
Śveta-tīrtha (The White Sacred Ford) and the Rise of the Seven Rivers
O capítulo traça o curso de um rio sagrado que parte da região de Nandī e entra numa mata frequentada por brāhmaṇas e ṛṣis, onde se divide em sete correntes. Elas são enumeradas como Sābhramatī, Seṭikā, Valkinī, Hiraṇmayī, Hastimatī, Vetravatī e uma sétima associada a epítetos divinos; explica-se ainda que Vetravatī é uma deusa que emergiu do poço de Vṛtra. Exaltam-se Vikīrṇa-tīrtha e o Saptanady-udaya como lugares supremos para śrāddha e oferendas de piṇḍa, concedendo fruto equivalente ao de Gayā e reparando ritos ancestrais que tenham sido negligenciados. Em seguida apresenta-se Śvetodbhava/Śveta-tīrtha, onde o rio Śvetā (Śvetagaṅgā) nasce das cinzas de Śiva; o banho ritual, a observância de três noites e o darśana de Mahākāleśvara conduzem ao mundo de Rudra, e a adoração de Śiva com folhas de bilva concede as graças desejadas.
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