
Account of the Ekādaśī Fast and the Merit of Dvādaśī Worship
No enquadramento instrutivo de Śiva a Umā, Ekādaśī é proclamado como um vrata supremo, destruidor de calamidades e de faltas. Dvādaśī é ainda exaltado como especialmente querido a Viṣṇu quando a observância prossegue com fé, vigília e devoção, e quando, no décimo segundo dia, Puruṣottama é adorado juntamente com Tulasī e com Śrī (Lakṣmī). Tal culto rompe os grilhões do apego e concede a morada suprema do Senhor; negligenciá-lo é descrito como pecado nascido da māyā, conduzindo a destinos infernais. Em seguida, a cena se desloca para o Oceano de Leite (Kṣīra-sāgara), onde Viṣṇu repousa sobre Śeṣa e se manifesta na forma de Kūrma. Os Devas o louvam e pedem uma dádiva para auxiliar Śeṣa e os elefantes guardiões das direções; o Senhor consente e é descrito sustentando a terra com seus sete continentes. O capítulo encerra ligando yogins e sábios perfeitos à obediência ao comando de Viṣṇu, e recapitulando a glória de Kūrma, o contexto de Lakṣmī e a sequência ritual Ekādaśī–Dvādaśī.
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