Os ferozes guerreiros macacos se fechavam, eram cortados e dilacerados, mas não vacilavam embora seus corpos ficassem mutilados. Agarrando rochas, as arremessavam sobre a fortaleza, e os demônios eram derrubados em toda parte.
Doha 49
मेघनाद सुनि श्रवन अस गढ़ु पुनि छेंका आइ।उतर्यो बीर दुर्ग तें सन्मुख चल्यो बजाइ।।49।।
meghanāda suni śravaṇa asa gaṛhu puni chẽkā āi.utaryo bīra durga tẽ sanmukha calyo bajāi ||49||
Ao ouvir que os macacos haviam voltado e cercado a fortaleza, o herói desceu da cidadela e marchou para encará-los, fazendo ressoar seus tambores.
परंपरागत मान्यता में लंका काण्ड के युद्ध-प्रसंगों का पाठ ‘भय-निवारण’, ‘अहंकार-क्षय’ और ‘संकट में राम-आश्रय की दृढ़ता’ देता है; विशेषतः ‘ग्यान उदयँ जिमि संसय जाहीं’ भाव का श्रवण/पाठ मन के तम और संशय को शांत करने वाला माना जाता है।
सामान्यतः संकट-निवारण हेतु ‘राम रक्षा’ भाव से ‘श्रीराम जय राम जय जय राम’ या ‘जय रघुबीर’ का जप/सम्पुट प्रचलित है; कई परंपराओं में हनुमान-प्रधान प्रसंगों पर ‘हनुमान चालीसा/बजरंग बाण’ का पाठ सहगामी रूप से जोड़ा जाता है।
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