
The Greatness of Māgha Bathing; The Piśāca-Deliverance Episode; the Yogasāra Hymn to Viṣṇu
O capítulo 128 inicia com um ápice doutrinário sobre o Māgha-snāna (banho sagrado no mês de Māgha): declara-o superior a sacrifícios, votos e austeridades, capaz de destruir de imediato até o pecado já amadurecido—sobretudo quando unido ao culto de Hari (Viṣṇu) e ao dāna (caridade). Assim, o banho em Māgha, com devoção e generosidade, é apresentado como purificação pronta e meritória. Em seguida vem o episódio da “Libertação dos Piśācas”: cinco donzelas celestes, inflamadas de desejo, importunam um brahmacārin fiel ao seu voto no Acchoda-tīrtha; surgem maldições mútuas e todos assumem condição semelhante à de piśāca. Lomaśa prescreve o banho de Māgha como a única expiação. O capítulo se amplia num catálogo de tīrthas, descrevendo os frutos do Māgha-snāna em rios e lugares santos, culminando na supremacia de Prayāga. Um segundo exemplo apresenta o asceta vaiṣṇava Devadyuti: por sua austeridade e pelo hino Yogasāra, obtém a visão direta de Viṣṇu. A phalaśruti do hino promete proteção, purificação e libertação. O capítulo encerra retomando o tema da libertação dos piśācas como assunto seguinte.
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