
Description of Indraprastha (within the Kāliṃdī-māhātmya)
O capítulo exalta Prayāga como o “rei dos tīrthas”, apresentando uma confirmação celeste. O gandharva Viśvāvasu visita a assembleia de Brahmā no Sumeru e testemunha Indraprastha/Śakraprastha sendo honrada junto ao trono de Brahmā, enquanto os grandes tīrthas figuram como assistentes — uma iconografia sagrada que hierarquiza a geografia santa pela proximidade da autoridade divina. Em seguida, surge um exemplo moral: Mohinī, rica cortesã de Māhiṣmatī, embora marcada por graves pecados, é tocada pela velhice e pelo medo do inferno e volta-se ao dharma por meio de obras públicas e caridade. Traída e ferida mortalmente numa floresta, ela se vê à beira da morte. Nesse momento encontra um sábio vaikhānasa que traz água de Prayāga; derramada sobre seu rosto, essa água torna-se o contato decisivo de salvação. Ela renasce como rainha em Drāviḍa, e a narrativa segue em direção à história de Hemāṅgī, ligando o mérito do tīrtha à transformação kármica e a uma identidade social-espiritual renovada.
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