
Marriage of the Gandharva Maidens (within Māgha-māhātmya; includes piśāca redemption and Prayāga praise)
No enquadramento de Vasiṣṭha com o rei Dilīpa, dentro do Māgha-māhātmya, o capítulo narra a queda do rei dráviḍa Citranāma. Por odiar Viṣṇu e oprimir os vaiṣṇavas, ele sofre narakas sucessivos e, por fim, renasce como piśāca, padecendo o fruto do próprio karma. O sábio Devadyuti encontra o ser espectral, ouve sua confissão e prescreve um meio infalível de libertação: a observância de Māgha em Prayāga, com banho sagrado e devoção. Um longo exemplo inserido expõe o poder libertador da água da Gaṅgā/Veṇī, por meio do estado de preta de um brāhmaṇa do Kerala e de um diálogo moral entre um sārasa (grou) e um vānara (macaco) sobre a inevitabilidade do karma e a má conduta sacerdotal. Pelo contato com a água do Gaṅgā e pelo banho de Māgha em Sitāsita/Prayāga, ele alcança a libertação e recupera dignidade régia e divina. A narrativa se amplia em louvor a Prayāga e termina com a purificação e os ritos matrimoniais das donzelas gandharvas, confirmados pela afirmação final de Maheśa/Śiva.
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