Adhyaya 126
Uttara KhandaAdhyaya 1260

Adhyaya 126

The Slaying of Sunda and Upasunda (within the Māgha Bath Glorification)

O capítulo PP.6.126, inserido no Māgha-māhātmya, desenrola-se por uma transmissão purânica em camadas: Vasiṣṭha fala ao rei Dilīpa e narra a instrução de Dattātreya a Sahasrārjuna; ao mesmo tempo, percebe-se o enquadramento didático Pulastya–Bhīṣma típico dos discursos de votos do Uttara-khaṇḍa. Exalta-se o Māgha-snāna, sobretudo ao amanhecer quando o Sol está em Makara, como o prāyaścitta supremo—superior a dāna, vrata e tapas—capaz de destruir até mahāpātakas. Uma advertência ascética sobre a impermanência do corpo reforça a urgência da observância. O exemplo narrativo centra-se na viúva Kubjikā: por seus repetidos banhos de Māgha na confluência de Revā e Kapilā, ela alcança fruto celeste e por fim manifesta-se como Tilottamā. Por meio dela, os demônios Sunda e Upasunda são levados à destruição mútua, evidenciando a potência cósmica da prática de Māgha.

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