Āraṇyaka-parva, Adhyāya 17 — Śālva’s encampment and the Yādava counter-engagement at Dvārakā
ततो मोहं समापन्ने तनये मम भारत । मुमोच बाणांस्त्वरित: पुनरन्यान् दुरासदान्,भारत! मेरे पुत्रके मूर्च्छित हो जानेपर भी शाल्वने उनपर और भी बहुत-से दुर्धर्ष बाण शीघ्रतापूर्वक छोड़े
tato mohaṃ samāpanne tanaye mama bhārata | mumoca bāṇāṃs tvaritaḥ punar anyān durāsadān ||
Então, ó Bhārata, quando meu filho caiu em desmaio, Śālva—sem se deter nem mesmo diante daquele estado de impotência—lançou com rapidez ainda mais flechas, difíceis de suportar. A passagem ressalta o duro ímpeto da batalha, em que a agressão pode persistir mesmo quando o oponente está incapacitado, suscitando uma tensão ética implícita entre a ferocidade marcial e a contenção exigida pelo dharma.
वायुदेव उवाच
The verse highlights an ethical pressure-point in warfare: the capacity for relentless violence even when the opponent is incapacitated. It implicitly invites reflection on kṣatriya-dharma—whether valor should be tempered by restraint and compassion, or driven solely by victory.
Vāyudeva narrates that when his son became unconscious, Śālva did not pause; instead he quickly shot additional, formidable arrows at him, intensifying the assault despite the son’s helpless condition.