Kuru-Sainika-Āśvāsana and Vijayaghoṣaṇa
Reassuring the Kuru Soldiers; Proclaiming Victory
शरसंघमहावर्ता नागनक्रां दुरत्ययाम् । महारथमहाद्वीपां शड्खदुन्दुभिनि:स्वनाम् | चकार च तदा पार्थों नदीं दुस्तरशोणिताम्
śarasaṅgha-mahāvartā nāga-nakrāṁ duratyayām | mahāratha-mahādvīpāṁ śaṅkha-dundubhi-niḥsvanām || cakāra ca tadā pārtho nadīṁ dustara-śoṇitām |
Vaiśampāyana disse: Então Pārtha (Arjuna) criou ali um rio de sangue, difícil de atravessar. Seus grandes redemoinhos eram massas de flechas; seus elefantes e crocodilos eram as feras de guerra que tornavam a passagem perigosa; carros poderosos erguiam-se nele como vastas ilhas; e o brado das conchas e o estrondo dos tambores de guerra tornaram-se o próprio rugido do rio. Assim Arjuna fez correr ali um rio de sangue quase intransponível. A imagem mostra como a batalha, movida pelo dever marcial, transforma o campo num cenário terrível, em que a violência humana assume a força da natureza.
वैशम्पायन उवाच
The verse uses a powerful metaphor to show the moral weight and terrifying consequences of warfare: when a warrior fulfills kṣatriya-duty, the battlefield can become like a natural catastrophe—suggesting both the inevitability of conflict in certain dharmic contexts and the grave human cost that accompanies it.
Vaiśampāyana describes Arjuna’s overwhelming martial prowess: his arrows, chariots, and the din of conches and drums are poetically recast as features of a fearsome ‘river of blood’—with whirlpools, crocodiles, and islands—emphasizing how difficult it is for enemies to withstand or cross his onslaught.