Rājarṣi-samāgamaḥ — Yudhiṣṭhirasya Dharma-parīkṣā ca
Meeting the Royal Sage and a Dharmic Audit
इति श्रीमहाभारते वनपर्वणि तीर्थयात्रापर्वणि लोमशतीर्थयात्रायां सौगन्धिकाहरणे पजञ्चपञ्चाशदधिकशततमोड< ध्याय:
iti śrīmahābhārate vanaparvaṇi tīrthayātrāparvaṇi lomaśatīrthayātrāyāṃ saugandhikāharaṇe pañcapañcāśadadhikaśatatamo 'dhyāyaḥ
Assim, no Śrī Mahābhārata, dentro do Vana Parva—especificamente na seção do Tīrthayātrā Parva—no relato da peregrinação de Lomaśa, no episódio referente à obtenção das fragrantes flores saugandhika—encerra-se o capítulo cento e cinquenta e cinco. Trata-se de um colofão que assinala o fecho de uma unidade narrativa, situando o episódio no quadro ético mais amplo da peregrinação, da contenção e da prova do desejo e do orgulho durante o exílio.
वैशम्पायन उवाच
As a colophon, the verse itself teaches by framing the episode within a sacred itinerary: pilgrimage is not merely travel but a discipline that contextualizes actions (like seeking rare pleasures) within dharma—encouraging restraint, humility, and ethical reflection during hardship.
This line closes a chapter and identifies its placement: during the Pāṇḍavas’ forest exile, Lomāśa narrates a pilgrimage sequence, and this particular unit concerns the obtaining of saugandhika flowers; the verse functions as an editorial/narrative marker rather than direct dialogue.