Dambhodbhava, Nara-Nārāyaṇa, and the Counsel to Abandon Hubris
Udyoga-parva 94
न चास्य शल्यं कृन्तन्ति विद्धास्तत्र सभासद: । धर्म एतानारुजति यथा नद्यनुकूलजान्
na cāsya śalyaṃ kṛntanti viddhās tatra sabhāsadaḥ | dharma etān ārujati yathā nady-anukūlajān ||
Vaiśaṃpāyana disse: “Nessa assembleia, os membros não cortam a espinha (o erro que fere) pela qual ela foi traspassada. Então o próprio Dharma fere esses mesmos conselheiros — como um rio que, com sua corrente, arranca e destrói as árvores que cresceram em suas margens. Do mesmo modo, quando o mal não é removido, a própria presença do Dharma, ao entrar num salão já ferido pelo adharma, torna-se a causa da ruína daqueles que o toleram.”
वैशम्पायन उवाच
If an assembly tolerates wrongdoing and fails to remove it, the guilt and consequences fall upon the very members who remain silent. Dharma does not merely ‘exist’ as an ideal; when ignored amid adharma, it becomes a force that exposes and destroys the complicit.
Vaiśaṃpāyana describes a court/assembly where adharma has ‘pierced’ the institution like a thorn. Because the courtiers do not cut out that thorn, Dharma itself turns against them—illustrated by the simile of a river that uproots trees along its banks.